🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Felipe Saturnino

Felipe Saturnino

Graduado em Jornalismo pela USP, passou pelas redações de Bloomberg e Estadão.

forte alta

Ibovespa deixa NY de lado e sobe acima dos 105 mil puxado por pesos-pesados

Investidores vendem ações ligadas ao setor de tecnologia e compram papéis da “economia tradicional”, impulsionando bancos e Petrobras; principal índice da bolsa brasileira acumula alta de 12% em novembro. Dólar fica no zero a zero em nova sessão volátil

Felipe Saturnino
Felipe Saturnino
10 de novembro de 2020
19:04 - atualizado às 19:09
Foguete voando na frente da bolsa; Ibovespa em alta
Montagem com foguete decolando na frente da sede da B3. - Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

O Ibovespa teve mais uma sessão daquelas nesta terça-feira (10) — para não perder o costume do que tem sido este novembro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O índice de ações ignorou completamente o andar da carruagem em Nova York, que teve um dia de desempenhos mistos de suas bolsas, e fechou marcando uma alta vigorosa.

No fim da sessão, o Ibovespa marcava avanço de 1,5%, aos 105.070 pontos. Só neste mês, o principal índice acionário da B3 disparou 12% (lembrando que, até agora, novembro teve apenas seis pregões). Como resultado, alcançou o maior patamar de fechamento desde 29 de julho — na ocasião, o índice fechou a sessão nos 105.605 pontos.

Qual é a explicação para um desempenho tão forte, depois que o fôlego em Nova York parece ter se esgotado? Duas palavras — que inclusive ajudaram a pôr o Ibovespa no patamar de 100 mil pontos em outubro — bastam para justificar: Petrobras e bancos.

Essas empresas possuem grande participação no índice: só as ações da Petrobras representam 9% da composição da carteira, enquanto os bancos são 15%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A leitura de analistas é que houve um novo movimento de "rotação setorial" no Ibovespa.

Leia Também

Isto significa que, diante da perspectiva de vacina contra o coronavírus, os investidores se desfazem de papéis de grandes ganhadoras da pandemia (como do setor de tecnologia) e migram para ações que estão defasadas (como de bancos ou ligadas a commodities, como a Petrobras, e de transportes).

A vacina, pois, encerraria a necessidade de quarentenas rígidas e revigoraria a economia, trazendo-a de novo ao que nos habituávamos, algum tempo atrás, de chamar "normal" — beneficiando esses setores, que demoraram a iniciar uma recuperação de preços.

"Com essa rotação setorial, agora estão sofrendo deterioração nas bolsas as empresas de tecnologia", diz André Querne, sócio-diretor da gestora Rio Gestão. "Nos últimos 8 meses, o mercado tinha se concentrado nessas empresas, que as foram vencedoras com a pandemia."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Destaques da bolsa

As ações da Petrobras terminaram a sessão do Ibovespa entre as maiores altas do índice acionário.

Os papéis refletiram os preços do barril de petróleo Brent no mercado internacional, que subiram com base na notícia da eficácia da vacina da Pfizer de ontem — estimulando que os agentes financeiros voltassem a comprar ações de empresas do setor.

"Petrobras estava muito defasada, já tinha potencial de alta grande, mas dependia da commodity para reagir", diz Querne.

Outros destaques da sessão foram os bancos, cujos papéis se encontram em forte queda acumulada no ano — entre os grandes bancos, a ação que menos caiu em 2020 foi do Itaú (-20%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Hoje, os papéis Bradesco PN (BBDC4) dispararam 6,45%, os Banco do Brasil ON (BBAS3), 5,1%, e os Itaú PN (ITUB4), 4,5%.

Outra gigante no índice, a Ambev também foi destaque de alta, encerrando a sessão entre os cinco maiores ganhos percentuais.

Distribuidoras de combustíveis, parte das chamadas empresas de valor — com receita estável e alto rendimento de dividendos —, também foram beneficiadas hoje com a migração de recursos de setores que se destacaram em meio ao coronavírus para os setores prejudicados, segundo o gestor de ações da Infinity Asset, Victor Hasegawa.

As ações BRF ON (BRFS3) ficaram entre os grandes destaques positivos desta terça, subindo 5,95%, após a empresa divulgar um lucro maior do que o esperado por analistas, de R$ 218,7 milhões, no balanço de ontem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O BTG Pactual avaliou, em relatório, que o resultado trimestral foi melhor do que o esperado em razão das margens da operação no Brasil e reconheceu uma forte geração de fluxo de caixa livre da BRF.

A recomendação do BTG para o papel BRF ON (BRFS3), que avança forte hoje, é neutra até haver mais confiança acerca da BRF poder superar os desafios no mercado de aves, além de alguma normalização do consumo no Brasil.

