Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Bruna Furlani

Bruna Furlani

Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB). Fez curso de jornalismo econômico oferecido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Tem passagem pelas editorias de economia, política e negócios de veículos como O Estado de S.Paulo, SBT e Correio Braziliense.

Marina Gazzoni

Marina Gazzoni

Diretora-Executiva do Seu Dinheiro e Money Times. Tem 20 anos de experiência em gestão, edição e reportagem de projetos de conteúdo de Economia, passando por Empiricus Research, G1/Globo, Folha, Estadão e IG. Tem MBA em Informação Econômico-Financeira e Mercado de Capitais e MBA em Marketing Digital. É planejadora financeira CFP® e mestranda na FGV (Inovação Corporativa).

ENTREVISTA EXCLUSIVA

‘Em um Brasil equilibrado, o mercado imobiliário pode dobrar’, diz presidente da MRV

Eduardo Fischer está otimista com o futuro do segmento e já almeja uma atuação além da baixa renda para a MRV. A empresa está aberta a inovações ainda maiores, como a construção de empreendimentos para alugar, de olho nos “millennials”, seus clientes da próxima década.

Bruna FurlaniMarina Gazzoni
1 de março de 2019
5:49 - atualizado às 11:07
Eduardo Fischer, copresidente da MRV
Eduardo Fischer, Diretor Presidente da MRV - Imagem: Leo Martins

Chegamos para uma conversa com Eduardo Fischer, copresidente da MRV, para tentar arrancar dele alguma pista do que esperar para a empresa e o mercado imobiliário neste ano.  "Ah, 2019 já está dado. Estou olhando mais para frente", disse em diferentes momentos da entrevista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O executivo está de olho no andamento da reforma da Previdência e na recuperação da economia. Se tudo der certo e a reforma de fato acontecer, a perspectiva é das melhores: crédito farto, juros baixos e demanda forte podem alimentar o mercado imobiliário para um novo ciclo de crescimento e alta de preços. "O mercado pode dobrar em um Brasil equilibrado? Pode."

A visão de Fischer é de que o momento é propício para a MRV dar passos maiores. O plano é expandir seus lançamentos além do Minha Casa Minha Vida e dos imóveis para famílias de baixa renda. A MRV vai lançar unidades maiores e mais caras para famílias de classe média, com um pouco mais de poder aquisitivo do que as que compram hoje imóveis da incorporadora.

Os planos não param por aí. A MRV está de olho nos desejos daqueles que serão seus clientes na próxima década. Como viverão os millenialls e suas famílias? As novas gerações ainda vão desejar a casa própria? A incorporadora já está construindo três edifícios exclusivamente para locação, um teste que pode abrir uma nova frente de atuação - ou até mesmo mudar completamente o seu negócio.

Entre idas e vindas de canteiros de obras e das reuniões pelo Brasil, Fischer me recebeu junto com a editora-chefe do Seu Dinheiro, Marina Gazzoni, para um bate-papo sobre o futuro da empresa. Confira agora a nossa conversa:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Eduardo Fischer nos conta mais sobre a ideia de ampliar a plataforma tradicional da MRV para a classe média - Imagem: Leo Martins

A MRV admitiu recentemente que pretende expandir sua atuação além dos imóveis para famílias de baixa renda. O que motiva essa mudança?

Leia Também

Nos últimos quatro a cinco anos estivemos muito focados na oferta de imóveis com recursos do FGTS. Foi um estratégia correta, porque esse mercado não sofreu tanto durante a crise, ao contrário do que aconteceu com os  imóvel de média e alta renda nos últimos anos. Mas nós entendemos que é um produto interessante, cabe no nosso portfólio e terá uma demanda importante com um Brasil equilibrado. Não estamos fazendo uma mudança de estratégia, mas uma ampliação da nossa área de atuação, com outro funding (poupança). Não quero reduzir nada, quero crescer.

Essa mudança tem alguma relação com um possível esgotamento dos recursos do FGTS para financiar a compra de imóveis?

A decisão primordial não é escassez do fundo de garantia. É uma oportunidade de negócio. Mas, sim, coincidentemente, ela vem de um funding diferente, e isso ajuda também. Há benefícios variados na estratégia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os recursos do FGTS parecem estar no limite. Isso não te preocupa?

Preocupa, porque o funding de fato está próximo do limite dele. Mas não chega a ser um limitador do nosso crescimento. O FGTS ainda consegue financiar umas 400 mil casas por ano. O market share da MRV, que é o maior player do mercado, ainda é pequeno. Podemos crescer ganhando participação. E tem mais uma coisa. Pensa no cliente que hoje está no faixa 3 do Minha Casa Minha Vida. Logo, essa faixa poderia deixar o programa e o FGTS para as famílias que realmente precisam. Hoje, eles conseguem taxas melhores por meio do SBPE (recursos da poupança).

Como a MRV vai adaptar o produto para atender uma classe com mais poder aquisitivo?

Hoje um imóvel padrão nosso tem cerca de 45 m². Estou falando de lançar um imóvel que tem entre 55m² e 65 m² e um preço médio de R$ 320 mil, o dobro de uma unidade da MRV. Com a Selic baixa, esse produto terá apelo muito grande para famílias que possuem renda entre R$ 6 mil e R$ 10 mil em cidades de grande porte como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte, Campinas e Porto Alegre. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Qual vai ser o peso do segmento de média renda na carteira da MRV?

A nossa ideia é que em um horizonte de quatro anos entre 20% e 25% do valor geral de vendas (VGV) esteja focado em imóveis nesse segmento.

Muitas construtoras focadas na alta renda tentaram avançar para a baixa renda no passado e saíram no prejuízo. Não seria arriscado a MRV fazer o caminho contrário?

Esse segmento de média renda não é novo para gente. Nós já trabalhamos com a classe média, principalmente no interior de São Paulo. Até uns cinco ou seis anos atrás, a média renda correspondia a cerca de 20% da carteira de imóveis da empresa. Vamos voltar para um segmento que já conhecemos, mas com um processo construtivo muito mais industrializado e uma operação mais enxuta e eficiente. Antes, trabalhávamos com 30 mil funcionários, hoje estamos com 18 mil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A MRV apresentou um plano de construir 50 mil unidades em um ano. Será em 2019?

A nossa expectativa é preparar a empresa para chegar nesse momento, mas não é um guidance. Fizemos 40 mil unidades em 2019, é provável que em lançamento vamos atingir esse número este ano. Mas esse número é mais um horizonte de para onde queremos levar a empresa.

Para chegar a esse público, as pessoas vão precisar de funding e um dos maiores é da Caixa. O banco mudou seu comando recentemente e há uma promessa de reorganizar a gestão, com mais foco em resultado. O que você acha desses planos?

Eu ouço tudo isso com muita simpatia. Toda empresa que é equilibrada funciona melhor e o que eu vejo é uma racionalidade muito grande agora com o novo governo. Tudo o que eu preciso é que o banco continue rentável, já que os ciclos da construção duram entre sete e oito anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Qual a sua expectativa para o mercado imobiliário nos próximos anos?

O Brasil ainda tem um déficit habitacional e produz menos imóveis do que as famílias precisam. O problema no Brasil sempre foi o crédito. A hora que o Brasil se equilibrar, vamos ter uma taxa Selic baixa por um bom tempo e isso é o céu. Você vai ter várias fontes de funding, compradores conseguindo crédito a preços baixos e em bancos comerciais. Se isso acontecer, o nosso setor vai crescer muito nos próximos anos. Mas muito mesmo. Então depende se o que foi proposto pelo governo de fato vai acontecer, principalmente a reforma da Previdência. Eu estou otimista, porque a sociedade está mais madura nessa discussão hoje do que quando o Michel Temer propôs dois anos atrás.

No melhor cenário, o que acontece?

Eu vejo um mercado promissor. Num Brasil equilibrado o mercado imobiliário pode dobrar? Pode.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E o que pode dar errado e fazer esse cenário não acontecer?

Basicamente as reformas não saírem do papel ou saírem muito tímidas. Isso vai afetar a economia como um todo. Se a reforma da Previdência realmente for aprovada de uma forma que gere um reequilibro fiscal ao país, a expectativa melhora muito. Se isso não acontecer, vai ser o Brasil que vivemos nos últimos dois anos. Vai ser difícil.

Olhando um pouco mais além, o comportamento dos consumidores vêm mudando e muitos jovens valorizam mais experiências do que ativos. De que forma a MRV vem se preparando para atendê-los?

Hoje, o meu cliente médio tem 28 anos. No futuro pode ser que os jovens optem por uma forma diferente de consumir o meu produto. Será que o adolescente que hoje tem 15 anos vai querer comprar o meu imóvel quando tiver 28 anos? Eu preciso entender melhor o seu comportamento para que eu consiga me preparar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Depois de analisar algumas tendências nos Estados Unidos, decidimos tentar três pilotos voltados para o aluguel de apartamentos, um em Belo Horizonte e dois em Curitiba. A ideia é oferecer um apartamento de dois dormitórios bem localizado e com alguns serviços diferenciados. Vamos testar construir para alugar. Se der errado, a gente vende.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ENTRE ALTOS E BAIXOS

Natura (NATU3) sai na frente e RD Saúde (RADL3) é ação com pior desempenho; veja os destaques do Ibovespa nesta semana

4 de abril de 2026 - 12:49

Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda

ENTENDA

Tombo de quase 80%: Fictor Alimentos (FICT3) vira ação de centavos e recebe alerta da B3

3 de abril de 2026 - 17:41

A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

Maior alta do Ibovespa na semana: Natura (NATU3) salta 12% com “selo” de gigante global. Vem mais por aí?

3 de abril de 2026 - 14:30

Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar

HORA DE COMPRAR?

Ação da Embraer (EMBJ3) tem sinal verde de compra? Empresa aumenta entregas de aviões em 47% e analistas dão veredito

3 de abril de 2026 - 12:52

A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra

FOCO EM RENDA EXTRA

Não é Auren (AURE3) nem Engie (EGIE3): a elétrica favorita do Santander pode pagar dividendos de até 24%

3 de abril de 2026 - 11:04

Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas

ONDE INVESTIR

Onde investir em abril? Os ativos para se proteger do risco geopolítico e ainda ganhar dinheiro; Petrobras (PETR4) se destaca com dividendos no radar

3 de abril de 2026 - 7:01

Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas

MERCADOS HOJE

Trump promete força total na guerra contra o Irã e espalha medo, mas Ibovespa consegue se segurar, enquanto petróleo dispara

2 de abril de 2026 - 10:56

Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos

AÇÃO DO MÊS

Axia Energia (AXIA6) segue nos holofotes com dividendos no radar — mas não é a única; confira as favoritas dos analistas para investir em abril

2 de abril de 2026 - 6:04

A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros

PORTFÓLIO INTERNACIONAL

Tchau, Ozempic? Empiricus corta Novo Nordisk e outras gigantes de carteira para abril — e reforça aposta em IA, streaming e petróleo

1 de abril de 2026 - 18:33

Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio

VEJA O CASO A CASO

Guerra no bolso: BofA rebaixa Azzas 2154 (AZZA3) e corta projeções de Magazine Luiza (MGLU3), GPA (PCAR3) e mais — veja quem sofre e quem escapa no varejo

1 de abril de 2026 - 17:28

O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados

QUEM VAI SE DAR MELHOR

Sai Prio (PRIO3), entra Petrobras (PETR4): dividendo com o fim da guerra é o alvo do BTG para abril

1 de abril de 2026 - 15:51

Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês

RENDA EXTRA NÃO VALE A PENA?

Cyrela (CYRE3) pode ativar ‘gatilho’ que pagaria até R$ 1,9 bilhão em dividendos extraordinários — mas o lucro não deve chegar ao bolso do acionista; por quê?

1 de abril de 2026 - 15:15

JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda

LOCATÁRIOS DE PESO

Alianza Trust Renda (ALZR11) traz Fleury (FLRY3) para o portfólio de inquilinos com compra de imóvel — e Shopee pode ser a próxima

1 de abril de 2026 - 13:59

As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte

AÇÕES SOBEM FORTE

Braskem: Citi muda de ideia sobre BRKM5 e eleva recomendação logo antes de notícia sobre possível proteção contra credores

1 de abril de 2026 - 11:50

Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada

ESPAÇO E IA

SpaceX, de Elon Musk, reúne 21 bancos para o maior IPO da história, diz Reuters; um deles é brasileiro

1 de abril de 2026 - 10:24

A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.

O INIMIGO AGORA É O MESMO

‘Taxa das blusinhas’ pode cair e acende alerta no varejo: Lojas Renner (LREN3), C&A (CEAB3) e Riachuelo (RIAA3) estão preparadas?

31 de março de 2026 - 18:35

Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido

OPORTUNIDADE SEGUE NA MESA

Vale (VALE3) tropeça e ação cai 6,8% em março, mas mineradora está longe do fim da linha com dividendos extraodinários à frente

31 de março de 2026 - 18:14

Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos

CHEGOU A HORA DE BRILHAR?

Bresco Logística (BRCO11) recua abaixo do valor patrimonial, e analistas veem oportunidade; entenda o que esperar do ativo e do mercado de FIIs daqui para frente

31 de março de 2026 - 16:31

Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar

VISÃO DE ESPECIALISTA

Elétricas, petróleo e construtoras: onde se escondem as oportunidades na bolsa, segundo gestores

31 de março de 2026 - 15:32

Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Maior alta do Ibovespa: Natura (NATU3) salta mais de 10% com “selo” de gigante global e outro acordo de acionistas. Hora de comprar?

31 de março de 2026 - 14:31

Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia