Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Estadão Conteúdo

Balanço de fim de semestre

Os primeiros seis meses do governo Bolsonaro

Ao fim do primeiro semestre, é possível dizer que o bolsonarista mais fiel carrega o sotaque do Sul do País e está na faixa dos que possuem renda mais alta

Estadão Conteúdo
30 de junho de 2019
12:37
, Jair Bolsonaro
Imagem: Marcos Corrêa/Presidência da República

A avaliação positiva do governo e a popularidade do presidente Jair Bolsonaro diminuíram de forma constante nos primeiros seis meses do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao fim deste período, é possível dizer que o bolsonarista mais fiel se notabiliza por duas características marcantes: ele carrega o sotaque do Sul do País e está na faixa dos que possuem renda mais alta.

Dados das pesquisas divulgadas pelo Ibope desde janeiro mostram que Bolsonaro continua “mito” mais para os que ganham acima de cinco salários mínimos, cujo apoio chegou a crescer no mês de junho.

Também na contramão da tendência de queda da avaliação positiva da atual gestão estão os moradores da região Sul, a única que registrou aumento no apoio a Bolsonaro na mais recente pesquisa, divulgada na semana passada em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Por outro lado, os habitantes do Nordeste e de menor renda foram os que mais desembarcaram do apoio ao presidente na primeira metade do ano. Em relação ao penúltimo levantamento do Ibope, em abril, três a cada dez nordestinos que apoiavam Bolsonaro pularam do barco. Hoje, apenas 17% dos moradores da região, reduto do PT, consideram a gestão boa ou ótima.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No Sul, por outro lado, a avaliação melhorou de abril para junho: hoje com 52% de aprovação ao presidente, oito pontos a mais em relação ao levantamento anterior, a região é a única onde ele tem como apoiadores mais da metade da população.

Leia Também

É o caso da administradora de empresas Marilea Martins, de 58 anos. Moradora de Curitiba, no Paraná, ela afirma que Bolsonaro “herdou uma estrutura corroída pela corrupção do PT” e precisa de apoio da população para governar. “As ações que ele está propondo para melhorar o País enfrentam a resistência do Congresso, corrupto e acostumado ao toma lá, dá cá.”

Marilea também se enquadra em outro aspecto: ao fazer um recorte por renda, também fica claro quem sustenta o apoio a Bolsonaro - que, na média geral, é avaliado como bom ou ótimo por 32% da população, mesmo número dos que o avaliam como ruim ou péssimo e como regular. Quase metade dos que ganham mais de cinco salários mínimos dão apoio ao presidente. Marilea se considera uma típica integrante da classe média curitibana e está na faixa entre cinco e dez salários mínimos.

Os dados por renda acabam refletindo nos que têm como base a formação escolar dos entrevistados. Bolsonaro também apresentou queda acentuada entre os que estudaram apenas até a 4.ª série do ensino fundamental, com seis pontos a menos da pesquisa de abril para a divulgada na semana passada - enquanto as outras faixas desse segmento não oscilaram tanto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar de os índices de bom ou ótimo, ruim ou péssimo e regular estarem no mesmo patamar, Bolsonaro é o presidente mais mal avaliado em início de primeiro mandato desde Fernando Collor. O presidente também vai mal em outros dois pontos da pesquisa: a aprovação ao modo de governar o País e a confiança na sua figura.

Mais da metade da população - 51% dos entrevistados - não confia no presidente, enquanto 46% confiam. Quanto ao modo de governar, os números são menos distantes entre si: 48% desaprovam a maneira como Bolsonaro se comporta à frente do Palácio do Planalto, ante 46% que o endossam.

“O apoio ao governo está bem próximo do tamanho dos grupos mais identificados com uma visão mais conservadora em termos morais (evangélicos sobretudo)”, afirmou o cientista político Marco Antônio Teixeira, que vê o desemprego e a queda na renda, somados a fatores mais específicos, como os principais motivos para a constante queda de popularidade do presidente.

