O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com dados do Tesouro Nacional, o Tesouro Direto tinha em julho passado 1,1 milhão de investidores ativos. A popularidade dos títulos públicos vem crescendo: no mês de julho, o Tesouro registrou 36.373 investidores novos
Com o corte da Selic para 5,5% ao ano, anunciado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central na semana passada, os pequenos investidores já começam a temer a queda de rentabilidade de títulos atrelados à taxa de juros básica da economia brasileira.
O cenário, porém, não é tão ruim para os títulos públicos prefixados de médio e longo prazos, que já registraram crescimento nos ganhos após a nova baixa da Selic. As informações são da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), que tem índices de acompanhamento para esse tipo de papel.
Os indicadores levam em conta a negociação de títulos no mercado secundário, ou seja, quando uma pessoa física vende seu título para outra. O índice IMA-B5+, formado por papéis de prazo superior a cinco anos, como o Tesouro Prefixado 2025, registrou alta de 1,54% até o meio-dia da última quinta-feira, dia seguinte ao anúncio do Copom. A variação do índice na manhã anterior ao anúncio foi bem mais modesta: ficou em 0,3%.
Os títulos prefixados com até cinco anos para resgate também tiveram ganhos. O IMA-B5, que acompanha o Tesouro Prefixado 2022, teve retorno de 0,59% após a queda da Selic, ante 0,07% do dia anterior.
De acordo com o professor de finanças do Insper Ricardo Rocha, a tendência é que os prefixados se valorizem. Como o rendimento do título é estabelecido no momento de compra do papel, o investidor fica sujeito a variações do mercado caso queira vendê-lo antes do prazo previsto. Na situação atual, a venda é bom negócio porque quem busca um título pode preferir comprar o mesmo papel no mercado secundário, emitido anteriormente e com rentabilidades mais altas. "Se você tem um título prefixado a 6,5% e a taxa caiu a 5,5%, esse 1 ponto porcentual de diferença faz com que seu título seja mais atraente aos olhos do mercado. Se você for vender seu papel, ele vale mais", explica.
A professora da Fundação Getulio Vargas Myrian Lund diz que a diferença de preços vem da expectativa do mercado, que estima em quanto estarão as taxas no prazo de vencimento de cada papel. Esse valor varia de acordo com os fundos DI futuros, índice que serve de referência para os juros de empréstimos entre bancos.
Leia Também
Segundo Hilton Notini, gerente de Preços e Índices da Anbima, a negociação dos papéis pode ter levado em conta não apenas o corte do Copom, mas também o que os investidores esperam para os próximos meses. "O mercado vem trabalhando com taxas de juros ainda menores", explica. Analistas do mercado já estimam que taxa Selic pode fechar 2019 a 4,75% ao ano.
De acordo com dados do Tesouro Nacional, o Tesouro Direto tinha em julho passado 1,1 milhão de investidores ativos. A popularidade dos títulos públicos vem crescendo: no mês de julho, o Tesouro registrou 36.373 investidores novos, número 3,39% maior do que no mês anterior. O título mais popular é o Tesouro Selic, com rentabilidade atrelada à taxa de juros básica, que representou 49,46% das vendas de títulos públicos naquele mês.
A Secretaria do Tesouro Nacional lançou um novo site do Tesouro Direto, onde é possível simular ganhos a partir de variáveis como valor disponível e prazo para resgate. Segundo o gerente do Tesouro Direto, Diego Link, o portal promove a educação financeira. "O usuário pode conhecer conceitos básicos de renda fixa e indexadores. O Tesouro é como uma porta de entrada para o mundo dos investimentos."
Atualmente o Tesouro Selic, o título mais popular, atrelado à taxa básica de juros, tem rendimento ligeiramente superior ao da poupança: no caso de aporte de R$ 1 mil aplicado durante um ano, o resgate seria de R$ 1.039,10. Na poupança, ficaria em R$ 1.033,19. O Tesouro faz a ressalva: as simulações não são garantia de rentabilidade, que muda conforme os índices econômicos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Os golpistas e fraudadores estão utilizando indevidamente do nome do FGC, bem como tentando interferir no regular processo de pagamento
Apesar da pressão dos juros altos, a maioria das empresas fez ajustes importantes, e o setor segue com apetite por crédito — mas nem todas escaparam ilesas
Banco afirma que o mercado “exagerou na punição” à dívida da companhia e vê retorno atrativo para investidores em meio ao forte desconto
Itaú BBA e XP divergem em suas recomendações de títulos públicos no início deste ano; corretoras e bancos também indicam CRI, CRA, debêntures e CDB
Demora no ressarcimento pelo FGC faz a rentabilidade contratada diluir ao longo do tempo, e o investidor se vê com retorno cada vez menor
Melhor desempenho entre os títulos públicos ficou com os prefixados, que chegaram a se valorizar mais de 20% no ano; na renda fixa privada, destaque foram as debêntures incentivadas
Investimentos como CRI/CRA, debêntures e outros reduziram a participação dos bancos nos empréstimos corporativos
Novos títulos têm vencimento fechado, sem a possibilidade de resgate antecipado
O Copom ainda não cortou a taxa de juros, mas isso deve acontecer em breve — e o mercado já se move para ajustar os retornos para baixo
BTG Pactual, BB Investimentos, Itaú BBA e XP recomendam aproveitar as rentabilidades enquanto a taxa de juros segue em 15% ao ano
Em carta mensal, Sparta analisa por que os eventos de crédito deste ano não doeram tanto no mercado de debêntures quanto os de empresas como Americanas e Light em 2023 e avalia os cenários de risco e oportunidades à frente
Pierre Jadoul não vê investidor disposto a tomar risco e enfrentar volatilidade enquanto juros continuarem altos e eleições aumentarem imprevisibilidade
O produto estará disponível por tempo limitado, entre os dias 24 e 28 de novembro, para novos clientes
Após o tombo do Banco Master, investidores ainda encontram CDBs turbinados — mas especialistas alertam para o risco por trás das taxas “boas demais”
Levantamento da Anbima mostra que a expectativa de queda da Selic puxou a valorização dos títulos de taxa fixa
A correção de spreads desde setembro melhora a percepção dos gestores em relação às debêntures incentivadas, com o vislumbre de retorno adequado ao risco
Surpresa da divulgação do IPCA de outubro foi gatilho para taxas do Tesouro Direto se afastaram dos níveis mais altos nesta terça-feira (11)
BTG Pactual, BB Investimentos, Itaú BBA e XP recomendam aproveitar as rentabilidades enquanto a taxa de juros segue em 15% ao ano
Queda inesperada de demanda acende alerta para os fundos abertos, porém é oportunidade para fundos fechados na visão da gestora
Queda inesperada de demanda por debêntures incentivadas abriu spreads e derrubou os preços dos papéis, mas movimento não tem a ver com crise de crédito