O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Resultado foi pior do esperado pelos analistas, que previam prejuízo líquido de R$ 5,2 milhões, segundo a Bloomberg; a empresa atribuiu o resultado à menor venda e à menor margem bruta no período
A Via Varejo teve prejuízo de R$ 49 milhões no primeiro trimestre de 2019, ante um lucro líquido de R$ 64 milhões registrado um ano antes. Este é o terceiro prejuízo trimestral consecutivo anunciado pela companhia, que é dona das bandeiras Casas Bahia e Ponto Frio.
O resultado foi pior do esperado pelos analistas, que previam prejuízo líquido de R$ 5,2 milhões, segundo a Bloomberg. A empresa atribuiu o resultado à menor venda e à menor margem bruta no período.
O resultado operacional medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado foi de R$ 521 milhões, queda de 18,2% ante o Ebitda registrado um ano antes. A margem Ebitda foi de 8,2%, queda de 1,5 ponto porcentual ante a margem de 9,7% do primeiro trimestre de 2018.
A receita líquida caiu 4% para R$ 6,3 bilhões. O faturamento (receita bruta consolidada) foi de R$ 7,4 bilhões, 1,6% inferior ao mesmo período do ano passado. O faturamento das lojas físicas avançou 0,3%, ajudado pela abertura de 66 novas lojas nos últimos 12 meses. Já o faturamento das lojas online caiu 7%.
A margem bruta foi de 27,6%, recuo ante margem bruta de 33,2% no ano anterior. Segundo a Via Varejo, a queda ocorreu devido ao ambiente competitivo, ao fim do incentivo fiscal da Lei do Bem e à menor penetração de produtos rentáveis e serviços no trimestre.
A dívida financeira da empresa foi de R$ 917 milhões no período, bem acima da dívida de R$ 624 milhões do primeiro trimestre do ano passado.
Leia Também
Um dos poucos indicadores favoráveis foi a redução das despesas com vendas, gerais e administrativas, que somaram R$ 1,2 bilhão, queda de 19,8% na comparação anual. Em fevereiro, a companhia havia anunciado que a redução de despesas estava entre as suas prioridades para tentar recuperar bons resultados.
De acordo com o release de resultados, houve redução relevante nas despesas com pessoal e processos trabalhistas, bem como redução em despesas com ocupação, despesas com serviços de terceiros e tomada de crédito de PIS e Cofins sobre despesas com propaganda.
“Outras iniciativas já foram concluídas e outras estão sendo implementadas (como a redução do custo de locação) buscando reduzir ainda mais as despesas com SG&A, sem impactar vendas e nível de serviço ao cliente”, afirmou a empresa.
Outro ponto positivo foi o índice de inadimplência no crediário acima de 90 dias, que também apresentou queda na comparação anual e ficou em 6,6% no primeiro trimestre, abaixo dos 7,5% apurados um ano antes. A empresa afirmou que adotou novas políticas de crédito, com novos modelos de análise e segmentação, o que permitiu mitigar o risco.
Nos três primeiros meses de 2019, a empresa investiu R$ 104 milhões. Um total de 15 lojas foram abertas e seis foram fechadas no período. “Seguimos em 2019 com a estratégia de abertura de lojas em regiões com potencial de crescimento e que ainda não estamos presentes, com a avaliação contínua do desempenho do nosso parque de lojas”, afirmou.
Os investimentos em 2019 serão de R$ 550 milhões a R$ 600 milhões.
Apesar dos resultados fracos, a empresa prometeu entregar uma recuperação “gradual e consistente” nos próximos períodos e disse que os seus sistemas avançaram no processo de estabilização durante o trimestre.
Segundo a empresa, as equipes criadas no início do ano para promover uma evolução operacional já estão sendo integradas e os problemas enfrentados no final de 2018 em relação ao sistema de lojas Via + já foram totalmente solucionados.
