Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Eduardo Campos

Eduardo Campos

Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.

Audiência

Campos Neto diz que há espaço para corte da Selic, mas esse aceno não limita a decisão do Copom

Em audiência no Senado, Roberto Campo Neto, também enfatiza que economia brasileira tem capacidade de absorver revés externo e que reformas são fundamentais

Eduardo Campos
Eduardo Campos
27 de agosto de 2019
10:41 - atualizado às 13:10
Roberto Campos neto
Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central - Imagem: Raphael Ribeiro/BCB

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, reiterou a mensagem de que há espaço para ajuste adicional na taxa de juros, a Selic. Mas ponderou que “é fundamental enfatizar que essa comunicação não restringe a próxima decisão do Copom”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva deverá permitir ajuste adicional no grau de estímulo monetário. É fundamental enfatizar que essa comunicação não restringe a próxima decisão do Copom e que os próximos passos da política monetária continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação", disse.

Depois, no fim da audiência, que durou pouco mais de 2 horas e meia, Campos Neto voltou ao tema, dizendo que: "Deixamos claro que achamos que tem espaço para mais corte, mas é um cenário que sempre vai depender do hiato [ociosidade na economia], setor externo e reformas, que melhoram a transmissão da política monetária"

Pela mensagem dada até aqui, o dólar rodando na linha dos R$ 4,15 não mudou a avaliação do BC. As expectativas de inflação seguem ancoradas, com o mercado avaliando que o repasse cambial será baixo ou inexistente em função da fraqueza da atividade econômica. Sobre câmbio, Campos Neto disse que real não tem tido comportamento atípico em comparação com outras moedas.

Em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que começou com apenas dois senadores dos 27 que compõem o colegiado, Campos Neto também afirmou que o cenário internacional se mostra benigno, em decorrência das mudanças de política monetária nas principais economias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por outro lado, Campos Neto ponderou que os riscos associados a uma desaceleração da economia global permanecem. De acordo com o presidente, as incertezas sobre políticas econômicas e de natureza geopolítica – notadamente as disputas comerciais e tensões geopolíticas – podem contribuir para um crescimento global ainda menor.

Leia Também

“Diante desses riscos, volto a destacar a capacidade que a economia brasileira apresenta de absorver eventual revés no cenário internacional”, afirmou.

Campos Neto lembrou que possuímos um balanço de pagamentos robusto, expectativas de inflação ancoradas, e há perspectiva de retomada do processo de recuperação econômica.

Adicionalmente, disse ele, contamos com um estoque de reservas internacionais próximo de US$ 389 bilhões. Visando dar ainda mais transparência, ele lembrou que o BC começou a divulgar a série de Posição Cambial Líquida do Banco Central, que considera toda a exposição cambial do BC. De acordo com esse conceito, que é complementar ao conceito tradicional de reservas internacionais, a posição cambial líquida do BC é de US$ 329 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A robustez da economia brasileira frente aos riscos do cenário externo também depende da perspectiva de continuidade das reformas estruturais, no que esta Casa tem fundamental relevância”, afirmou.

Balanço de riscos

No cenário básico para a inflação, permanecem fatores de risco em ambas as direções. Por um lado, o nível de ociosidade elevado pode continuar produzindo trajetória prospectiva abaixo do esperado.

Por outro lado, uma eventual frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas pode afetar prêmios de risco e elevar a trajetória da inflação no horizonte relevante para a política monetária.

“Esse último risco se intensifica no caso de reversão do cenário externo benigno para economias emergentes. Nossa avaliação é que o balanço de riscos para a inflação evoluiu de maneira favorável, mas consideramos que o risco relacionado às expectativas de andamento das reformas e ajustes ainda é preponderante”, pontuou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntas e respostas

Respondendo aos senadores, Campos Neto explicou que o depósito compulsório é alto porque não temos organizado um sistema de assistência de liquidez.

Segundo o presidente, há estigma do banco de pegar recursos junto ao BC. “Se melhorar isso, não tem necessidade de tanto compulsório”, disse.

Aqui entra o sistema de liquidez que o BC está desenhando, com uso de recursos privados, como garantia. De acordo com Campos Neto, levará cerca de um ano e meio até essa nova linha de liquidez estar disponível.

Reservas Internacionais

Respondendo à questionamento sobre o custo das reservas internacionais e se não deveríamos pagar dívida com elas, Campos Neto disse que as reservas são um seguro e que quanto mais avançarmos nas reformas, menor a necessidade desse seguro. “Estamos sempre avaliando custos e benefícios das reservas”, disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Campos Neto disse achar curioso que quando tudo está indo bem, os jornais trazem artigos dizendo que temos reservas demais. “Aí, quando o BC faz uma troca de swaps por reservas, já começam a aparecer artigos dizendo que tem de ter cuidado com as reservas, que elas são um seguro”, disse.

De acordo com o presidente, o custo das reservas está bastante baixo. De fato, “as reservas têm sido um grande negócio”, disse ele, lembrando que nos últimos 10 anos houve ganho de 90 bilhões. “É um seguro que se pagou. A valorização cambial foi maior que o custo de carregamento.”

Ele lembrou, ainda, que atravessamos crises na Argentina e Turquia, países com reservas muito menores que as nossas, sem problemas.

Casa da Moeda

Questionado sobre a possível privatização da Casa da Moeda, Campos Neto disse que na visão do BC o que importa é o custo do serviço. Ele citou que há um limite pequeno para compra de moeda no exterior e que ao fazer essa comparação de preços, estávamos pagando três vezes mais caro para fazer dinheiro na Casa da Moeda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sobre o discurso de que há perda de soberania nacional, ao não ter o monopólio para impressão, Campos Neto disse que comprar cédulas e moedas é diferente de emissão de moeda.

"Nosso trabalho não é indicar o modelo para a Casa da Moeda, somos clientes, para nós o que importa é que o preço seja bom", disse.

Crescimento

Ainda em sua fala inicial, Campos Neto avaliou que dados recentes sugerem a possibilidade de retomada do processo de recuperação da economia brasileira, que tinha sido interrompido nos últimos trimestres. "Nosso cenário supõe que essa retomada ocorrerá em ritmo gradual."

Ele lembrou que conheceremos o PIB do segundo trimestre, na quinta-feira, e que a estimativa do BC é de estabilidade ou ligeiro crescimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Para os trimestres seguintes esperamos alguma aceleração, que deve ser reforçada pelo efeito da liberação de recursos do FGTS e PIS-PASEP. Não obstante essa aceleração, nosso cenário básico supõe que o ritmo de crescimento subjacente da economia será gradual", disse.

Voltando ao tema das reformas, Campos Neto disse que "ao reduzirem incertezas fundamentais sobre a economia brasileira, as reformas tendem a estimular o investimento privado".

Crescimento mais robusto, segundo ele, depende também da agenda microeconômica, que inclui iniciativas que visam ao aumento de produtividade, ganhos de eficiência, maior flexibilidade da economia e melhoria do ambiente de negócios.

Crédito

Nesse tópico, o presidente reforçou avaliações feitas em apresentações recentes, destacando a necessidade de estimular o crédito imobiliário e à infraestrutura.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para fomentar o crédito imobiliário é preciso modernizar e aumentar o alcance das ferramentas de securitização; viabilizar a expansão do mercado de home equity, desmobilizando um amplo estoque de capital para dinamizar a atividade econômica; e também criar ferramentas adequadas de hipoteca reversa.

No financiamento à infraestrutura, é necessário reformar o marco legal, buscando reduzir seu risco jurídico; fomentar o desenvolvimento de um mercado privado de hedge cambial de longo prazo; e garantir acesso do capital privado a projetos de saneamento, para reduzirmos o déficit que temos no setor.

Reformas micro

Segundo Campos Neto, um dos papéis do BC é  promover a alocação eficiente de recursos entre as atividades econômicas. Para isso, é necessário avançar nas mudanças que permitam o desenvolvimento dos
mercados.

"O mercado precisa se libertar da necessidade de financiar o governo e se voltar para o financiamento ao empreendedorismo", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Campos Neto também apresenta aos senadores as principais iniciativas da Agenda BC#, que busca melhorias em quatro quatro dimensões: Inclusão, Competitividade, Transparência e Educação Financeira.

Ex-Coaf

Para Campos Neto, a integração da  Unidade de Inteligência Financeira (UIF) precede a autonomia de jure do Banco Central, o que é visto como "um importante passo para a implantação de uma estrutura autônoma que permitirá a continuidade e o aprimoramento do bom trabalho desempenhado pelo Coaf".

O presidente explicou que a vinculação administrativa da UIF ao BC se dará por dois canais. Primeiramente, pela nomeação dos membros do Conselho Deliberativo – tanto do Presidente da UIF como de seus Conselheiros – pelo presidente do BC. E pelas atribuições da Diretoria Colegiada do BC: i) de aprovar o regimento interno da UIF, delimitando suas competências e atribuições; e ii) de regular o processo administrativo sancionador no âmbito da UIF. A nova unidade será ligada ao BC, mas não será um departamento do banco.

Ainda sobre o assunto, Campos Neto explicou que a decisão de trazer gente de fora do setor público para a UFI foi dele, visando melhorar a gestão de tecnologia, com ganho na capacidade de monitorar dados e produzir relatórios de inteligência. Essa abertura para pessoas de fora foi noticiada como uma porta para interferência política.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
PEGOU MAL

Netflix aumenta valor de mensalidades, mas justiça declara o reajuste ilegal e manda streaming devolver dinheiro aos assinantes

10 de abril de 2026 - 9:30

Netflix terá que ressarcir usuários em valores entre 250 e 500 euros, segundo advogados que representaram os consumidores

MEIO MILIONÁRIOS

Lotofácil 3657 coloca 3 pessoas (quase) no meio do caminho do primeiro milhão de reais; Mega-Sena acumula de novo e prêmio em jogo salta para R$ 40 milhões

10 de abril de 2026 - 7:13

Assim como aconteceu na rodada anterior, a Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (9). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.

GALPÕES EM ALTA

A ação da Log (LOGG3) já subiu, mas ainda está barata? CFO aponta dividendos de até 17%

9 de abril de 2026 - 19:30

Empresa surfa o boom logístico, combina proventos elevados e ainda negocia com desconto, segundo a própria gestão

QUEDA NO PIB?

Pressão sobre o fim da escala 6×1: CNI e mais de 400 instituições assinaram manifesto contra a redução da jornada do trabalho

9 de abril de 2026 - 12:52

Entidades dizem reconhecer as discussões como um debate legítimo, mas defendem que o impacto será severo sobre a economia, investimentos e geração de empregos formais

O PREÇO DO CONFLITO

Derrota para o governo Lula: petroleiras travam taxa de exportação de petróleo no Brasil para mitigar efeitos da guerra

9 de abril de 2026 - 11:08

Até então, as alíquotas para a exportação dessas companhias eram de 0%. Em evento, ministro de Minas e Energia defendeu o imposto

BOLA DIVIDIDA

Lotofácil 3656 tem dezenas de ganhadores e ninguém fica milionário; Mega-Sena 2994 divide holofotes de hoje com a Timemania 2738

9 de abril de 2026 - 7:10

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de quarta-feira (8). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (9), a Timemania divide as atenções com a Mega-Sena.

TOUROS E URSOS #266

Faria Lima em apuros: fundos sofrem com Trump e aposta errada na Selic

9 de abril de 2026 - 7:02

Lais Costa, analista da Empiricus Research, explica por que tantos fundos sofreram com o conflito e mostra que outra classe corre risco em um cenário de juros altos

É HOJE

Leilão da Receita Federal começa hoje com iPhone no ‘precinho’, bracelete Swarovski por R$ 600 e vinhos raros

9 de abril de 2026 - 5:55

Do universo digital ao musical, itens apreendidos ganham nova chance em leilão da Receita Federal que começa hoje

XADREZ POLÍTICO

Lula, Bolsonaro ou terceira via? Analistas dizem o que está em jogo para a decisão das eleições de 2026 — e acreditam que eleitor está mais à direita

8 de abril de 2026 - 19:43

Para os analistas, o foco dos eleitores agora não é somente quem deve ganhar a corrida para a presidência, mas também para o Congresso

QUEM QUER UM IMÓVEL?

Crédito imobiliário deve aumentar em 15% ainda em 2026, segundo o Bradesco BBI — e o motivo não é só a queda dos juros

8 de abril de 2026 - 17:22

Em 2025, o crédito imobiliário no Brasil somou aproximadamente R$ 324 bilhões em originações, segundo dados apresentados pelo banco

APOSTA NO BRASIL

Fundo Verde, de Stuhlberger, aumenta aposta na bolsa brasileira e alerta: energia cara deve persistir mesmo após fim da guerra

8 de abril de 2026 - 15:02

Fundo teve leve alta em março e acumula ganhos acima do CDI em 2026, com estratégia focada no Brasil e proteção contra inflação

O GUARDIÃO DAS IAS

Anthropic exposed: Após vazamento de dados do Claude, criadora deixa Apple, Amazon e outras empresas testarem inteligência artificial para prevenir ataques

8 de abril de 2026 - 12:00

Para Anthropic, há uma nova preocupação além dos erros humanos: a vulnerabilidade dos sistemas contra ataques cibernéticos

DESENCANTOU

Lotofácil 3655 tem mais de 40 ganhadores, mas só dois levam prêmio milionário; Mega-Sena acumula e prêmio sobe para R$ 20 milhões

8 de abril de 2026 - 6:58

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 7 de abril. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar R$ 34 milhões hoje.

ZONA DE RISCO

Nouriel Roubini decreta: Trump não tem saída além de escalar a guerra — e manda um recado ao Brasil

7 de abril de 2026 - 19:55

Durante evento do Bradesco BBI, o economista afirmou que vê conflito caminhando para intensificação e alertou para os efeitos no petróleo e nos mercados

OPORTUNIDADES GLOBAIS

Multimercados tiveram que dar ‘cavalo de pau’ na estratégia por causa da guerra e agora estão olhando para essas três teses de investimento

7 de abril de 2026 - 19:30

Genoa, Kapitalo e Ibiuna participaram de evento do Bradesco BBI e falaram sobre a dificuldade de leitura no cenário volátil atual

O MULTIVERSO DE SAM

De ‘humanos gastam muita energia para serem treinados’ a apoio à escala de trabalho 4×3: entenda a opinião de Sam Altman, CEO da OpenAi, sobre o avanço da inteligência artificial

7 de abril de 2026 - 16:02

Sam Altman, CEO da OpenAI, publicar artigo sobre o avanço da inteligência artificial e suas consequências para os seres humanos

RISCO E EMOÇÃO?

Selic a 14,75% ao ano pesa, mas pesquisa revela que há um outro vilão mudando o perfil de endividamento dos brasileiros

7 de abril de 2026 - 10:59

A explosão das apostas online já pesa mais que os juros no bolso do brasileiro e acende um alerta sobre uma nova crise financeira

POR CAUSA DE R$ 3,00

Ganhador da Lotomania 2908 comete erro ‘imperdoável’ e joga R$ 13 milhões no lixo; Lotofácil 3654 acumula e Mega-Sena 2993 tem rival à altura hoje

7 de abril de 2026 - 7:11

Uma pessoa errou todos os números na Lotomania e ainda assim vai embolsar mais de R$ 200 mil, mas cometeu um erro ainda maior na visão de quem entende da modalidade.

ALÍVIO NO BOLSO

Diesel mais barato? Governo amplia subsídios para conter impacto da guerra; gás de cozinha também terá redução

6 de abril de 2026 - 18:30

Redução no diesel pode passar de R$ 2,60 por litro, mas repasse ao consumidor ainda depende dos estados e das distribuidoras

BC SOB PRESSÃO

Guerra pode travar cortes na Selic? A resposta de Galípolo diante das tensões geopolíticas que não chegam ao fim

6 de abril de 2026 - 17:30

Com conflito entre EUA, Israel e Irã aparentemente longe de terminar, o presidente do BC vê cenário mais incerto; enquanto isso, inflação sobe nas projeções e espaço para queda dos juros diminui

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia