Como comprar 13 títulos públicos com 1 clique
Veja os destaques do Seu Dinheiro nesta manhã

Eu já disse por aqui que sou fã de fazer compras pela internet. Gosto da praticidade de resolver a minha vida na hora que der, seja tarde da noite no conforto do meu sofá ou dentro do Uber. De uns tempos para cá fiquei ainda mais mal acostumada com o e-commerce. Não basta comprar online, quero fechar o carrinho com um clique - ou o mínimo possível.
Acabou a comida dos gatos? É só recomprar o último pedido do site do pet shop. A adega de casa está vazia? É mais fácil levar um combo com vários rótulos de vinhos, preferencialmente, com a curadoria de algum sommelier.
Felizmente, no mundo dos investimentos, (quase) tudo é digital. Você compra ações, títulos públicos, fundo imobiliário, etc, por meio de um app no seu celular. E aos poucos estão aumentando os “combos” nas prateleiras.
Ontem mesmo começou a ser vendido no Brasil o primeiro ETF de renda fixa. É uma cesta de 13 títulos públicos corrigidos pela inflação (Tesouro IPCA+) com diferentes vencimentos reunidos em um único papel. Está à venda na bolsa de valores brasileiras (IMAB11) e tem como referência o índice IMA-B, calculado pela Anbima.
O Vinícius Pinheiro acompanhou o lançamento e explica como funciona o ETF de renda fixa e quais as vantagens e desvantagens desse investimento. Um detalhe interessante: o Imposto de Renda pode ser menor do que no próprio Tesouro Direto e nas demais aplicações de renda fixa.

Leia Também
Vale (VALE3) no olho do furacão? CEO da mineradora abre o jogo; Citi e Itaú BBA dizem o que você deve fazer com a ação
Citi sobe o preço-alvo de BTG Pactual (BPAC11) e vê espaço para ação se descolar dos bancões
Era sobre Previdência, virou afago
Depois de um fim de semana de desentendimentos em Brasília, Jair Bolsonaro veio a público falar sobre a reforma da Previdência. Ele reconheceu que a decisão final sobre o texto é do Congresso. O evento era para lançar a segunda etapa da campanha em defesa da proposta, mas virou uma espécie de tentativa de reaproximação do Executivo com o Legislativo e com a própria mídia. Detalhes? Eduardo Campos conta aqui.
Língua afiada
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, Felipe Francischini (PSL-PR), disse ontem que "o pessoal do PSL" precisa segurar a língua. Ele se referia, em parte, às recentes discussões públicas entre a líder do governo na Câmara, Joice Hasselmann (SP), e a deputada Carla Zambelli (SP), ambas da mesma sigla. Além de tecer outras críticas ao governo, o deputado disse que o colegiado deve votar o projeto de lei que trata da reforma tributária amanhã. O texto é baseado nas ideias do economista Bernard Appy, do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF), que defende a criação de um novo tributo de bens e serviços, do tipo imposto de valor agregado (IVA).
Petrobras não quer, tem quem queira…
O empresário Rubens Ometto, controlador do grupo Cosan, disse que quer investir no setor de gás. Em entrevista ao Estadão, ele defende a quebra do monopólio da Petrobras no segmento. A lógica de Ometto é a seguinte: é melhor para o governo ganhar receita vendendo o negócio do que ficar disputando com a iniciativa privada e gastando dinheiro que não tem. Leia a entrevista aqui.
Menos otimismo… em escala global
Não são só os economistas brasileiros que estão cada vez menos otimistas. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) reduziu sua projeção de crescimento global neste ano de 3,3% para 3,2%. Um dos motivos para a redução do ânimo foi a guerra comercial entre China e EUA. Se está difícil sair da crise aqui no Brasil, também não dá para contar com uma ajudinha de fora… Saiba mais
A Bula do Mercado: queda de braço pelo poder

Mesmo com o alívio na bolsa brasileira ontem, as águas do mercado financeiro seguem turbulentas. O cenário é de cautela, tanto em Brasília como no exterior, com a guerra comercial e a reforma da Previdência em posição de destaque.
A desarticulação política coloca em risco a aprovação do texto original da reforma, com o governo e Congresso brigando pela paternidade da Nova Previdência. Não se sabe ao certo o impacto das mudanças propostas pelos parlamentares no projeto original, mas está claro que o Executivo não terá condições de impor os termos ao Legislativo. A tendência é que o clima fique ainda mais tenso com a proximidade dos atos pró-governo, marcados para o fim de semana.
No campo de batalha da guerra comercial crescem os temores pela retaliação chinesa. As últimas decisões de Trump afetam diretamente a gigante Huawei. A expectativa é que Pequim taxe empresas norte-americanas, revogue contrato de fornecedores e deixe de contribuir com o desenvolvimento de ferramentas tecnológicas para o Google. No meio do embate, as bolsas asiáticas encerraram a sessão de forma mista enquanto os índices futuros em Nova York apontam para uma sessão positiva.
Ontem, o Ibovespa fechou com alta de 2,17%, aos 91.946,19 pontos. O dólar fechou a sessão com avanço de 0,08%, a R$ 4,1034. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Agenda
Índices
- Japão divulga dados de sua balança comercial em abril
- OCDE divulga relatório de perspectivas econômicas
Política
- Comissão especial da reforma da Previdência na Câmara faz audiência pública sobre o BPC
- OCDE realiza seu fórum anual em Paris
PISOU NO FREIO
A maré virou para os bancões? Safra corta preço-alvo de Itaú, Bradesco e Banco do Brasil. Ainda vale apostar em alguma dessas ações?
18 de setembro de 2026 - 16:46LOJA COMPLETA
Assaí (ASAI3) enche o tanque com a compra de postos por R$ 80 milhões; entenda o que isso significa para o investidor
18 de setembro de 2026 - 14:03VOLTA AO PRESENCIAL?
Itaú (ITUB4) quer ocupar mais espaço em SP: banco aluga 100% de empreendimento da Eztec (EZTC3); entenda a estratégia
18 de setembro de 2026 - 10:18POTE DE OURO
O ‘trade’ de Vivara (VIVA3) que poucos perceberam: ouro comprado na baixa agora ajuda a turbinar o caixa
18 de setembro de 2026 - 6:07DISTRIBUIÇÃO DE PROVENTOS
Dividendos e JCP: Lojas Renner (LREN3), TIM (TIMS3), Cemig (CMIG4) e B3 (B3SA3) pagam juntas mais de R$ 2 bilhões aos acionistas
17 de setembro de 2026 - 18:34COMPROMISSO AMBIENTAL
Natura (NATU3) emite R$ 700 milhões em debêntures com meta ligada ao uso de plástico sustentável
17 de setembro de 2026 - 18:24TODO CUIDADO É POUCO
As 3 ações do varejo que se dão bem com o aumento do Bolsa Família — e a pegadinha desvendada pelo J.P.Morgan
17 de setembro de 2026 - 18:00MUDANÇAS NO ALTO ESCALÃO
Taesa (TAEE11) escolhe ex-CFO da Petrobras para o comando do conselho — e ela já foi eleita uma das mulheres mais poderosas do mundo
17 de setembro de 2026 - 12:06COMBUSTÍVEIS
Mais caixa e dividendos no tanque: Santander divulga novo preço-alvo para Vibra (VBBR3) e Ultrapar (UGPA3), com potencial de alta de 27%
16 de setembro de 2026 - 16:31NA BERLINDA
“Sem saída fácil”: Braskem (BRKM5) despenca mais de 13% após UBS BB rebaixar ação e cortar preço-alvo em 74%
16 de setembro de 2026 - 14:09LA BELLE DE JOUR
Amazon esquenta disputa em setor após aposta da Raia Drogasil (RADL3); veja quem vence, segundo o BTG Pactual
16 de setembro de 2026 - 12:01TIROU O PÉ
XP rebaixa ação da Sanepar (SAPR11) mesmo com potencial de 33% de alta na bolsa. O que está faltando para o papel?
16 de setembro de 2026 - 11:21QUEM ROUBA A CENA?
O roxinho perdeu o brilho? Itaú BBA rebaixa Nubank e elege um novo favorito entre os bancões
16 de setembro de 2026 - 10:44O CÉU É O LIMITE
Valor de mercado da Petrobras (PETR4) chega perto de R$ 700 bilhões, no maior patamar da história
15 de setembro de 2026 - 19:26FUSÕES E AQUISIÇÕES
JBS e Viva criam joint venture em couros, mas deixam ativos no Texas, na Alemanha e no México de fora
15 de setembro de 2026 - 19:14ATENÇÃO, ACIONISTA!
Dividendos e JCP: WEG (WEGE3) aprova quase meio bilhão de reais em proventos — mas não está sozinha
15 de setembro de 2026 - 17:52O MAIOR RETORNO PARA O SEU BOLSO
Empresas do Brasil pagaram mais de R$ 22 bilhões em dividendos no último trimestre; veja quem superou a Petrobras (PETR4) como maior pagadora
15 de setembro de 2026 - 13:28PROVENTOS
Dividendos e JCP: Dona da Vivo (VIVT3) vai pagar R$ 500 milhões aos acionistas; confira os prazos
14 de setembro de 2026 - 19:10SETE CHAVES?
O segredo da Vale (VALE3) não está mais tão bem guardado assim — e já aparece no preço da ação
14 de setembro de 2026 - 18:31JOIA ESCONDIDA?