O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Pesquisa do Bank of America Merrill Lynch pondera, no entanto, que quanto maior a expectativa, maior o risco de decepção com o timing das reformas. Pesquisa global reforma pessimismo com crescimento global
Nova rodada da pesquisa do Bank of America Merrill Lynch com gestores de fundos da América Latina mostra que as expectativas positivas com relação à reforma da Previdência não param de subir. Um percentual recorde de 93% dos participantes espera aprovação ainda neste ano, contra 91% em janeiro, e um terço deles acredita em aprovação no primeiro semestre.
No entanto, pondera a instituição, quando maior a expectativa, maior o risco com possíveis decepções com relação ao timing, já que o governo considera enviar ao Congresso uma nova proposta, o que vai alongar o tempo de tramitação.

A reforma também é o fator primordial para os alocadores de recursos adotarem uma postura ainda mais positiva com relação ao Brasil. Evento citado por 82% dos participantes.

As expectativas com relação ao novo governo também aumentam, já que 82% avaliam que o país retoma o grau de investimento, perdido em 2015, ainda no mantado de Jair Bolsonaro, contra 67% da sondagem anterior.
Leia Também
Quase 90% dos investidores estimam que o Ibovespa estará acima dos 95 mil pontos (patamar da data da pesquisa). Para 29% deles o Ibovespa estará acima dos 120 mil pontos no fim de 2019, contra apenas 9% em janeiro.

Já para o câmbio, 39% deles trabalham como dólar abaixo de R$ 3,60, pouco mais que os 32% de janeiro.
A tomada de risco (risk-on) atingiu nova máxima e vem aumentando gradativamente desde o fim do período eleitoral (gráfico abaixo). Quase metade dos gestores afirmam estar com posição de risco acima da média, enquanto o dinheiro em caixa segue próximo das mínimas históricas.

Os investidores seguem dando preferência ao setor de consumo e há um rotação, já que a exposição ao segmento financeiro apresentou o menor posicionamento desde o começo da pesquisa.
Os principais riscos para a América Latina continuam sendo a China/commodities, a falta de reformas e um dólar mais forte (maior número de menções desdes setembro de 2018). A Venezuela também apareceu entre os riscos.

Na ponta oposta do Brasil aparece o México. O rebaixamento de nota da petroleira Pemex atingiu o sentimento dos investidores. Agora, pouco mais de 60% dos gestores acredita que o país vai perder seu grau de investimento, contra 41% na pesquisa anterior.
A pesquisa do banco com os gestores globais continua mostrando um tom pessimista apesar da recente puxada de alta nos mercados na abertura de 2019. A alocação em ações caiu 12 pontos percentuais e apenas 6% estão com posição acima da medida (overweight), menor patamar desde setembro de 2016.
Já as posições em caixa (cash) subiram em 6 pontos percentuais para 44% “overweight”, maior leitura desde janeiro de 2009, que ilustra a cautela dos gestores.

Para 46% dos alocadores globais de recursos o crescimento mundial vai perder força ao longo dos próximos 12 meses. Uma estagnação secular continua sendo consenso, com 55% dos participantes preocupados tanto o crescimento quanto com a inflação menores.

Há preocupação, também, com o ciclo de crédito já que 46% dos gestores acreditam que os balanços corporativos mostram empresas muito alavancadas. E para 42% deles os lucros vão ser menores ao longo do ano.
Os principais riscos citados continuando sendo a guerra comercial (29%), indicação que lidera o ranking pelo nono mês consecutivo. Na sequência está uma possível desaceleração da China (21%) e um colapso do crédito corporativo (21%).
Em uma firme reversão, a posição “comprado em emergentes” é visto com o “trade mais congestionado” (18%). Há apenas três meses o “trade mais congestionado” era justamente o oposto, “vendido em emergentes”.
Outros “trades” citados foram “comprado em dólar” (17%) e “comprado” em ações das FAANG+BAT, grupo formado por Facebook, Amazon, Apple, Netflix, Alphabet (Google), Baidu, and Tencent.

O BofA Merrill Lynch conduziu a pesquisa entre os dias 1 e 7 de fevereiro, com participação total de 218 gestores com US$ 625 bilhões de ativos sob gestão. Na pesquisa regional foram 109 participantes, com US$ 251 bilhões. Na pesquisa global a amostra abrangeu 173 entrevistas, com responsáveis por US$ 515 bilhões.
As ações da Emae saltam após a confirmação de que a Sabesp, acionista controladora, quer adquirir a totalidade das ações por R$ 61,83 por papel
Nos últimos sete pregões, o saldo do investidor estrangeiro foi de saída líquida de cerca de R$ 3 bilhões
Embora a captação seja de cerca de R$ 1,6 bilhão, o BTLG11, que é um dos fundos mais populares entre os investidores pessoas físicas, também informou que poderá emitir um lote adicional de até 3.902.439 de cotas
O setor elétrico é conhecido pelo pagamento de proventos atrativos. O BTG Pactual e o Safra, por exemplo, veem a ação com bons olhos para quem busca renda extra com dividendos.
Com preços mais altos, custos menores e mix voltado ao setor automotivo, siderurgia puxa Ebitda para R$ 653 milhões, enquanto mineração segue pressionada por volumes menores
Apesar das projeções otimistas, o banco identifica que regiões como a Vila Olímpia devem ser impactadas pela devolução de imóveis em breve
Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro
Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%
Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora
A fabricante de carros elétricos aumentou o plano de aportes para US$ 25 bilhões neste ano, com foco em robotáxis, robôs humanoides, caminhão elétrico e fábrica de chips de inteligência artificial
A Iguatemi (IGTI11) atualizou, na noite de quarta-feira (22), os dividendos que serão pagos ao longo de 2026
Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra
O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui
Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância
O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas
Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto
Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje