Menu
Dados da Bolsa por TradingView
2019-03-04T09:12:58-03:00
Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
Líderes alinhados

O que esperar da visita de Bolsonaro a Donald Trump

O encontro com Trump na Casa Branca será a primeira visita bilateral de Bolsonaro desde a posse e deve ir além da tradicional reafirmação de princípios estruturais

4 de março de 2019
9:12
Presidente da República, Jair Bolsonaro
Presidente da República, Jair Bolsonaro - Imagem: Isac Nóbrega/PR/Fotos Públicas

O presidente Jair Bolsonaro viaja aos Estados Unidos no próximo dia 19 para encontrar o líder americano Donald Trump. O encontro promete estreitar a relação entre os dois países, em um namoro que começou desde a vitória de Bolsonaro nas eleições de outubro.

A declaração conjunta dos dois presidentes será baseada em três pilares: a consagração dos valores comuns, o anúncio de medidas concretas - como a permissão de uso, por estrangeiros, da base de lançamentos de foguetes de Alcântara, no Maranhão - e a indicação de um caminho a ser perseguido na relação Brasil-EUA, especialmente nas áreas econômica e comercial.

O encontro com Trump na Casa Branca será a primeira visita bilateral de Bolsonaro desde a posse. A escolha dos EUA como primeiro destino é significativa. O governo Bolsonaro tem deixado claro que há uma reorientação da política externa vigente no País e busca uma aproximação maior com os americanos.

Após vencer a eleição, Bolsonaro recebeu a visita do assessor de Segurança Nacional de Trump, John Bolton, e na posse, do secretário de Estado, Mike Pompeo. Semana passada, uma emissária de Pompeo, Kim Breier, esteve em Brasília para tratar de detalhes finais dos acordos que devem ser anunciados pelos dois países.

Relacionamento em outro nível

Na declaração sobre a afinidade de valores, os governos Trump e Bolsonaro querem ir além da tradicional reafirmação de princípios estruturais, como a celebração da democracia, direitos humanos e estado de direito. As duas equipes pretendem incluir também uma manifestação de convergência de visão política. Neste contexto, a crise na Venezuela servirá de exemplo.

O governo Trump vê no Brasil sob Bolsonaro um momento inédito onde há mais faixas de concordância do que de discordância, não só pela admiração que parte do governo brasileiro nutre pelos americanos como pela estrutura da equipe econômica nomeada por Bolsonaro.

Para uma ala do Itamaraty, no entanto, a mudança na rota da política externa representa uma "inflexão", expressa pelo ex-embaixador Rubens Ricupero em palestra promovida pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI), na Casa das Garças, no Rio de Janeiro na última semana. Na ocasião, Ricupero criticou o alinhamento do novo Itamaraty aos EUA, afirmando que não vê limites nessa iniciativa.

*Com Estadão Conteúdo

Comentários
Leia também
INVISTA COMO UM MILIONÁRIO

Sirva-se no banquete de investimentos dos ricaços

Você sabe como ter acesso aos craques que montam as carteiras dos ricaços com aplicações mínimas de R$ 30? A Pi nasceu para colocar esses bons investimentos ao seu alcance

roxinho com mais crédito

Nubank promete aumentar limite em cartão de crédito de 35 milhões de clientes

Segundo a companhia, até o final de 2021, 10 milhões de clientes serão impactados pela novidade do cartão; três milhões em agosto

A vida depois da pandemia?

Ações da Multiplan sobem 5% após balanço que mostra recuperação dos shoppings

Resultados mostram avanço nas vendas e nas receitas de aluguel, à medida que a vacinação avança e os shoppings reabrem

Balanço sólido

Lucro líquido da Mastercard dispara 46% e vai a US$ 2 bilhões no segundo trimestre; resultado superou previsões dos analistas

O resultado foi impulsionado, segundo o CEO da empresa, pela contínua recuperação dos gastos domésticos e internacionais

De olho no futuro

Lucro e receita acima do esperado, mas ação em baixa. O que acontece com a Ambev?

Como de costume, mercado toma decisões baseado nas projeções, e segundo analistas, custos de produção e margens ainda preocupam

Estreia do dia

Brisanet estreia na bolsa em queda de mais de 4% após IPO no piso da faixa indicativa

A empresa desembarca na bolsa brasileira após uma oferta bilionária que levantou R$ 1,4 bilhão, com os papéis no piso da faixa indicativa

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies