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Economistas falaram durante 1º. Seminário Produtividade e Reformas, que aconteceu na manhã de ontem em São Paulo
A continuidade da agenda para aprovação de reformas é essencial para que a produtividade do trabalhador brasileiro volte a avançar, segundo economistas que participaram do 1º. Seminário Produtividade e Reformas, que aconteceu na manhã de ontem em São Paulo.
O evento, uma parceria do jornal O Estado de S. Paulo com o Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), discutiu as reformas necessárias para aumentar esses indicadores e impulsionar o crescimento do País.
Eles falaram na semana em que o IBGE divulgou que o Produto Interno Bruno (PIB) avançou 0,6% no terceiro trimestre de 2019.
Os dados mais recentes, no entanto, não são nada animadores: o ano de 2019 vai ser marcado pela queda da produtividade, resumiu a economista e pesquisadora do Ibre Silvia Matos.
Ela afirmou que os indicadores de emprego têm melhorado ao longo de 2019, mas a produtividade caiu no período, em função do aumento do trabalho informal - que responde por mais da metade da queda da produtividade do País.
Os indicadores de produtividade por hora trabalhada apontam quedas consecutivas desde o primeiro trimestre deste ano, em relação ao mesmo trimestre de 2018. O dado mais recente, do terceiro trimestre, mostra queda de 0,7%, com destaque para o setor de serviços, que recuou 1,3%.
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Pesquisador do Ibre, o economista Fernando Veloso associou a queda da produtividade ao baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que nos últimos três anos cresce ao redor de 1%.
"O PIB tem sido revisado e, com o resultado de quarta-feira, 4, (o PIB cresceu 0,6% no terceiro trimestre e teve sua série revisada ao logo de 18 meses para trás), as instituições passaram a revisar suas projeções e deve dar em torno de 1% (no fechamento do ano)", disse Veloso.
Para Pedro Cavalcanti Ferreira, da FGV Crescimento & Desenvolvimento, a questão é saber se essa informalidade é temporária, com as pessoas, numa primeira etapa, aceitando o emprego que aparece para depois ir para empregos formais e de mais qualidade. A solução dessa questão vai depender das reformas a serem aprovadas, na avaliação dele.
Segundo o economista Bernard Appy, conjunturalmente, há um paradoxo na questão, já que quanto mais produtividade tiver uma economia menos ela vai contratar. Ele também deu como exemplo a construção civil, que está se recuperando porque os juros estão muito baixos. Mas sem demanda os empresários não vão investir e não vão contratar.
Autor da proposta da reforma tributária em tramitação na Câmara dos Deputados, Appy, discordou da afirmação de que os debate em torno do tema esta andando muito devagar. "No primeiro trimestre de 2020 é que veremos isso", disse ele.
Appy, que é do Centro de Cidadania Fiscal, é autor do estudo em que se baseia a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45, de autoria do deputado Baleia Rossi (MDB-SP). A PEC 45 tem como principal objetivo a unificação de tributos federais (PIS, Cofins e IPI), estaduais (ICMS) e municipais (ISS). O novo tributo, batizado de Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), replicará no Brasil o modelo do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), aplicado em outros países.
"As reformas estruturais de que o País precisa são ainda mais importantes nesse cenário atual. Elas ajudam a dar uma sinalização de que o País está indo no caminho certo", completou Veloso. Ele ressalta que a abertura da economia também é importante para aumentar a produtividade, já que as únicas empresas que costumam ser contra são as com menor força para ampliar sua atividade.
*Com informações são do jornal O Estado de S. Paulo e Estadão Conteúdo
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