🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Enquanto a reforma tributária não vem...

Montadoras querem mudança no programa Reintegra

Segundo dados preliminares, o aumento das exportações compensaria o valor repassado pelo Reintegra, geraria arrecadação extra e empregos em toda a cadeia produtiva

Imagem: Shutterstock

A indústria automobilística vai levar ao Ministério da Economia, nas próximas semanas, estudo que prevê potencial de exportar de 800 mil a 1 milhão de automóveis além do previsto atualmente caso a alíquota de desconto do programa Reintegra seja ampliada de 0,1% para 10%. A reivindicação é o novo foco do setor, que vê a medida como uma "ponte" até que a reforma tributária seja aprovada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo dados preliminares, o aumento das exportações compensaria o valor repassado pelo Reintegra, geraria arrecadação extra e empregos em toda a cadeia produtiva. Neste ano, o setor deve exportar perto de 500 mil veículos.

O Reintegra foi instituído em 2011 para incentivar as exportações de todos os setores. Desde então, a alíquota variou de 0,1% a 3% e, neste ano, está no porcentual mais baixo. Cálculos das montadoras indicam que o automóvel exportado do Brasil embute, em média, 15% de impostos residuais, situação que não ocorre em outros países.

"Se conseguíssemos recuperar 10% com o Reintegra já ajudaria muito", afirma Carlos Zarlenga, presidente da General Motors América do Sul. O objetivo, diz ele, é ter condições de competir com mercados que não sobretaxam as exportações. "Tenho certeza de que conseguiríamos exportar para países da América do Sul que hoje importam da Coreia do Sul e da China, além da África do Sul e Oriente Médio", diz. "Nossos veículos são aceitos nesses mercados, só não temos preços."

Zarlenga participou ontem, em São Paulo, do Fórum Estadão Think - Exportar para Gerar Riquezas e Empregos. Para o executivo, a mudança no Reintegra não se trata de incentivo setorial, "mas de não tirar a oportunidade do Brasil de ser forte exportador". Também participaram outros executivos do setor, governadores e representantes de associações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Todos os participantes concordam que a reforma da Previdência é o tema mais urgente e, na sequência, a reforma tributária. Para o presidente da Mercedes-Benz do Brasil, Philipp Schiemer, porém, há uma urgência nas medidas para melhorar a competitividade brasileira. "Precisamos nos abrir mais para o mundo nas exportações e nas importações para trazer novas tecnologias e ganhar escala, do contrário a indústria vai morrer pois as matrizes vão perder o interesse de investir no Brasil."

Leia Também

EMPRESAS DE TELEFONIA

É o fim dos planos de celulares de R$ 20? Por que as operadoras estão deixando ofertas ultrabaratas para trás

SEMANA CHEIA

Maior queda de hoje: Tenda (TEND3) cai mais de 6% após mudança de comando e estreia no Ibovespa

O País tem parque instalado para 5 milhões de veículos, e vai produzir 3 milhões neste ano.

O superintendente da Receita Federal, Jonas Catta Pretta, afirma ser possível levar ao ministro Paulo Guedes a discussão sobre mudanças no Reintegra, mas para exportações extras, na linha do programa IncentivAuto, do governo de São Paulo, que promete desconto no ICMS para novos investimentos.

Também participaram do evento os governadores do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite; de Pernambuco, Paulo Câmara; o secretário da Fazenda de São Paulo, Henrique Meirelles; os presidentes da Fiat Chrysler, Antonio Filosa; da Associação de Comércio Exterior (AEB), José Augusto de Castro; da Anfavea, Luiz Carlos Moraes; e do Sindipeças, Dan Iochpe, além do sócio da A.T.Kearney, Mark Essle.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Montagem com a logo da enjoei e uma arara de roupas ao fundo em tons de rosa 8 de setembro de 2026 - 20:04
Logo da Tenda em fundo vermelho e letras brancas 8 de setembro de 2026 - 19:15
ações bancos banco do brasil bbas3 bradesco bbdc4 itaú itub4 santander sanb11 8 de setembro de 2026 - 18:24
Fachada do Banco Inter. 8 de setembro de 2026 - 16:23
Luciano Hang Véio da Havan 8 de setembro de 2026 - 11:11
Greg Abel, CEO da Berkshire Hathaway e sucessor de Warren Buffett 7 de setembro de 2026 - 15:35
Imagem com logo da Oi 7 de setembro de 2026 - 9:20
6 de setembro de 2026 - 12:55
recuperação judicial, empresário com dívidas 6 de setembro de 2026 - 11:15

PODCAST TOUROS E URSOS

Por que tantas empresas estão quebrando no Brasil?

6 de setembro de 2026 - 11:15
A mão de um robô humanóide quase toca na mão de um ser humano 5 de setembro de 2026 - 14:55
5 de setembro de 2026 - 13:22
Sede da Intelbras em São José, Santa Catarina 4 de setembro de 2026 - 17:42
Méliuz Bitcoin 4 de setembro de 2026 - 16:37
Montagem que traz ao fundo prédios da Casas Bahia, da Brakem, da Oi e do Pão de Açúcar. Ao centro, Tatiana Flores, advogada sócia do LDCM Advogados, e a frase: Epidemia de RJs na parte inferior da imagem 4 de setembro de 2026 - 15:33
Sede do IRB(Re) 4 de setembro de 2026 - 11:02
Sabesp pressão da água 4 de setembro de 2026 - 10:30
Revolut. 3 de setembro de 2026 - 16:24
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar