O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Governador de Roraima, Antonio Denarium, fez algo impensável para bolsonaristas e escolheu um “comunista” para ser seu líder de governo na Assembleia: o deputado Soldado Sampaio, do PCdoB
O governador de Roraima, Antonio Denarium, fez algo impensável para bolsonaristas e escolheu um "comunista" para ser seu líder de governo na Assembleia: o deputado Soldado Sampaio, do PCdoB. Em Santa Catarina, o governador Comandante Moisés também surpreendeu os eleitores ao abrir a porta do Palácio Cruz e Sousa, sede do governo estadual, para deputados do PT e integrantes do Movimento Sem Terra (MST) - e foi presenteado com produtos da agricultura familiar.
Em jantar com a bancada estadual, no início da gestão, Moisés disse que "da porta da sala para dentro, o professor é autoridade", segundo deputados presentes. A posição demonstra resistência ao projeto Escola Sem Partido, que tem na deputada olavista Ana Carolina Campagnolo (PSL) a maior representante em Santa Catarina. Ela foi uma das primeiras a bater de frente com o governador, quando teve sua indicação à pasta da Educação preterida.
Apesar de eleitos pelo PSL de Jair Bolsonaro, Denarium e Moisés têm procurado se distanciar do modelo de governo do pelo presidente da República. A dificuldade na relação entre Executivo e Legislativo também se reproduz nos dois Estados, mas, enquanto Bolsonaro promove uma cruzada contra a esquerda e insiste na retórica ideológica, eles procuram ser pragmáticos: dialogam com a oposição e evitam a pauta de costumes.
O PSL elegeu um terceiro governador - Coronel Marcos Rocha, em Rondônia. A exemplo dos colegas de partido, ele não patrocinou até agora debate sobre temas como Escola Sem Partido ou fez menção a interferir no currículo escolar. O mais próximo que fez de Bolsonaro foi trabalhar pela militarização de escolas públicas, projeto que já era debatido no Estado.
"Não existe atrelamento à agenda bolsonarista ideológica. Era mais uma perspectiva dessas propostas liberais, principalmente do agronegócio", disse o cientista político Eloi Senhoras, da Universidade Federal de Roraima. Segundo o pesquisador Josenir Dettoni, da Universidade Federal de Rondônia, Rocha assumiu com discurso de corte de gastos e mantém comportamento em linha com seu passado na gestão pública: foi professor, diretor de escola, secretário municipal de Educação e secretário estadual da Justiça, em governos do PSB e do MDB. "Ele é mais moderado que Bolsonaro. No que mais se assemelha é o militarismo."
O esforço para construir pontes com partidos de oposição tem uma razão: a falta de uma maioria no Legislativo que garanta a aprovação de projetos dos governadores. Moisés, por exemplo, conta uma base de seis apenas seis deputados entre 40 parlamentares.
Leia Também
As dificuldades, nesse caso, são atribuídas ao discurso da "nova política" e à resistência a distribuir cargos. Recentemente, na votação de vetos do governo, sofreu um revés e ficou com apoio de apenas dois parlamentares. Na tentativa de recompor a base, trocou a liderança do governo, do Coronel Mocellin (PSL) para o delegado Maurício Eskudlark (PR).
"Hoje, nós não temos votos para aprovar a reforma, mas já temos acenos dos partidos. Até a votação, teremos maioria", disse Eskudlark, que negocia apoio do MDB, crucial para aprovação da reforma administrativa.
Em Rondônia o roteiro se repete. O governador teve um pedido de impeachment protocolado na Assembleia Legislativa em 1.º de abril.
Diferentes nos estilos e estratégias, os governadores guardam, contudo, semelhanças com o presidente. A mais visível é a escolha de militares para cargos nos governos de Moisés e Rocha. No primeiro caso, das 12 secretarias, quatro são ocupadas por militares - Saúde, Segurança, Infraestrutura e Administração. Em Rondônia o número é maior: sete dos 19 secretários e chefes de autarquias são militares.
Com informações do jornal O Estado de S. Paulo.
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto
Levantamento feito pelo Datafolha pressiona governo por definição clara antes da COP30, enquanto Petrobras aguarda liberação do Ibama
Com a decisão, Barroso encerrará um ciclo de 12 anos no STF
Levantamento Genial/Quaest indica resistência à nova candidatura do presidente, enquanto eleitorado bolsonarista se divide sobre o futuro político do ex-presidente
Deputados retiraram a votação do texto da pauta e, com isso, a medida provisória perde a validade nesta quarta-feira (8)
Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
Medida provisória 1.303/25 é aprovada por comissão mista do Congresso e agora segue para ser votada nos plenários da Câmara e do Senado
Telefonema de 30 minutos nesta segunda-feira (6) é o primeiro contato direto entre os líderes depois do tarifaço e aumenta expectativa sobre negociações
Alexandre Pires, professor de relações internacionais e economia do Ibmec, analisa os efeitos políticos e econômicos de um possível encontro entre os dois presidentes
Cenário nacional dificulta a nomeação de candidatos para as eleições de 2026, com impasse de Bolsonaro ainda no radar
Proposta de isenção de IR aprovada não é a do governo Lula, mas também cria imposto mínimo para altas rendas, programa de renegociação de dívidas e prevê compensação a estados e municípios
Proposta define regras para o novo comitê gestor do IBS e da CBS, tributos que vão substituir impostos atuais a partir de 2027
A expectativa é que o discurso seja calibrado para o público global, evitando foco excessivo em disputas políticas internas