O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Projeção para o câmbio médio deste ano passou de R$ 3,8 para R$ 3,9. Já a estimativa para a alta da massa salarial passou de 5,5% para 4,9%
Após o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central ter cortado a taxa Selic para 5,50% ao ano nessa semana, a atualização da grade de parâmetros macroeconômicos do Ministério da Economia prevê que a Selic média de 2019 será de 5,9%. Até o documento anterior, a projeção era de uma taxa média de 6,2% neste ano.
Já a projeção para o câmbio médio deste ano passou de R$ 3,8 para R$ 3,9. A estimativa para a alta da massa salarial passou de 5,5% para 4,9%.
A estimativa para o preço do barril de petróleo no mercado internacional passou de US$ 64,5 para US$ 62,9. A projeção foi feita antes dos ataques a refinarias de petróleo na Arábia Saudita no último fim de semana, que já elevaram o preço do óleo no mercado internacional.
No dia 10 deste mês, a equipe econômica antecipou a divulgação das projeções para o crescimento econômico neste ano, que foi atualizada de 0,81% esperados em julho para 0,85%. Na ocasião, a projeção oficial para a inflação medida pelo IPCA passou de 3,8% para 3,6%, enquanto a estimativa para o INPC passou de 4,0% para 3,7%.
O Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do quarto bimestre, divulgado nesta sexta-feira pelo Ministério da Economia, alterou ainda a previsão para as receitas totais do governo federal em 2019 de R$ 1,540 trilhão para R$ 1,547 trilhão. A elevação foi de R$ 6,934 bilhões em relação ao relatório anterior, de julho.
Já a estimativa para a receita líquida este ano passou de R$ 1,264 trilhão para R$ 1,270 trilhão, com acréscimo de R$ 6,458 bilhões.
Leia Também
Do lado das despesas primárias, a projeção para o gasto total em 2019 passou de R$ 1,403 trilhão para R$ 1,397 trilhão, com redução de R$ 6,000 bilhões.
Com a política de antecipação do pagamento de dividendos pelos bancos púbicos, a estimativa para as receitas com dividendos de estatais aumentou R$ 7,602 bilhões, passando de R$ 8,449 bilhões para R$ 16,052 bilhões.
Por outro lado, as receitas previstas com concessões caíram R$ 8,351 bilhões, passando de R$ 17,066 bilhões para R$ 8,715 bilhões. O motivo é a retirada das receitas esperadas com dois leilões de áreas de petróleo programados para o fim do ano. Como mostrou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estad, o Tribunal de Contas da União (TCU) emitiu alerta sobre o risco de frustração dessas receitas, uma vez que seu ingresso é previsto para 27 de dezembro, o que poderia levar à violação da meta fiscal. O descumprimento da meta é crime de responsabilidade do presidente da República.
O relatório também mostra que a projeção para arrecadação com royalties neste ano caiu R$ 1,133 bilhão, de R$ 66,369 bilhões para R$ 65,236 bilhões. O valor foi fechado antes do salto nos preços do óleo no mercado internacional, decorrente dos ataques a refinarias na Arábia Saudita no último fim de semana.
Já a previsão para os pagamentos de pessoal e encargos sociais caiu R$ 5,792 bilhões, de R$ 324,593 bilhões para R$ 318,801 bilhões. O gasto previsto com subsídios e subvenções ficou R$ 1,092 bilhão menor, passando de R$ 19,277 bilhões para R$ 18,185 bilhões.
A previsão de gastos com benefícios previdenciários subiu R$ 100 milhões em relação ao relatório anterior, para R$ 630,959 bilhões.
Caixa Econômica Federal já está registrado apostas para o concurso especial da Mega-Sena 30 Anos, que segue regras parecidas com as da Mega da Virada, mas sorteio está programado apenas para o fim de maio
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
De benefícios sociais a prêmios milionários na loteria — confira as matérias mais lidas no Seu Dinheiro na semana e saiba como aproveitar as oportunidades de maio
Banco atualizou as projeções para inflação, PIB e diz como a guerra no Oriente Médio pode mexer com o bolso do brasileiro
A semana que começa será carregada de eventos, tanto no Brasil como no exterior, capazes de mexer com o bolso — e os nervos — dos investidores
Geladeiras, celulares e fogões estão entre os produtos considerados essenciais e que exigem solução imediata segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
O governo Lula se tornou pauta do jornal de finanças mais influente do mundo, que destacou o atraso do Brasil em tratar sobre o tema
Itaú, Bradesco, Santander e Nubank não só aderiram ao Desenrola 2.0 como criaram programa similar para público não elegível
A Pseudomonas aeruginosa está presente até mesmo no ar e pode causar distúrbios sérios, com risco de morte
Acordo foi firmado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai para reduzir custos e prazos, ampliar a previsibilidade das regras e oferecer maior segurança jurídica
Lotofácil não foi a única modalidade a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (7). A ‘menos difícil’ das loterias da Caixa contou com a companhia da Dia de Sorte.
Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.
Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas
Banco do Brasil já realizou 1.807 renegociações apenas na quarta-feira (6), primeiro dia do programa Desenrola 2.0
Corretora passou a prever Selic de 13,75% no fim de 2026 diante da alta do petróleo, piora das expectativas e tensão geopolítica — mas não é a única a elevar as estimativas para a taxa básica
Lotofácil 3678 teve três ganhadores na quarta-feira (6), mas não foi páreo para o prêmio milionário da Dupla Sena
Segundo Ricardo Kazan, impasse sobre urânio enriquecido trava negociações e amplia incertezas no mercado de commodities
Gestor da BTG Asset alerta para risco de disparada do petróleo e racionamento global com estoques em queda e conflito no Oriente Médio
Desenrola 2.0 chama atenção de endividados e golpistas; especialista também destaca papel de instituições financeiras e bancos
Para ex-secretário do Tesouro Nacional, ajuste fiscal é possível e não precisa ser drástico, mas precisa de qualquer forma focar em controle de gastos: “Brasil tributa muito acima da média da América Latina”