🔴 SAIBA PROGRAMAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SEU TRABALHO COM A ‘FÁBRICA DE AGENTES DE IA’ – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

governo liberal

Caixa puxa fila da ‘redução do estado’ e avança no preparo de venda de ativos

Banco já engatilha segunda operação de privatização, após capitanear vendas das ações do ressegurador IRB Brasil Re detidas por um fundo governamental.

Concurso publico da Caixa Econômica Federal
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal. - Imagem: Itaci Batista/Estadão Conteúdo

A Caixa Econômica Federal puxou a fila da "redução do Estado" nos bancos públicos, nos 100 primeiros dias da gestão do presidente Jair Bolsonaro. No Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), as coisas estão mais devagar, o que tem desanimado os bancos de investimento. Já no Banco do Brasil, que tem menos ativos à venda e negócios mais complexos de serem empacotados, a dinâmica é diferente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Após capitanear a primeira operação de privatização bem-sucedida com a venda das ações do ressegurador IRB Brasil Re detidas por um fundo governamental, a Caixa já engatilhou a segunda operação. Desta vez, o alvo é a Petrobrás, a partir dos papéis detidos pelo FI-FGTS. A ideia é esvaziar os fundos governamentais, um por um.

Na semana passada, a instituição contratou quatro instituições, além da própria Caixa, para coordenar a operação, que pode render R$ 9 bilhões. São eles: Bank of America, XP Investimentos, Morgan Stanley e UBS.

Há uma série de ativos na fila. Um dos avanços mais recentes foi na área de seguros. A gestão atual, capitaneada pelo ex-Brasil Plural Pedro Guimarães, anunciou que iria rever todos os contratos já negociados. Está cumprindo a promessa.

A Caixa conseguiu convencer o sócio francês, a CNP Assurances, a reduzir sua fatia na futura sociedade. Com operações nos ramos de seguro de vida, prestamista (que cobre prestações) e previdência, a Caixa passará a ter 75% de participação, em vez de 60%. Já os franceses tiveram sua fatia reduzida de 40% para 25%. Em troca, o prazo da parceria deverá ser ampliado para que não se perca o acordo avaliado em R$ 4,6 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O mercado aguardava ansioso o desfecho da parceria, já que as demais sociedades que a Caixa quer estruturar em seguros dependiam da negociação com a CNP. Os novos acordos ficarão sob a Caixa Seguridade, holding que concentra as operações do setor no banco.

Leia Também

FIIS DE LAJES CORPORATIVAS

Locação do Esther Towers pelo Itaú Unibanco, maior da história, abre alerta; entenda o que acontece com setor de escritórios agora

ELEIÇÃO, JUROS E FISCAL

“Essa taxa se torna insustentável”: os juros que enchem o bolso do investidor podem estar virando problema para o Brasil

A exceção deve ser a carteira de grandes riscos, da qual a Caixa quer ter apenas 25%. Como exige muito capital, a intenção é atrair um sócio majoritário.

Concluída a reestruturação da área, o objetivo é abrir o capital da operação de seguros nos moldes da BB Seguridade, do Banco do Brasil, já no segundo semestre. Como esse cronograma se arrasta há quatro anos, especialistas têm dúvidas se será cumprido.

Na verdade, o ativo da Caixa mais ajeitado para uma oferta pública é a rede de loterias e, por isso, pode ser o primeiro. Depende, porém, de trâmite regulatório. O de seguros vem na sequência, seguido pelo braço de gestão de recursos e pela operação de cartões. Há ainda imóveis e agências a serem vendidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A desova de ativos por parte da Caixa também deve representar o reforço da sua atuação como um banco de investimentos. A instituição vai atuar como assessor, muitas vezes na condição de líder, em todas as operações. Para exemplificar a ambição da Caixa, Guimarães disse semana passada, durante palestra que vai "massacrar" o Bradesco e o Itaú Unibanco.

"... esse banco foi massacrado por Bradesco e Itaú (em outras ocasiões). Então, por que o Bradesco e Itaú podem massacrar os menores e eu não posso massacrar o Bradesco e Itaú? Vou massacrar, sim. Ué, vou massacrar, sim", disse Guimarães.

Outro tempo

Enquanto a Caixa avança, no BNDES o ritmo é mais lento. Por meio da BNDESpar, seu braço de participações em empresas, o banco tem R$ 110 bilhões em ativos que devem ser desovados nos próximos quatro anos. Até agora, porém, nenhum movimento concreto foi feito. "As coisas lá estão devagar", diz o executivo de um banco de investimento.

Já o Banco do Brasil deu alguns passos na direção de reduzir ativos que não são essenciais à instituição. Bancos foram contratados para a abertura de capital da Neonergia, da qual são sócios a espanhola Iberdrola e a Previ, que deve ocorrer ainda no primeiro semestre.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o banco Votorantim, BB e a família Ermírio de Moraes escolheram o JPMorgan que irá a prepará-lo rumo à abertura de capital. Quanto ao restante, Rubem Novaes, presidente do BB, diz que não há pressa uma vez que essas tratativas são "complexas e trabalhosas".

*Com informações do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
IA, Dinheiro, lucro, Esquecido 26 de setembro de 2026 - 9:00
bets apostas online cassinos online inadimplentes 25 de setembro de 2026 - 18:58
Ibovespa na bolsa brasileira, com investidores acompanhando o mercado em meio às perspectivas para ações e ao risco fiscal. 25 de setembro de 2026 - 18:40
Greve na Caixa: Montagem com o logotipo da Caixa diante dos logotipos de Tenda, Cury, Direcional, MRV e Plano&Plano. 25 de setembro de 2026 - 16:36
Máquina de milionários das loterias em manutenção. Lotofácil, Quina, Mega-Sena. 25 de setembro de 2026 - 6:48
Pilhas de moedas ao fundo com cesta cheia de alimentos na frente 25 de setembro de 2026 - 6:03
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 24 de setembro de 2026 - 17:30
Logo da Cogna (COGN3) 24 de setembro de 2026 - 16:45
24 de setembro de 2026 - 15:49
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 24 de setembro de 2026 - 13:39
24 de setembro de 2026 - 10:57
Tela com informações sobre o BPC (Benefício de Prestação Continuada) exibida em smartphone ao lado de uma cédula de R$ 100. 24 de setembro de 2026 - 5:05
Ganhadores comemoram prêmios da Lotofácil e da Dia de Sorte. 23 de setembro de 2026 - 6:41
Guerra comercial entre EUA e China. 22 de setembro de 2026 - 16:35
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar