🔴 ‘O MELHOR TRADER DO MUNDO’ VAI AJUDAR INVESTIDORES COMUNS NA BUSCA PELAS MELHORES CRIPTOMOEDAS – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Nas redes

Bolsonaro: Quem não entende a lógica do contingenciamento é um abutre

Presidente usa redes sociais para dizer, também, que Dilma cortou R$ 10 bilhões da Educação e quem participou das manifestações foi usado como massa de manobra pelo bando do “Lula livre”

Bolsonaro e Guedes
O ex-ministro da Economia, Paulo Guedes, e o ex-presidente Jair Bolsonaro - Imagem: Marcos Corrêa/PR

O presidente Jair Bolsonaro já chamou os manifestantes que foram às ruas, na última quarta-feira, contra o contingenciamento de gastos na Educação de “idiotas úteis” e “imbecis” e agora volta a defender seu ponto de vista falando que quem não entende a lógica do contingenciamento é um “abutre” e que as pessoas que protestaram foram usadas como massa de manobra pelo bando do “Lula livre”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente postou uma sequência de mensagens no seu “Twitter” atacando a “herança dos rombos causados pelo desgoverno do PT” e que seu governo tem trabalhado para manter, na medida do possível, a destinação dos recursos para áreas essenciais, mas que existe uma realidade e não podemos extrapolá-la.

A sequência de mensagem abre falando que a ex-presidente Dilma Rousseff cortou R$ 10 bilhões da Educação e doou R$ 50 bilhões para países amigos, sendo alguns deles ditaduras. “Quem participou dessa última manifestação e não tinha conhecimento disso eu lamento, mas foram usados como massa de manobra pelo bando do "Lula livre."

Depois, o presidente diz que: “há somente dois caminhos para evitar contingenciamento de gastos: ou imprime dinheiro e gera inflação, ou comete-se crime de responsabilidade fiscal. Quem finge não entender essa lógica age como um abutre, aguardando ansiosamente pelo mal do Brasil para no fim se alimentar dele”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leia Também

ELEIÇÕES 2026

Pesquisa Ipespe: Lula ganha terreno e diferença para Flávio Bolsonaro cai três pontos em uma semana

ELEIÇÕES 2026

Flávio Bolsonaro e Lula aparecem empatados na pesquisa CNT/MDA; confira os números

Ainda segundo o presidente, nosso momento atual serve para mostrar quão grave são as consequências de “um governo socialista, populista e completamente corrupto. Não há responsabilidade com o futuro do Brasil, mas apenas com seus propósitos ideológicos”.

Falando só para as bases

As manifestações que correram na quarta-feira foram o primeiro “grito das ruas” contra o Bolsonaro e ilustram como a falta de cuidado com a comunicação de ações de governo pode gerar desgastes desnecessários.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Contingenciamentos orçamentários têm ocorrido ano após ano dado o cenário de baixo crescimento econômico, mas sem grandes consequências políticas.

O caso atual parece ter saído do controle, por assim dizer, quando o ministro da Educação, Abraham Weintraub, falou que cortaria verbas de universidades que promovem “balbúrdia”, transformando assim um problema orçamentário em bandeira político/ideológica.

Foi atiçada, assim, uma base organizada e mobilizada que ganhou adesão de outros segmentos que não necessariamente são da turma “Lula livre”, que de fato estava presente, mas que também estão insatisfeitos com o governo.

O risco de manter a estratégia de carimbar todo o movimento como sendo “Lula livre” é perder o contato com os eleitores “menos fiéis”, ou de visão menos ideológica que também ajudaram a eleger o presidente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa estratégia de comunicação de Bolsonaro, de manter a sua base mais próxima aguerrida, é correta, mas ele não precisa agredir ou desmerecer demais aliados para fazer isso, como comentamos em outras ocasiões (textos abaixo).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Candidatos às eleições presidenciais de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro 14 de outubro de 2026 - 18:28
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (esquerda) e Flávio Bolsonaro (direita) aparecem em uma montagem com um fundo de urna eletrônica 13 de outubro de 2026 - 11:16
Candidatos às eleições presidenciais de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro 13 de outubro de 2026 - 8:49
Douglas Ruas, deputado estadual do Rio de Janeiro pelo PL e presidente da Alerj 11 de outubro de 2026 - 9:10
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (esquerda) e Flávio Bolsonaro (direita) aparecem em uma montagem com um fundo de urna eletrônica 9 de outubro de 2026 - 10:54
Lula aparece do lado esquerdo em uma montagem. Do lado direito, Flávio Bolsonaro. 8 de outubro de 2026 - 18:59
Douglas Ruas, deputado estadual do Rio de Janeiro pelo PL e presidente da Alerj 5 de outubro de 2026 - 16:22
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva em pé, de frente a um púlpito, com bandeira do Brasil atrás. 4 de outubro de 2026 - 22:14
4 de outubro de 2026 - 19:58
Flávio Bolsonaro durante entrevista 4 de outubro de 2026 - 19:11
O ex-ministro Sergio Moro 4 de outubro de 2026 - 17:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar