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2019-04-02T12:29:43-03:00
Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA. Trabalhou por 18 anos nas principais redações do país, como Agência Estado/Broadcast, Gazeta Mercantil e Valor Econômico. É coautor do ensaio “Plínio Marcos, a crônica dos que não têm voz" (Boitempo) e escreveu os romances “O Roteirista” (Rocco), “Abandonado” (Geração) e "Os Jogadores" (Planeta).
Adeus, estatais

Dinheiro na mão! Privatizações podem render R$ 500 bilhões aos cofres do governo, diz Bradesco

Do total de privatizações esperadas pelo Bradesco, o governo pode arrecadar até R$ 221 bilhões nos próximos dois anos. Isso caso a reforma da Previdência seja aprovada, é claro

2 de abril de 2019
12:29
Refinaria Abreu e Lima da Petrobras
Participações da Caixa e do BNDES na Petrobras podem render R$ 60 bilhões, segundo o Bradesco BBI - Imagem: Divulgação

R$ 500 bilhões. Esse é o volume de recursos que pode entrar nos cofres do governo com as privatizações e vendas de participações em estatais. A estimativa é do Bradesco BBI, unidade do banco que atende o segmento de atacado.

A análise foi feita pela equipe do Bradesco com base nas projeções feitas por Salim Mattar, secretário de Privatizações do governo Bolsonaro. O valor considera as estatais que efetivamente têm condições de serem negociadas, por isso é menor que os R$ 800 bilhões em negócios potenciais esperados pelo governo.

Do total de privatizações esperadas pelo Bradesco, o governo pode arrecadar até R$ 221 bilhões nos próximos dois anos. Os números foram apresentados por Marcelo Noronha, vice-presidente do banco, em uma entrevista coletiva que aconteceu durante um evento promovido pelo BBI para investidores brasileiros e estrangeiros em São Paulo.

O banco também mapeou a forma como essas empresas podem passar para as mãos da iniciativa privada. Do total de privatizações esperadas para os próximos dois anos, R$ 57 bilhões devem acontecer via ofertas públicas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês).

Outros R$ 101 bilhões virão com a venda de ações de empresas já listadas na bolsa (follow ons). Só a venda das participações da Caixa Econômica Federal e do BNDES na Petrobras podem render R$ 60 bilhões, segundo os cálculos do banco.

Os demais R$ 62 bilhões devem vir com a venda direta para investidores estratégicos. "São estatais que prestam serviços para o governo e não teriam demanda no mercado de capitais", afirmou Noronha.

O efetivo cumprimento das projeções para as privatizações depende, é claro, da aprovação da reforma da Previdência. No cenário-base do Bradesco, as mudanças nas regras para a aposentadoria devem ser aprovadas pela Câmara até julho deste ano, co uma economia de até R$ 800 bilhões nos próximos dez anos.

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