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Índice da B3 que, em tese, deveria reunir apenas empresas com práticas mais rigorosas de sustentabilidade acumula perda de 4,61% desde o rompimento da barragem em Brumadinho (MG). No mesmo período, o Ibovespa registra uma baixa menor, de 3,11%.
Pode parecer incrível, mas passados 13 dias do rompimento da barragem em Brumadinho (MG) a Vale continua integrando o ISE, índice de ações de empresas consideradas mais sustentáveis pela B3. O número de mortes confirmadas na tragédia é de 150 até o momento. Outras 182 pessoas seguem desaparecidas.
Com o peso da mineradora, o Índice de Sustentabilidade Empresarial da bolsa acumula uma queda de 4,61% desde o rompimento. No mesmo período, o Ibovespa registra uma baixa menor, de 3,11%.
A diferença é explicada justamente pela participação da Vale nos dois indicadores. Enquanto a mineradora sozinha representa 12,16% do ISE, a participação da empresa no Ibovespa é de 8,51%.
A mineradora voltou a integrar o índice de sustentabilidade em janeiro deste ano. A Vale fazia parte do índice até 2015, mas ficou de fora na mudança anual da carteira depois do rompimento da barragem da Samarco em Mariana (MG).
Os índices de sustentabilidade como ISE servem de referência para os investidores preocupados com as questões socioambientais das empresas. Do ponto de vista financeiro, a avaliação é que as ações de companhias sustentáveis têm maior retorno no longo prazo justamente por estarem protegidas de incidentes como os de Brumadinho e Mariana.
No Brasil, os fundos de sustentabilidade ainda engatinham: são pouco mais de R$ 400 milhões em patrimônio, segundo dados da Anbima. Mas no exterior os fundos que adotam critérios ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês) na hora de investir totalizavam mais de US$ 2,5 trilhões (R$ 9,3 trilhões) no fim de 2016.
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Lá fora também é comum que empresas sejam excluídas dos índices de sustentabilidade se deixarem de atender os critérios para se manterem na carteira.
Um dos casos mais recentes foi o da montadora Nissan, que foi retirada do índice Dow Jones Sustainability - referência no setor - após a prisão do brasileiro Carlos Ghosn, ex-presidente do conselho da companhia.
Eu procurei duas vezes a B3 para saber quais providências foram tomadas no caso da Vale e se a empresa vai ou não permanecer no índice de sustentabilidade após a tragédia de Brumadinho.
A última resposta que recebi foi que a bolsa está seguindo os trâmites do processo de gestão de crise gravíssima, que estão em andamento.
Pelas regras do ISE, em casos considerados gravíssimos, é realizado contato com solicitação de esclarecimento, com prazo de cinco dias úteis para retorno. Pois esse prazo venceu no último dia 1º de fevereiro, considerando que o pedido de esclarecimentos à Vale foi feito na segunda-feira logo após a tragédia.
E você, o que acha da presença da Vale no índice de empresas sustentáveis da bolsa? Deixe sua resposta aí nos comentários ou lá no meu Twitter.
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