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A primeira regra do Clube da Luta é: você não fala sobre o Clube da Luta.
A segunda regra do Clube da Luta é: você não fala sobre o Clube da Luta.
O filme de David Fincher, baseado no livro de Chuck Palahniuk, sempre me vem à cabeça quando penso em histórias com reviravoltas - ou “plot twits”, como se diz no cinema.
O mercado financeiro também tem histórias de reviravoltas famosas. Uma delas foi a da frustrada tentativa de compra da Perdigão lançada pela arquirrival Sadia, em 2006.
Apenas dois anos depois da oferta hostil, quando foi nocauteada pelas perdas com derivativos cambiais, a Sadia é que acabou abocanhada pela Perdigão.
A união das empresas deu origem à BRF. Mas quem pensou que a história havia acabado assistiu a um novo “plot twist”, com a proposta de fusão da empresa com a Marfrig anunciada ontem à noite.
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Nos filmes, as melhores reviravoltas são aquelas que parecem óbvias, mas que antes da revelação ninguém consegue perceber.
O caso da BRF com a Marfrig parece atender a essa regra. Afinal, as empresas têm atuações bastante complementares, com uma receita combinada da ordem de R$ 75 bilhões e atuação global nos mercados de carne bovina, suína e de frango.
Então por que o anúncio surpreendeu o mercado? Eu conto para você nesta matéria a reação dos analistas ao negócio, que ainda está longe da conclusão e pode ter novas reviravoltas.
Parece a abertura da Quinta Sinfonia de Beethoven, mas estou falando do Banco Pan. Desde o início do ano as ações da instituição controlada pelo BTG Pactual e pela Caixa simplesmente quadruplicaram de valor na bolsa. Só hoje os papéis dispararam mais 16%. Eu já havia feito uma matéria sobre essa valorização, mas notícias recentes deram um novo impulso às ações do banco. Confira nesta matéria se toda essa euforia faz sentido.
E o tal do “sell in may and go away” (venda em maio e caia fora), como fica? A velha lenda do mercado de que o mês e maio era amaldiçoado para os investidores da bolsa caiu por terra em 2019. O Ibovespa apanhou e apanhou durante a primeira quinzena do mês, mas ressurgiu das cinzas na reta final e fechou com saldo positivo de 0,70%. O pregão de hoje não foi tão bom como nos últimos dias, como conta o Victor Aguiar, mas o que importa é ver o otimismo de volta à bolsa.
Para a alegria de muita gente no mercado, a cada dia que passa Bolsonaro parece embarcar na onda das privatizações. O capitão já se posicionou contra a venda das “joias da coroa”, como Banco do Brasil, Caixa e BNDES, mas o caminho parece cada vez mais livre para a “caneta privatizadora” entrar em ação nas outras estatais. Hoje, por exemplo, o presidente admitiu pela primeira vez que pretende se desfazer de uma companhia que já foi alvo de muitas polêmicas por aí, como você confere nesta matéria.
Já falamos algumas vezes aqui na newsletter que a valorização da bolsa desde a vitória de Bolsonaro nas eleições foi puxada principalmente pelos investidores locais. Se não é de hoje que os estrangeiros se mostram mais reticentes com o país, esse levantamento da consultoria EPFR Global, famosa por acompanhar de perto a movimentação de dinheiro ao redor do mundo, mostra que a situação pode ser pior do que se imagina. Isso representa um risco ou oportunidade? Saiba a resposta na reportagem do Edu Campos.
Uma das estratégias comerciais preferidas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é ameaçar tarifar tudo o que não lhe agrada, forçando uma mudança de situação. Ontem, por exemplo, o líder norte-americano dirigiu sua artilharia para o vizinho México, impondo uma taxa de 5% sobre todos os produtos importados de lá. Acontece que Trump acabou acertando em cheio os negócios de duas importantes empresas dos EUA. Os detalhes dessa história você confere lá no Seu Dinheiro.
Fim de semana você já sabe, é aquela hora de curtir mais uma edição do Podcast Touros e Ursos, o happy hour do Seu Dinheiro que traz comentários sobre os assuntos que mais bombaram nos últimos dias. Na roda de conversa de hoje, a Marina Gazzoni convidou o Edu Campos, a Julia Wiltgen e o Victor Aguiar para falar sobre os tropeços da nossa economia e o fim de uma era de maldição em maio, com a bolsa voltando ao azul no fechamento do mês. Prepara seu fone de ouvido e aperta o play!
Assim como eu, provavelmente você já sonhou em pegar estrada dentro de uma Ferrari, abaixar o teto, pisar fundo no acelerador e curtir a vibe de dirigir um dos carros mais famosos e luxuosos do mundo. Agora imagina você fazer isso sem gastar nenhum litro de gasolina. Imaginou? Pois a Ferrari resolveu tornar isso realidade e lançou nesta semana seu primeiro modelo elétrico híbrido. A novidade é de encher os olhos, então não perca tempo e venha conferir as fotos e as qualidades do mais novo queridinho do mercado auto.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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