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O dólar vai subir ou vai cair? Quando você ouve o ministro da Economia dizer que é melhor se acostumar com o câmbio mais alto, há poucas dúvidas do que fazer.
A declaração de Paulo Guedes foi interpretada pelo mercado praticamente como uma ordem para comprar dólar, o que levou a moeda a passar dos R$ 4,27 na máxima do dia.
Com quase todo mundo no time dos compradores, o Banco Central precisou entrar em campo para jogar do outro lado vendendo dólares.
Depois da atuação do BC, a moeda ameaçou dar novos repiques, mas reduziu a alta até encerrar o dia aos R$ 4,24, em alta de 0,62% e novo recorde de fechamento.
Acredito que a fala do ministro sobre o câmbio tenha sido superestimada. De todo modo, se você está em dúvida sobre o que fazer, vou repetir o que já escrevi algumas vezes, inclusive na newsletter de ontem: tenha sempre uma parcela pequena da sua carteira em dólares.
Encare essa posição não como uma aposta, mas como um seguro que você pode ter caso as coisas deem errado. Não que esse seja o cenário hoje, mas no mundo dos investimentos o risco está sempre à espreita.
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Seja qual for o julgamento sobre o que disse Paulo Guedes, o fato é que o governo não parece preocupado com o dólar forte. E tem boas razões para isso, como o Eduardo Campos conta nesta análise que vale a pena a leitura.
E não foi só o dólar que Paulo Guedes cutucou com vara curta. O ministro provocou rebuliços na classe política ao dizer que um “novo AI-5” poderia ser a resposta para o crescimento de manifestações de rua no Brasil. Guedes fazia referência ao chamado do ex-presidente Lula para que a população fosse às ruas se manifestar contra o governo, mas o comentário acabou pegando muito mal e foi alvo de uma enxurrada de críticas. Entenda os detalhes dessa história.
O dólar vai subir ou vai cair? Repito a pergunta porque o nosso colunista Fausto Botelho diz que as chances de a moeda disparar aumentaram. Para quanto? Com base na análise técnica, ele diz que câmbio pode testar até o patamar de R$ 5,00. Analista com mais de quatro décadas de experiência, o Fausto entende como poucos a arte de ler os gráficos em busca de tendências para o mercado. Por isso vale muito a pena conferir por que ele acredita na alta do dólar.
A disparada do dólar não fez vítimas somente no mercado de câmbio. Na bolsa, ações de empresas que lidam diretamente com a cotação da moeda norte-americana em seus negócios apanharam feio. Entre as principais quedas estavam as ações das companhias aéreas. Já na outra ponta da balança, os papéis das exportadoras surfaram na onda de valorização do dólar. Confira nesta matéria quem mais sofreu e quem mais se beneficiou com o quadro do câmbio na bolsa hoje.
Sabe aquela ação que tem grande futuro na bolsa mas ao mesmo tempo está cara demais para o investidor comprar? É mais ou menos essa a situação dos papéis da Hapvida, de acordo com o Goldman Sachs. O banco iniciou sua cobertura das ações da empresa de planos de saúde, e começou os trabalhos com recomendação neutra e um preço-alvo que indica uma queda de 5% para os papéis. Os motivos para essa visão você confere nesta matéria da Julia Wiltgen.
O Banco Central segue firma na sua jornada para baratear o custo do crédito no Brasil, e dessa vez a artilharia vai se concentrar na tecnologia. A ideia é tocar pautas do setor que estimulem a concorrência, dando gás para os cortes nas taxas que vão para os clientes. Uma das principais iniciativas é o novo modelo de pagamento instantâneo, apelidado de "zap de pagamentos". Na prática, ele vai permitir que as pessoas façam transferência online para quitação de contas, sem usar dinheiro e cartão. Entenda os detalhes desse e de outros planos do BC.
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