O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco sugeriu alterações na carteira e destacou que as bolsas europeias não oferecem retorno potencial elevado suficiente para compensar os riscos
Não é de hoje que os analistas vêm alertando que a economia mundial está nebulosa. Apesar das incertezas, ainda há algumas boas oportunidades. Em relatório de recomendação divulgado hoje (7) para os clientes private do Itaú, a instituição elevou a alocação em renda fixa de mercados emergentes para acima de neutro em fevereiro e diminuiu a alocação em bolsa europeia.
Na justificativa, o banco destacou que "as economias emergentes já sofreram correção de seus desequilíbrios, com destaque para os ajustes realizados em 2018 e que hoje têm bons fundamentos: inflação controlada, baixo déficit em conta corrente e taxa de câmbio em nível justo".
Para eles, outro fator que deve ajudar os emergentes é o fato de que a economia chinesa deve parar de desacelerar durante o primeiro semestre por causa de algumas medidas de estímulo. Aliado a isso, há também a expectativa de desvalorização do dólar.
As boas perspectivas atreladas a taxas de retorno atrativas na renda fixa podem resultar em boa performance no médio prazo para as economias emergentes, segundo o banco.
Já no caso das economias europeias, o banco sugeriu o oposto. Para eles, o ideal é diminuir a alocação em bolsas europeias. A razão é porque o velho continente passa por diversos desafios que causaram desaceleração da economia e que elevaram os riscos para os ativos da região.
No documento, a instituição destacou que a decisão de governo italiano de elevar o déficit fiscal levou ao aumento dos juros dos títulos públicos, o que afetou negativamente o crescimento da terceira maior economia da região. Além disso, os protestos na França estão impactando a confiança do setor privado do país.
Leia Também
Outro fator de atenção é a questão do Brexit, que tem o potencial de causar grande turbulência e forte desaceleração do setor industrial, que já está sofrendo com a queda de demanda da China.
Por fim, o banco concluiu que "a bolsa Europeia não oferece um retorno potencial elevado suficiente para compensar estes riscos".
Ao falar sobre o nosso país, o banco optou por manter a alocação acima do neutro em bolsa brasileira. Na análise, o Itaú disse que ainda vê espaço para uma boa performance, mesmo após a forte alta do Ibovespa em janeiro.
Para o banco, houve progresso na agenda de reformas do governo. Além disso, a inflação está baixa e não há fontes de pressão no médio prazo. Segundo eles, a expectativa é que os juros permaneçam baixos durante um longo período.
"O lucro das empresas também pode surpreender positivamente e vemos potencial de entrada de investidores estrangeiros", acrescentou o banco.
O itaú ainda destacou que os prêmios de risco estão menores na renda fixa por conta da estabilidade da Selic em um patamar mais baixo. E que por isso, ele mantém a alocação abaixo do neutro em títulos pré-fixados (LTN e NTN-F) e mantém a alocação neutra para os títulos indexados à inflação (NTN-Bs e LFT), que obtiveram forte valorização por causa da antecipação de que as reformas seriam aprovadas neste ano.
O banco também destacou que a taxa de juros norte-americana deve permanecer estável ao longo do primeiro semestre e que o tom mais cauteloso do FED deve manter, de forma mais saudável, o crescimento do país em 2019.
Por fim, ele manteve a alocação neutra em bolsa americana.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano