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Se tudo der errado… ganhe dinheiro

16 de abril de 2019
10:29 - atualizado às 10:31
Selo O Melhor do Seu Dinheiro; investimentos
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Uma onda de otimismo tomou o país do fim do ano passado para cá. O mercado comprou a ideia de que a reforma da Previdência vai sair, que o Brasil caminha para o equilíbrio fiscal e para a implementação de uma agenda liberal da economia. Nesse cenário, os gringos voltariam a investir no Brasil, o Ibovespa deixaria os 100 mil pontos para trás, o PIB volta a crescer e tudo dá certo. Mas e se tudo der errado?

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Não que eu ache que isso vai acontecer. Ainda não joguei a toalha. Mas, sim, é um cenário possível - e você precisa se preparar para ele. Na semana passada, Bolsonaro deu um susto no mercado e ensaiou uma intervenção na política de preços da Petrobras. Não é que foi ruim. Foi péssimo! Um baita prejuízo para quem tem ação da estatal e um sinal amarelo para todos que pensam em colocar seu dinheirinho na bolsa brasileira.

Se o governo seguir por essa toada, vai “dar ruim”, como dizem por aí. E ainda tem a novela da Previdência, que ainda não está certo que terá um final feliz. Vale lembrar que mesmo os mais otimistas condicionaram a alta da bolsa à realização da reforma.

Mas, como não temos controle sobre nossos governantes, nos resta cuidar da nossa vida. Pedi para o colunista Ivan Sant’Anna, o Seu Mentor de Investimentos, traçar um plano para o caos. Fique calmo, mesmo se tudo der errado, você ainda pode ganhar dinheiro. O Ivan te conta como nesta reportagem e traz exemplos da História em que isso já aconteceu. Vale muito a leitura!

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Não está legal...

A PEC do Orçamento impositivo, que por si só já é uma proposta bem ruim para o governo, virou estratégia para protelar a discussão da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Ontem, após inverter a ordem de votação na CCJ entre a PEC do Orçamento e a Previdência, a comissão aprovou a proposta que aumenta os gastos obrigatórios do governo. A decisão sobre a reforma da Previdência, por outro lado, deve ficar só para depois da Páscoa.

Leia Também

Dá para consertar ou se mexer estraga mais?

Paulo Guedes disse que iria falar com Bolsonaro e que dava para “consertar” a péssima decisão do presidente de se meter nos negócios da Petrobras. Várias reuniões sobre isso aconteceram ontem entre membros do Executivo e da diretoria da estatal. O presidente da empresa, Roberto Castello Branco, negou a intervenção na companhia pelo governo. Hoje a novela terá novos capítulos. O governo promete anunciar medidas "em resposta às demandas do setor de transporte rodoviário" nesta manhã. Os acionistas da Petrobras devem ficar atentos.

Quem é a Caixa na fila da redução?

A Caixa Econômica Federal está puxando a fila da "redução do Estado" nos bancos públicos. Depois de se desfazer de ações do IRB, o banco já engatilhou sua segunda operação. A intenção é vender a participação do FI-FGTS na Petrobras. Na semana passada, a instituição contratou quatro instituições, além da própria Caixa, para coordenar a operação, que pode render R$ 9 bilhões.

Briga de gigantes

Uma disputa em torno de R$ 45 milhões em aluguéis colocou de lados opostos as universidades Kroton e Uniban. Ontem à noite, uma liminar que despejava a Kroton de seis prédios em São Bernardo do Campo, Osasco e na capital, foi cassada. No Seu Dinheiro, você confere os detalhes dessa história.

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De olho no gráfico

De Olho no Gráfico CAPA

Para quem está perdido em meio a tantas notícias que afetam a bolsa, o colunista Fausto Botelho, trader e especialista em análise gráfica, conta em vídeo quatro ações com bom potencial de valorização. Não é o Fausto que diz, são os gráficos… Spoiler: duas delas são do setor de alimentos, uma é do setor de energia e a outra é de tecnologia.

Será que ele volta?

Será que você tem valor a receber do Leão? É o que pode acontecer quando o contribuinte paga mais imposto do que deveria ao longo do ano anterior. Nesta matéria, a Jasmine Olga explica a regra de restituição e apresenta o calendário de pagamentos do imposto de renda 2019.

A Bula do Mercado: frustração e suspense

O desenrolar da novela em torno da reforma da Previdência e a indefinição sobre o reajuste do diesel continuam deixando o investidor local em um misto de frustração e suspense. A votação do parecer da reforma da Previdência ficou mesmo para a semana que vem e os ativos brasileiros devem reagir colocando no preço a nova derrota do governo. O mercado doméstico também segue de olho no desenrolar da decisão sobre o reajuste do diesel, decisão que atinge em cheio a Petrobras.

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O clima tenso do mercado local se contrasta com o sentimento no exterior. É temporada de balanços lá fora e os investidores buscam pistas sobre o desempenho da economia global nos resultados. Nova York opera com os índices futuros em alta e o ânimo em Wall Street é seguido pelas bolsas europeias e asiáticas, que também aguardam novos indicadores econômicos chineses.

Ontem, o Ibovespa fechou o dia com alta de 0,22%, aos 93.082,97 pontos. O dólar encerrou a sessão com baixa de 0,52%, a R$ 3,8681. Consulte a Bula do Mercado para saber como devem se comportar bolsa e dólar hoje.

Um grande abraço e ótima terça-feira!

Agenda

Índices
- China anuncia três indicadores: o PIB do 1º trimestre, a produção industrial e as vendas do comércio em março
- Reino Unido divulga taxa de desemprego no trimestre até fevereiro
- EUA divulgam dados industriais de março
- Argentina anuncia inflação de março

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Balanços 1º trimestre
- Lá fora: Netflix, Bank of America, Johnson&Johnson, IBM, BlackRock, United Health, United Continental e BHP Group.

Política
- CCJ da Câmara volta a se reunir para debater reforma da Previdência
- Câmara pode votar urgência de projeto que devolve ao agronegócio subsídio nas tarifas de energia
- Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, faz discurso no Parlamento Europeu sobre o Brexit

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