Veja as maiores altas do índice hoje:

CÓDIGOEMPRESAPREÇO (R$)VARIAÇÃO
UGPA3Ultrapar ON             21,70 8,45%
PETR3Petrobras ON             23,64 7,95%
SANB11Santander Brasil units             36,84 7,66%
ABEV3Ambev ON             15,21 6,96%
PETR4Petrobras PN             23,08 6,80%

Ações das empresas vencedoras, do e-commerce, então, muito ligadas ao desempenho do índice de ações de tecnologia Nasdaq, também sofreram perdas fortes hoje — foram os casos de B2W e Magazine Luiza. Você pode conferir uma análise sobre o balanço de Magalu e o desempenho das ações nesta matéria.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A rotação setorial não tira a característica de vencedores dessas empresas, que deverão trazer alegrias nos próximos anos, mas elas sofrem com essa migração de recursos", diz Querne, da Rio Gestão.

As companhias de siderurgia também ficaram entre as maiores quedas do Ibovespa hoje. "Siderúrgicas vinham muito bem, mas hoje houve uma realização de lucro com esses papéis para comprar ações de setores que ficaram para trás", diz Hasegawa, da Infinity Asset.

Os papéis Embraer ON (EMBR3) caíram mais de 1% hoje no índice, após a fabricante de aviões registrar um prejuízo maior na comparação anual. Você pode conferir mais dos balanços que mexem os mercados neste compilado do Seu Dinheiro.

Veja as principais quedas do índice:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CÓDIGOEMPRESASPREÇO (R$)VARIAÇÃO
BTOW3B2W ON             73,07 -8,31%
TOTS3Totvs ON             27,37 -6,81%
GGBR4Gerdau PN             20,83 -5,32%
MGLU3Magazine Luiza ON             25,22 -4,65%
CSNA3CSN ON             20,01 -4,49%

Nova York sem fôlego tem nova queda forte do Nasdaq

E a chamada migração de tecnologia que impactou o setor de e-commerce no Ibovespa encontrou o efeito primordial no Nasdaq, que reúne as gigantes da tecnologia.

O índice caiu forte mais uma vez: fechou o dia em baixa de 1,4% — destoando dos movimentos vistos nos outros principais índices americanas. O S&P 500, que teve uma sessão de lado, terminou caindo 0,14%, e o Dow Jones subiu 0,9%.

Hoje, os papéis da Amazon operam em forte baixa, de 3,5%, atraindo a atenção especial dos investidores com uma questão jurídica.

O principal órgão antitruste da União Europeia acusa a "big tech" de distorcer injustamente o mercado de varejo online e utilizar dados privados de vendedores independentes, coletados em sua plataforma, para competir contra eles.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os principais índices da Europa, em praças como Londres, Paris e Frankfurt, continuaram em desempenho positivo e registraram altas de ao menos 0,55% hoje.

Dólar sem direção, juros para cima

O dólar teve mais uma sessão sem direção clara e terminou perto do zero a zero.

A moeda iniciou a sessão em queda e virou de sinal, depois retomando uma baixa. No fim da sessão, a moeda virou mais uma vez para fechar praticamente estável, em alta de 0,02%, cotado aos R$ 5,3930.

De novo, os fatores locais voltaram a pesar — eles haviam ficado de lado nas sessões da semana passada, quando o dólar caiu embalado pela perspectiva de menos protecionismo de Joe Biden na presidência dos Estados Unidos, com maior atenção ao comércio global.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Existe a esperança da vacina e a vitória do Biden, mas também existem os nossos problemas fiscais de sempre, que limitam a queda, e não tem nenhuma novidade nessa frente, é mais do mesmo", diz Alessandro Faganello, operador de câmbio da Advanced Corretora.

"Isso contribui para essa volatilidade — ainda temos muito o que ver no front das reformas", afirma Faganello.

Os juros futuros dos depósitos interbancários, por sua vez, fecharam em leve alta.

Pela manhã, as taxas já se mantinham em leve avanço, em um dia de realização de leilão do Tesouro, que vendeu títulos públicos NTN-Bs. Eventualmente, no entanto, passaram a operar em queda, seguindo o comportamento do dólar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os juros fecharam em alta em um dia de fala do ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre hiperinflação.

Guedes afirmou que, sem rolagem satisfatória da dívida, o Brasil pode rumar para a hiperinflação.

"Paulo Guedes falou hoje que está um pouco insatisfeito por estar no governo há 2 anos e ainda não ter realizado nenhuma privatização", diz Leonardo Peggau, sócio e superintendente de operações da BlueTrade, a respeito do movimento das taxas de juros. "Mencionou inclusive uma alta na inflação."