A empresa reiterou que projeta um crescimento nas vendas “mesmas lojas” de 2 pontos percentuais acima da inflação e margem Ebitda ajustada superior a 6% em 2019. A companhia disse novamente que as prioridades são estabelecer uma nova estratégia comercial, reduzir despesas e a alavancagem operacional.
O GPA, acionista da empresa, já anunciou que pretende recuperar receita e preparar a venda do controle da Via Varejo, que deve ocorrer antes do fim do ano. A venda ocorrerá para um comprador estratégico ou via mercado, por meio de venda de ações em bolsa. Em fevereiro, o GPA vendeu 43 milhões de ações da Via Varejo e reduziu sua participação de 39,36% para 36,27%.
A companhia anunciou também a cisão parcial da Cnova, empresa que pertence à Via Varejo e desenvolve atividades de comércio eletrônico. Depois da cisão, o acervo líquido cindido da Cnova será incorporado pela companhia. Segundo fato relevante divulgado ontem, a operação tem como objetivo otimizar a estrutura societária da empresa, permitindo aumento da eficiência logística, gestão de estoque e eficiência fiscal.
Com a mudança, o preço médio do combustível vendido pela estatal passará a ser de R$ 2,57 por litro, o que representa uma queda de R$ 0,14 por litro
A Emirates Global Aluminium, a Aluminum Corporation of China (Chinalco) e um terceiro proponente estariam competindo pela compra da CBA, informou a Reuters
Com mais dois prédios, o bairro de Pinheiros passará a concentrar quatro escritórios do Nubank no Brasil, com 5.700 estações de trabalho, cinco vezes mais que hoje
O objetivo inicial é restaurar as entregas anuais aos níveis anteriores à pandemia nos próximos dois anos. Mas os planos não param por aí
No dia 23, a Gafisa comunicou que o fundo wotan Realty passou a deter 14,72% do capital social da Gafisa. A Wotan é ligada ao empresário Nelson Tanure
Nova controladora levará à CVM o pedido de OPA e prevê mudanças na estrutura administrativa da Emae
Queda do consumo e pressão sobre margens levantam dúvidas sobre o ritmo de expansão da cervejaria no país
Com recomendação de compra, o Bank of America destaca o valuation descontado da mineradora e a meta de aumentar sua produção nos próximos anos
Para analistas, com menos impulso do macro, desempenho passa a depender cada vez mais da gestão de cada banco; veja as novas perspectivas
Os analistas veem três fatores que sustentam a visão positiva para a dona da Havaianas; confira
Henrique Dubugras e Pedro Franceschi fundaram a Brex em 2017, alcançaram US$ 12,3 bi em valuation em 2022 e agora venderam a fintech para a Capital One
A gigante do e-commerce está triplicando a aposta no entretenimento como forma de atrair clientes para os seus serviços core, incluindo a plataforma de e-commerce e o Mercado Pago
Analistas do banco suíço avaliam que o mercado superestima os riscos da escassez hídrica em 2025, pressionando indevidamente o valuation da companhia
Petrobras e IG4 dividirão igualmente o poder de decisão na Braskem, segundo apurou o Valor Econômico; transação pode ser consumada ainda em fevereiro
Batizado de “Espaço Uniclass”, o projeto mira a classe média e tenta ressignificar o papel do banco no dia a dia do cliente
Cortes na geração de energia pelo ONS afetam planos e impulsionam concentração no mercado de renováveis, segundo diretor da companhia; confira a entrevista completa com Guilherme Ferrari
Optimus já trabalha em fábricas da Tesla, reaproveita a IA dos carros da marca e pode virar o próximo produto de massa do bilionário
Embora o BC não tenha detalhado os motivos, a data da reunião indica que a medida está ligada à compra de R$ 12,2 bilhões em carteiras do Banco Master.
A operação faz parte da revisão estratégica da Resia, que queimou caixa no último trimestre e busca vender determinados ativos até o fim deste ano
Acordo com investidores americanos muda o controle dos dados, do algoritmo e encerra o risco de banimento do aplicativo nos EUA