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Ministro da Justiça, Sergio Moro, está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, deputado Felipe Francischini (PSL-PR), passou um pito nos colegas deputados que estavam aos berros discutindo na sessão que ouve o ministro da Justiça, Sergio Moro. “Controlem-se! Parece a Escolinha do professor Raimundo isso daqui”, disse.
Francischini já ameaçou encerrar a sessão mais de uma vez conforme os deputados da oposição e governistas discutem. Em outro momento, Francischini acabou usando o bordão do professor Raimundo: “e o salário oh”, depois de tentar apartar mais uma discussão entre os deputados.
Até o momento, Moro mantém a mesma postura e a mesma linha de respostas que adotou quando esteve na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, em 19 de junho, para falar sobre o caso envolvendo o vazamento de conversas suas, quando juiz, com procuradores da Operação Lava Jato.
O ministro reafirma que não tem como atestar a veracidades das mensagens, que teriam sido obtidas de forma criminosa de seu aparelho celular. Para Moro, o objetivo da divulgação é anular condenações feitas no âmbito da Lava-Jato.
O ministro está desde às 14h16 na comissão. Mais de 100 deputados estavam inscritos para falar. As discussões entre oposição e governistas são constantes e Moro mantém a linha de dizer não atuou com parcialidade e não infringiu nenhuma lei enquanto era juiz.
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