Confira as taxas dos principais vencimentos:

  • Janeiro/2021: de 1,924% para 1,926%
  • Janeiro/2022: de 3,27% para 3,30%
  • Janeiro/2023: de 4,81% para 4,82%
  • Janeiro/2025: de 6,44% para 6,50%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
EXPECTATIVA VERSUS REALIDADE

Onda de IPOs está voltando? Diretor do BR Partners (BRBI11) vê mercado ‘tentando acreditar’ na reabertura da janela

27 de fevereiro de 2026 - 13:12

Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez

DE VENDA PARA NEUTRO

BB Investimentos eleva recomendação da Copasa (CSMG3), mas alerta: alta na ação vem da expectativa pela privatização, não do desempenho operacional

27 de fevereiro de 2026 - 10:17

O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção é de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento do ação

ATENÇÃO, INVESTIDOR

A bolsa vai mudar de horário — confira o novo cronograma de negociação da B3 a partir de 9 de março

26 de fevereiro de 2026 - 14:01

Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior

'OPORTUNIDADE DOURADA'

Com potencial de alta de 23% em 2026, Aura Minerals (AURA33) é o pote de ouro da carteira do JP Morgan; entenda

25 de fevereiro de 2026 - 18:32

Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa

BTG SUMMIT 2026

‘Experimentem, vocês vão viciar’: mercado de ETFs pode chegar a R$ 1 trilhão no Brasil em alguns anos, dizem gestores

25 de fevereiro de 2026 - 17:46

Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos

CHEGA AOS 250 MIL?

Tem espaço para mais: Ibovespa pode chegar aos 200 mil pontos “logo logo”, diz Itaú BBA; veja previsão para Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4)

25 de fevereiro de 2026 - 17:03

No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo

VENCEDORA DA TEMPORADA?

A favorita entre os frigoríficos: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) ou MBRF (MBRF3)? BTG diz o que esperar do 4T25 e dá o veredito

25 de fevereiro de 2026 - 15:41

Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): ação cai 10% após 4T25, mas isso não significa que a empresa está no caminho errado. O que explica o movimento?

25 de fevereiro de 2026 - 14:38

Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante

BALANÇO 4T25

Mercado Livre (MELI34) tem lucro menor no 4T25, mas frete grátis ‘mostra a que veio’ no Brasil; veja os números

24 de fevereiro de 2026 - 18:54

A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora

ESFRIOU NA BOLSA

Ação da dona da Brastemp cai mais de 14%: o que derrubou os papéis da americana Whirlpool (WHR)?

24 de fevereiro de 2026 - 17:22

Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado

ESTRATÉGIA DO GESTOR

O Ibovespa ficou caro demais? Gestores se mostram cautelosos e passam longe de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4); saiba onde eles estão investindo

24 de fevereiro de 2026 - 14:32

Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro

MERCADOS HOJE

O Taco voltou: investidores ignoram tarifas de Trump — Ibovespa vai às máximas históricas e Nova York também avança

24 de fevereiro de 2026 - 13:49

Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados

DEU RUIM?

PicPay (PICS) desaba 18% desde o IPO: cilada ou oportunidade de compra? Citi dá o veredito

23 de fevereiro de 2026 - 18:12

Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis

SEM SINAL

Subiu no telhado? Acordo com a Claro fica travado e ação da Desktop (DESK3) chega a cair mais de 22%

23 de fevereiro de 2026 - 17:29

Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O capitão que mudou a rota do Bradesco (BBDC4), as novas tarifas de Trump e o que mais você precisa saber hoje

23 de fevereiro de 2026 - 8:32

Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente

DESCONTO E POTENCIAL DE ALTA

Dividend yield de 16%: por que este fundo imobiliário chamou a atenção do BTG

22 de fevereiro de 2026 - 17:37

Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa pega fogo com Trump e vai aos 190 mil pontos em novo recorde de fechamento; dólar bate mínima em quase 2 anos 

20 de fevereiro de 2026 - 19:09

O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%

LAJE CORPORATIVA NA CARTEIRA

Com dividendos turbinados no radar, fundo imobiliário Tellus Properties (TEPP11) entra na mira do BTG Pactual

20 de fevereiro de 2026 - 17:01

Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados

CHEGOU NO LIMITE?

Porto Seguro (PSSA3) já deu o que tinha que dar? BBI corta recomendação para as ações e mostra outras mais atrativas

20 de fevereiro de 2026 - 16:59

O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual

‘AGITOS’ DO MERCADO IMOBILIÁRIO

RBVA11 vende agência do Santander, Carrefour vende lojas, BLMG11 recompra cotas e MFII11 lança novo projeto: o que mexe com os FIIs hoje

20 de fevereiro de 2026 - 12:41

Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar