Governo aprova regras para tentar acelerar privatização de pequenas e médias estatais
Nova resolução passa a valer imediatamente para estatais com receita operacional bruta anual inferior a R$ 300 milhões

Na tentativa de acelerar a privatização de pequenas e médias empresas, o Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) aprovou nesta terça-feira (19) a criação de um processo simplificado para venda de companhias públicas.
A resolução passa a valer imediatamente para estatais com receita operacional bruta anual inferior a R$ 300 milhões.
A ideia é reduzir o tempo de privatização de estatais dos atuais 1,5 ano a 2 anos em, pelo menos, um semestre. Entre as empresas que já estão qualificadas no PPI e que poderiam utilizar o processo está a Ceitec, empresa que fabrica chips no Rio Grande do Sul.
Hoje, para privatizar empresas estatais, é preciso qualificá-las no PPI por meio de resolução. Depois, a decisão deve ser formalizada por decreto que inclua a empresa no Programa Nacional de Desestatização (PND).
Esse processo é moroso, já que a instrução de decretos é mais complicada do que a de resoluções. Pelo processo aprovado nesta terça, a instrução da resolução passa a servir para o decreto também.
"Estamos fazendo um esforço para fazer as privatizações de forma mais rápida", disse a secretária especial do PPI, Martha Seillier.
Leia Também
Subsidiárias
Uma das principais promessa de campanha do governo do presidente Jair Bolsonaro, as privatizações empacaram e, até agora, nenhuma estatal de controle direto da União foi vendida - houve apenas desinvestimentos, ou seja, venda de subsidiárias de estatais.
No balanço anual que o governo apresentou nesta terça, o PPI leiloou 35 ativos, que devem trazer investimentos na ordem de R$ 442 bilhões nos próximos anos e geraram uma arrecadação de R$ 90,7 bilhões em outorga.
Até o fim do ano, o governo ainda deve fazer mais um leilão de linhas de transmissão de energia e renovar a concessão ferroviária da malha paulista.
Hoje, o Conselho do PPI incluiu 18 novos projetos na carteira, entre eles o leilão do 5G, previsto para o segundo semestre de 2020 na carteira, e qualificou a desestatização da estatal Nuclep. Dois itens extrapauta foram incluídos: a concessão da BR-158 e do Parque Nacional Aparados da Serra.
Seillier disse que as áreas que não foram arrematadas nos últimos leilões de petróleo e gás voltam para a carteira do PPI. No ano que vem, elas devem ser ofertadas novamente, mas ela não esclareceu sob qual regime de exploração.
Um grupo de trabalho do PPI vai se debruçar sobre a legislação vigente na área e, eventualmente, pode propor alguma mudança ou projeto ao Congresso.
*Com Estadão Conteúdo
AGENTES DE IA
O próximo concorrente de Visa e Mastercard pode não ser um banco, mas uma inteligência artificial
5 de setembro de 2026 - 14:55BENEFÍCIOS
A próxima batalha dos bancos é pelo mercado de vale-refeição (VR) e vale-alimentação (VA)
5 de setembro de 2026 - 13:22PERDEU O ENTUSIASMO
Intelbras (INTB3): ação ainda pode subir 22%, mas JP Morgan já não recomenda compra; confira os motivos
4 de setembro de 2026 - 17:42GORDURA NO CAPITAL?
Méliuz (CASH3) diz que tem capital demais e quer ‘cortar’ R$ 160 milhões da própria conta; entenda
4 de setembro de 2026 - 16:37Conteúdo BTG Pactual
Em busca do próximo milionário: A maior competição de trading do país encerra as inscrições em 6 de setembro; veja como se inscrever
4 de setembro de 2026 - 16:00TOUROS E URSOS #286
Casas Bahia, Habib’s e mais: por que tantas empresas no Brasil estão quebrando?
4 de setembro de 2026 - 15:33MUDANÇAS EM BRASÍLIA
IRB (IRBR3): essa mudança de lei pode colocar mais de 20% de valorização no bolso de quem tem a ação; entenda
4 de setembro de 2026 - 11:02NOVA PROVA DE FOGO?
Sabesp (SBSP3) decepcionou no 2T26, mas ação ainda pode subir 40%; XP revela o que falta para destravar a alta
4 de setembro de 2026 - 10:30EXPANSÃO INTERNACIONAL
Revolut bate à porta de Wall Street: fintech recebe aval para virar banco nos EUA até 2027
3 de setembro de 2026 - 16:24DA ÁGUA PARA O VINHO
Duplo twist carpado: BofA dá ‘duplo upgrade’ em Magazine Luiza (MGLU3) após disparada da ação e acordo com Mercado Livre
3 de setembro de 2026 - 15:25MAIS UMA LIQUIDAÇÃO
Adeus, Trustee: BC liquida distribuidora ligada ao caso Banco Master; Banvox também entra na lista
3 de setembro de 2026 - 12:42SD ENTREVISTA
Wiz Co (WIZC3) quer transformar a carta de consórcio em passaporte para um mercado de R$ 500 bilhões
3 de setembro de 2026 - 12:33LIDERANÇA DE DÉCADAS
Após 24 anos, Steinbruch deixa cargo de CEO da CSN (CSNA3) e outro peso-pesado assume; ação dispara no Ibovespa
3 de setembro de 2026 - 9:08CEDO PARA COMEMORAR?
Banco do Brasil (BBAS3): por que nem a melhora do agro convence a XP a investir na ação?
2 de setembro de 2026 - 15:08BOM PRA CACHORRO
Petz Cobasi (AUAU3) mostra os dentes — veja por que Itaú BBA vê potencial de alta de 32% para a ação
2 de setembro de 2026 - 13:20DOIS 'TIMES' PARA AS ELEIÇÕES
Lula x Flávio Bolsonaro: Citi revela as ações favoritas de bancos se Lula vencer — e onde aposta se Flávio levar
2 de setembro de 2026 - 11:22HISTÓRIA DE UM CASAMENTO
O divórcio saiu: Azzas 2154 (AZZA3) será dividida entre Arezzo&Co e Soma — e Farm fica em ‘guarda compartilhada’
2 de setembro de 2026 - 10:19PARCERIA ESTRATÉGICA
Rede D’Or (RDOR3) e Bradsaúde (SAUD3) desembarcam em Minas Gerais com negócio de R$ 130 milhões pelo Biocor
2 de setembro de 2026 - 10:19NÃO PODE CONTRA, JUNTE-SE
Magazine Luiza (MGLU3) se junta ao Mercado Livre (MELI34) para recuperar vendas online — mas Fred Trajano tem outra aposta para o longo prazo
2 de setembro de 2026 - 9:32SE NÃO MINÉRIO, QUEM VAI FAZER VOCÊ FELIZ?