O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A afirmação é do secretário responsável pelas privatizações. Para Salim Mattar, depende de atitude de governo, mas ele disse que venderia 100% das empresas públicas imediatamente
Depois de divulgar a lista de empresas que estavam sobre avaliação do governo para serem privatizadas, o secretário especial de desestatização e desinvestimento do Ministério da Economia, Salim Mattar, adotou um tom mais leve hoje (27) em evento para investidores em São Paulo promovido pelo BTG Pactual.
"Privatização só será feita depois da reforma da Previdência, antes o governo pode vender imóveis", destacou o secretário.
Ao contrário do que era esperado, o secretário foi enfático e disse que vai fazer tudo com calma. Mattar falou que hoje trabalham 500 mil pessoas nas estatais e que é "preferível ir devagar e sempre. Queremos um programa de privatização smooth, sem ter deslizes para não prejudicar as próximas privatizações".
Mattar disse que se dependesse dele ele privatizaria 100% das empresas públicas em 2019, mas que não tem controle total sobre o processo de desestatizações porque depende do governo.
Ele ressaltou que "por exemplo, no caso dos Correios a autoridade setorial fica no Ministério da Ciência e Tecnologia. Então, de certa forma, nós do ministério temos um assento no board, mas a autoridade que nomeia quem será o conselheiro é o próprio ministério".
Já sobre o fato de manter BB, Caixa e Petrobras fora da lista como ele já havia mencionado, Mattar disse que já é um grande avanço vender 131 estatais, e que não se preocuparia com elas. Também falou que talvez o próximo governo seja mais liberal como o de Bolsonaro e consiga fazer isso.
Leia Também
Com relação às subsidiárias do BB, Caixa e Petro, ele disse que o processo de venda está nas mãos das "empresas mãe". Mas que no caso das outras, a expectativa é que a venda leve entre cinco e seis meses.
Segundo Mattar, a ideia com a privatização é manter apenas as empresas de segurança nacional.
Quando indagado sobre a Emprapa, o secretário afirmou que a empresa pode ser privatizada com "com relativo controle estatal", mas não deu mais detalhes de como isso seria feito.
Outra empresa citada foi a Eletrobras. Para ele, a sua capitalização deve ocorrer até o fim deste ano.
Mas o secretário não abordou apenas as estatais nacionais. Mattar destacou, inclusive, que estava ajudando os governos estaduais na privatização de empresas, e que um dos que o procuraram foi o governador de Minas Gerais, Romeu Zema.
"O Zema nos procurou e estamos auxiliando-0 na venda de três estatais mineiras", destacou o secretário.
Mesmo sem especificar as companhias, o mais provável é que dois nomes sejam a Companhia Elétrica de Minas Gerais (Cemig) e Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa).
Ao ser questionado sobre concessões que viriam antes, o secretário disse que vai sair um pacote agora sobre concessões de aeroportos.
Ele também falou que "o pipeline dos projetos de concessão deve ser tocado a toda velocidade, já que ele não interfere na reforma da Previdência e nem acelera a geração de riquezas".
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na quarta-feira (1). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (2), com a Mega-Sena em recesso, destaque para a Timemania.
Pé-de-Meia funciona como uma poupança educacional, paga até R$ 9.200 por aluno e tem depósitos ao longo do ano
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 31 de março. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar R$ 33 milhões hoje.
Benefícios começam a ser pagos nesa quarta-feira (1), seguindo o calendário do INSS; valores já estão corrigidos pelo novo salário-mínimo
Pagamentos do Bolsa Família começam em 16 de abril e seguem até o fim do mês, conforme o final do NIS; valor mínimo é de R$ 600
Com seis meses restantes até as eleições presidenciais, chairman do BTG Pactual ainda não enxerga um nome forte para ganhar a disputa da presidência
Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual, avaliou o cenário da economia brasileira no evento Global Managers Conference 2026
Chairman do BTG Pactual vê fluxo global migrando para emergentes e revela “carta na manga” brasileira; confira
Entre preço de fertilizantes e desabastecimento de materiais, analistas aumentam as projeções de inflação para alimentos
Confira o calendário de feriados de abril para se programar e aproveitar para descansar durante o mês
Lotofácil e Quina foram as únicas loterias a terem ganhadores na segunda-feira (30). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Já os prêmios em jogo em cada uma delas aumentaram.
Bolsa-Família, Gás do Povo e mais programas sociais do governo realizam pagamentos neste mês; confira a agenda
Um bairro da Zona Norte tem o maior número de ruas com imóveis que integram o novo limite do Minha Casa, Minha Vida, mas ainda está fora do radar dos compradores
Fundo vê risco de pressão persistente nos preços e alerta para impacto nas expectativas; mercado brasileiro já revisa IPCA para cima
Em evento, Gabriel Galípolo afirma que novos choques externos não mudaram a trajetória da política monetária; veja o que ele disse
Economistas ajustam expectativas para os próximos anos e reforçam cenário de desinflação mais lenta; veja estimativas no relatório desta semana
Mega-Sena acaba de sair pela terceira vez em março e fica longe do pódio dos maiores prêmios das loterias da Caixa. Dupla de Páscoa lidera pela segunda semana seguida, mas posição tem data de validade.
Sorteio da Dupla de Páscoa de 2026 está marcado para o próximo sábado, dia 4 de abril. A estimativa original de prêmio era de R$ 35 milhões. Agora o valor aumentou.
Na Europa e nos EUA já se fala em aumento dos juros devido aos riscos inflacionários; economistas respondem se Brasil corre esse risco também
Segundo o banco, o aumento do petróleo traz pressão não só para o preço dos combustíveis e deve se espalhar por alimentos e bens industriais