A diferença mais acentuada se dá no segmento por região. No Nordeste a avaliação do governo como bom ou ótimo já era menor que a média nacional em abril e os números despencaram na mais recente pesquisa (mais informações nesta página).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No item renda, os que ganham até 1 salário e veem o governo com bons olhos ficam em apenas 21% dos entrevistados. A diferença entre os setores cresceu na pesquisa deste mês.

Outro pilar de sustentação do bolsonarismo, por sua vez, sofreu um baque na pesquisa de junho. Os municípios do interior e os com menos de 50 mil habitantes registraram queda maior do que capitais e cidades periféricas. Antes havia uma diferença clara entre os tipos de município; agora não há mais.

A contadora Angélica Bernardes, de 49 anos, moradora de São Leopoldo (RS), mantém o apoio a Bolsonaro porque considera que valores morais e éticos estão se perdendo. “Eu vejo que as pessoas já estão cansadas nesse país de falta de valores, princípios, educação, respeito. Infelizmente perdemos tudo isso no Brasil. É muita libertinagem. Não sou homofóbica, nem racista, eu só quero respeito”, afirmou a contadora, que apoia a política de armas do atual presidente.

Este também é o motivo do apoio manifestado pelo comissário da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Ricardo de Souza Salamon, de 51 anos. “Essa falácia de calibres restritos e permitidos era mais uma jabuticaba. Temos é que endurecer a legislação para quem comete crime armado e com arma ilegal”, disse. “Permitir que o cidadão se defenda é dever do Estado. Mais perigoso é deixar, como ocorre hoje, que um criminoso quase sempre reincidente, seja colocado prematuramente em liberdade e coloque toda sociedade em risco”, afirmou Salamon, que trabalha há 27 anos na corporação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pautas econômicas e de costumes têm marcha desigual após 6 meses

O balanço dos seis primeiros meses do governo Bolsonaro mostra um avanço em pautas econômicas como a reforma da Previdência, defendida como fundamental para o reequilíbrio das contas públicas e para a retomada do crescimento econômico. Bem diferente é a situação da chamada “pauta conservadora”, que serviu de base para a campanha do então candidato do PSL. Propostas como o Escola Sem Partido, a flexibilização da posse e porte de armas e o combate às políticas de gênero têm enfrentado resistência e derrotas no Congresso.

“O Congresso apoia a modernização econômica, mas a agenda conservadora se mostrou inviável. Os parlamentares a rejeitam”, resume o pesquisador Fernando Schüler, do Insper. Ao analisar o desempenho do governo, Schüler faz outra observação: o governo tem perdido o “protagonismo” na condução mesmo da agenda econômica, que tem andado mais por iniciativa do Legislativo. “O Congresso está comandando a agenda econômica, é uma situação inusitada. O governo perde protagonismo mas, se funcionar e gerar resultados, vai colher frutos e será reconhecido.”

Desde a posse, Jair Bolsonaro tem repetido que precisa combater o que ele chama de “velha política”, que seria baseada na troca de cargos por votos. Essa ofensiva contra os políticos também é usada por grupos bolsonaristas nas redes sociais e em protestos de rua, ao responsabilizarem o Congresso pelo atraso na aprovação das reformas. Os parlamentares negam o “toma lá, dá cá” e acusam o Executivo de querer passar por cima dos demais Poderes.

Como resultado desse impasse, Bolsonaro ainda não conseguiu assegurar uma base de apoio forte o suficiente para garantir que seus projetos sejam aprovados. Foi o caso do primeiro decreto de armas, derrubado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Destino parecido teve a medida provisória que transferiu para o Ministério da Agricultura a demarcação de terras indígenas, devolvido pelo Senado ao Executivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A questão da demarcação será avaliada em agosto pelos ministros do Supremo Tribunal Federal, onde o governo também já amargou derrotas. A Corte aprovou a criminalização da homofobia - criticada por Bolsonaro - e impediu a extinção indiscriminada dos conselhos federais públicos. “Seria ruim se o governo aprovasse pautas na base do ‘toma lá, dá cá’. Isso foi rejeitado nas urnas, mas fica o desafio: como dar governabilidade e conduzir reformas?”, afirmou Schüler.

Previdência

Apresentada em 20 de fevereiro, a reforma da Previdência foi aprovada em comissão especial e segue agora para apreciação no plenário da Casa nas próximas semanas. Ainda não há garantia de que vai atingir a economia de R$ 1,3 trilhão em dez anos almejada pelo Ministério da Economia, mas o consenso em torno da necessidade da reforma aponta para algum alívio nas contas públicas.

Até lá, o governo tem sido cobrado a adotar medidas de curto prazo que estimulem a economia. Pesquisador da Universidade de Harvard, Hussein Kalout diz que é preciso resolver três problemas: renda, crédito e emprego. “Sem isso, a economia entrará em processo de inércia e haverá impactos sobre a sociedade, o empresariado e o mercado”, avaliou. Kalout citou ainda a necessidade de abertura comercial, redução tarifária, a desburocratização da administração pública e a qualificação profissional.

Na sexta-feira, o governo comemorou acordo para formar uma área de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE). O tratado prevê que, no prazo de até uma década, 90% do que o Brasil exporta entrará na UE sem tarifas. Hoje somente 2,4% dos produtos têm alíquota zero. O acordo também facilitará a entrada de produtos europeus no Brasil. “Outros países não vão querer ficar de fora do mercado do Mercosul. Aumenta nossa inserção no mundo”, diz Pedro Camargo Neto, ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A mudança de governo também deixou marcas na imagem externa do Brasil, após forte atuação do que os bolsonaristas chamam de “ala ideológica”. Alvo de protestos nos Estados Unidos, Chile, Suíça e Argentina, o governo tem sido contrário a pautas que o Brasil defendia anteriormente, como o multilateralismo. Outra característica foi a aproximação com os EUA e com governos de extrema-direita da Hungria, Polônia e com setores na Itália.

Para Oliver Stuenkel, coordenador do programa de pós-graduação de Relações Internacionais da FGV, a política externa perdeu a previsibilidade. “É um produto de brigas entre as facções do governo. Os países estão estabelecendo diálogos paralelos com as facções para antecipar qual grupo pode ganhar as batalhas”, afirmou, exemplificando com interesses de militares, de liberais e da ala “ideológica”.

Como exemplo, Oliver citou as críticas do chanceler Ernesto Araújo à integração regional da Europa e ao globalismo. “Depois disso, Bolsonaro vai para a Argentina e mostra interesse em promover um debate sobre uma moeda comum, pesadelo para qualquer contrário ao globalismo.”

O ex-embaixador Rubens Ricupero diz que o País perdeu energia prejudicando a relação com a China ou com declarações polêmicas com os países árabes, quando cogitou transferir a embaixada em Israel. “O prestígio internacional do Brasil está hoje perto de zero.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agenda do governo não engrena na Câmara

Com uma articulação política reconhecidamente falha e uma relação ora turbulenta ora amistosa com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o governo do presidente Jair Bolsonaro aprovou, nestes primeiros seis meses de gestão, pautas de seu interesse na Casa num ritmo comparado a espasmos pontuais entremeados por paralisações. É o que apontam dados do Basômetro, ferramenta do Estado que monitora a relação entre o Executivo e o Legislativo.

O ritmo de votações orientadas pelo governo pode ser visto nos gráficos desta página, referentes aos primeiros semestres de todos os presidentes desde 2003. Cada barra indica um dia de votação no qual o governo orientou votação na Câmara - o tamanho delas indica a quantidade de votações naquele dia. Quanto maior for a barra verde, mais votos foram favoráveis ao governo - a rosa são os votos contrários.

Na comparação com as gestões anteriores, o governo Bolsonaro é o que registra os maiores espaços temporais entre as votações orientadas na Câmara desde 2003. Não foram incluídos na contagem as votações em que o governo se absteve de orientar a base aliada. No início deste mês, o Estado informou que uma em cada três propostas que tramitaram na Câmara este ano não foram orientadas pelo Palácio do Planalto. É a maior “taxa de omissão” desde 2003, primeiro ano do governo Luiz Inácio Lula da Silva.

Os espaços em branco no gráfico coincidem com os períodos em que houve ruídos nas relações entre o governo Bolsonaro e Rodrigo Maia, responsável por determinar a pauta de votação da Câmara. Entre 26 de março e 7 de maio, por exemplo, passaram-se 42 dias sem que o governo orientasse os deputados em votações. O período coincide com um estremecimento na relação entre Maia e o clã Bolsonaro.
O estopim foi a publicação de uma mensagem, no dia 21 daquele mês, do vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PSC), filho “02” do presidente”, no Twitter. Carlos ironizou Maia por sua relação de parentesco com o ex-ministro Moreira Franco, que havia sido preso naquele dia - presidente da Câmara é casado com a enteada do ex-ministro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante a longa lacuna no plenário da Câmara, no entanto, Bolsonaro teve uma vitória na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que aprovou a admissibilidade da reforma da Previdência, a principal pauta do governo. Deputados consideraram, no entanto, que a aprovação não foi por causa de Bolsonaro, mas apesar dele. No dia seguinte, Maia disse que o governo precisa “fazer política” e “assumir a importância da aprovação da reforma.”

Em maio, o governo conseguiu aprovar pautas de menor relevância, como a transferência da Junta Comercial do Distrito Federal, que estava sob controle da União, para o governo estadual. E sofreu derrotas significativas, como o retorno do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o ministério da Economia - contrariando os interesses do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

No dia 28, dois dias depois das manifestações de rua am apoio a Bolsonaro, nas quais o Legislativo e o Judiciário foram alvo, os chefes dos três Poderes se reuniram para e firmaram um “pacto”. Apesar da postura reticente de Maia em aderir ao pacto, a reunião refletiu no “humor” da Câmara, com a aprovação de pautas de interesse do governo. O ritmo, no entanto, voltou a cair no início de junho, a partir da divulgação das supostas trocas de mensagens entre Moro e o procurador da República Deltan Dallagnol.

*Com o jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CUIDADO, ELEITOR!

De olho na IA nas eleições, TSE fixa regras contra deepfakes; saiba como denunciar

10 de março de 2026 - 19:29

Especialistas apontam que a observação detalhada da face e do áudio é o primeiro filtro de segurança, mas não é o único

AMIGOS?

O que Daniel Vorcaro conversava com Alexandre de Moraes? Veja as conexões encontradas no celular do banqueiro

6 de março de 2026 - 17:42

Investigação da PF encontra mensagens do ministro do STF no WhatsApp do banqueiro que apontam para uma relação de pelo menos dois anos

INAUGURAÇÃO OFICIAL

Haddad é responsável pelo equilíbrio da economia, diz Lula no pontapé da campanha em São Paulo

3 de março de 2026 - 19:27

Ex-governador de São Paulo e nome forte no Estado, Geraldo Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira

ESQUENTA

Lula e Flávio Bolsonaro têm empate técnico no primeiro turno das eleições, e pressão para Haddad concorrer ao governo de SP aumenta

27 de fevereiro de 2026 - 11:04

Os dados mostram também o filho de Jair Bolsonaro numericamente a frente de Lula no segundo turno, apesar da igualdade técnica entre ambos

CORRIDA PRESIDENCIAL

Vantagem de Lula cai ao menor nível contra Flávio Bolsonaro, mas presidente ainda lidera no 1º turno, diz Atlas/Bloomberg

25 de fevereiro de 2026 - 10:14

Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra Lula ainda à frente de Flávio Bolsonaro e Tarcísio no primeiro turno, mas com a menor vantagem da série histórica contra o senador. No segundo turno, cenário indica empate técnico com o filho do ex-presidente e desvantagem contra o governador paulista

ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS

Flávio Bolsonaro encosta em Lula no 2º turno; desaprovação do presidente segue acima de 50%, diz Meio/Ideia

4 de fevereiro de 2026 - 11:11

O avanço do senador nas intenções de voto para as eleições 2026 ocorre em um momento em que a avaliação do governo Lula segue pressionada

CRISE NOS PODERES

Senadores protocolam pedido de impeachment contra o ministro Dias Toffoli por conduta no caso do Banco Master

15 de janeiro de 2026 - 11:19

O magistrado é acusado de crime de responsabilidade, suspeição e conflito de interesses na condução do inquérito que apura as fraudes bilionárias

ELEIÇÕES 2026

Lula lidera todos os cenários da eleição presidencial, aponta pesquisa Genial/Quaest; candidatura de Flávio Bolsonaro é vista como erro por maioria

14 de janeiro de 2026 - 13:55

Levantamento mostra Lula à frente em todas as simulações, enquanto a avaliação de seu governo segue em empate técnico, com 49% de desaprovação e 47% de aprovação; confira quem tem mais chances no embate contra o petista

CORRIDA ELEITORAL

Pesquisa Meio/Ideia mostra Lula líder em 2026: petista vence Tarcísio e Flávio nos dois turnos, mesmo com 40% de rejeição

13 de janeiro de 2026 - 16:08

Apesar da rejeição elevada, Lula mantém vantagem sobre Tarcísio, Flávio, Michelle e outros adversários em todos os cenários; levantamento mostra o petista com 40,2% no primeiro turno e vitórias apertadas no segundo

CLUBE DO LIVRO

Ler liberta? Quanto tempo de pena Bolsonaro conseguiria reduzir tornando-se um leitor voraz

9 de janeiro de 2026 - 11:10

Bolsonaro pede ao STF para entrar em programa de leitura para redução de pena. Veja como funciona o sistema por meio do qual o ex-presidente tenta reduzir tempo de reclusão

TOUROS E URSOS #255

Lula 3 faz 3 anos: o saldo de altos e baixos do governo petista e a sombra do “efeito Maduro” para as eleições

7 de janeiro de 2026 - 14:25

Erich Decat, analista político da Warren, faz um balanço da gestão Lula 3 no podcast Touros e Ursos, e comenta os impactos da queda de Nicolas Maduro nas eleições brasileiras

DE OLHO NA FRONTEIRA

Itamaraty divulga nota sobre ataque na Venezuela após reunião com presidente Lula; entenda os impactos da operação para o Brasil

3 de janeiro de 2026 - 16:12

Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho

ELEIÇÕES 2026

Estilo Tarcísio? Flávio Bolsonaro adota agenda liberal para conquistar o mercado; veja as propostas

22 de dezembro de 2025 - 15:54

Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”

NO FECHAR DAS CORTINAS

Congresso aprova Orçamento de 2026 com cortes em despesas obrigatórias e mais dinheiro para emendas

19 de dezembro de 2025 - 16:49

Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)

BASTIDORES DE BRASÍLIA

Haddad diz que não vai concorrer à eleição, mas que apoiar Lula em 2026 não combina com seguir na Fazenda

19 de dezembro de 2025 - 14:11

Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula

CORRIDA AO PLANALTO

Momento decisivo para o Brasil: Lula lidera cenário eleitoral de 2026, mas rejeição desafia favoritismo, segundo especialistas

11 de dezembro de 2025 - 18:11

Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil

PEDIU REFORÇOS

Simone Tebet quer diminuir benefícios tributários de empresas — e recorreu ao mercado financeiro em busca de aliados contra o Congresso

24 de novembro de 2025 - 18:30

A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores

RECÁLCULO DE APOSENTADORIAS

Revisão da vida toda: Como o STF desarmou uma bomba orçamentária deixada no colo do governo

24 de novembro de 2025 - 13:57

STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas

RISCOS DA PRISÃO DOMICILIAR

Vigília e violação de tornozeleira eletrônica: por que Jair Bolsonaro foi preso? Entenda a motivação da Polícia Federal

22 de novembro de 2025 - 10:10

Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Bolsonaro tinha ‘alta possibilidade de tentativa de fuga’, diz Moraes ao autorizar prisão preventiva de ex-presidente

22 de novembro de 2025 - 9:16

Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia