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Dizer que banco ganha dinheiro é chover no molhado. Mas não é que o Bradesco está conseguindo lucrar ainda mais? Entre janeiro e março, o Bradescão lucrou R$ 6,238 bilhões, um aumento de 22% em 1 ano. Melhor do que isso (sim, é possível) foi seu retorno sobre o patrimônio. O banco voltou a render 20,5%, uma marca que não atingia desde 2015.
O Bradesco puxa a fila dos balanços dos bancos no primeiro trimestre e coloca as expectativas do mercado no topo para os resultados do Itaú e do Santander. Será que eles vão entrar para o clube dos 20? O Vinícius Pinheiro, que não é banqueiro mas é especialista na cobertura de bancos, conta o que fez o Bradesco ganhar tanto dinheiro no primeiro trimestre. E lembre-se: para ser sócio dos bancos e ficar com uma fatia dessa bolada, basta comprar ações na bolsa.

Eles estão com um pé nas tecnologias das criptomoedas, como o blockchain. O Société Générale emitiu neste mês um título na forma de um security token, registrado diretamente no blockchain da Ethereum. O brasileiro BTG já tinha lançado um título do mesmo tipo. Entenda o que está rolando na coluna Cripto News.
Tem mais uma discussão quente entre os bancos aqui no Brasil, puxada pelo Banco Central. Ontem o presidente da instituição, Roberto Campos Neto, deu a largada para regulamentar o open banking. É uma nova visão que prevê o compartilhamento de dados bancários entre as diferentes instituições.
O intuito é estimular a competição entre elas para ter você como cliente, oferecendo, por exemplo, juros menores. O modelo pode viabilizar novas funcionalidades, como concentrar seu extrato de diferentes bancos em um único lugar. O Eduardo Campos conta quais são as informações e serviços que, inicialmente, serão compartilhados. A expectativa do BC é de que o modelo seja implementado a partir do segundo semestre de 2020.
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Enquanto trabalha na agenda de estímulo à competição para reduzir o juro do crédito, o Banco Central terá de dividir sua atenção para monitorar se um antigo vilão da economia brasileira está mesmo sob controle. O IPCA-15 acelerou em abril e avançou 0,72%, na maior arrancada em um mês desde a greve dos caminhoneiros. Será que a inflação vai voltar a incomodar?
Um novo passo deve ser dado daqui a pouco pela reforma da Previdência. Às 11h, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, deve instalar a comissão especial. Ontem, o deputado leu em plenário a convocação para a reunião do colegiado. Teve afagos: em cadeia nacional, o presidente Jair Bolsonaro agradeceu o empenho de Maia. Saiba mais
Depois de toda polêmica envolvendo as contas para chegar na economia fiscal da reforma da Previdência, o Ministério da Economia resolveu abrir o jogo. Ele divulgou ontem alguns números com o impacto da proposta, inclusive, para as finanças dos Estados. A previsão é de que os governos estaduais economizem R$ 350 bilhões em ao longo de 10 anos.
O conselho de administração da Petrobras aprovou ontem um novo Programa de Desligamento Voluntário (PDV). O foco são os funcionários que estão perto de se aposentar. A estimativa é de 4.300 adesões até 2023 e uma economia de R$ 4,1 bilhões. Saiba mais

E aí, já fez sua declaração do Imposto de Renda? Pois é, o prazo acaba na próxima terça-feira, 30 de abril. Se você ainda tem dúvidas nesta reta final, eu tenho uma boa notícia para você. A repórter Julia Wiltgen receberá o tributarista Samir Choaib para tirar as dúvidas dos leitores ao vivo hoje às 13h. Você pode acompanhar a transmissão e enviar sua dúvida no espaço de comentários neste link.
O dia deve ser de novidade na Câmara dos Deputados, com a possível instalação da Comissão Especial, o próximo desafio da reforma da Previdência. O mercado financeiro local segue de olho na segunda etapa da tramitação do projeto.
Embora o governo tenha pressa, parlamentares se movimentam para que a comissão só seja formada após o feriado do Dia do Trabalho, no dia 1º, mostrando que o caminho do texto será tão duro e árduo quanto foi na CCJ. O presidente Jair Bolsonaro entra em campo e volta a abrir a agenda para receber parlamentares e líderes partidários em busca de uma base de apoio forte.
O mercado internacional funciona de forma mais tranquila lá fora e segue à espera dos resultados das empresas norte-americanas. Os índices futuros amanhecem no vermelho em Nova York, após alta histórica na segunda-feira, e a falta de tração em Wall Street penaliza as bolsas asiáticas. Na Europa, as sessões operam sem um rumo definido.
Ontem, o Ibovespa fechou o dia com queda de 0,92%, aos 95.045 pontos. O dólar terminou com alta forte de 1,64%, a R$ 3,9864. Consulte a Bula do Mercado para saber como devem se comportar bolsa e dólar hoje.
Um grande abraço e ótima quinta-feira!
Índices
- IBGE divulga prévia da inflação de abril
- Banco Central divulga dados de março do setor externo
- Estados Unidos divulgam dados semanais de emprego
Balanços 1º trimestre
- No Brasil: Bradesco, Localiza e Lojas Renner
- Teleconferências: Bradesco, WEG,
- Lá fora: UBS, 3M, Barclays, American Airlines, Amazon, Ford, Intel e International Paper
Política
- CMN faz reunião mensal em Brasília
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