O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Companhia está em fase de contratação da consultoria que fará a avaliação dos ativos para colocá-los no mercado
A Infraero espera poder executar a venda de sua participação nos aeroportos de Guarulhos (SP), Galeão (RJ), Brasília (DF) e Confins (MG) a partir do segundo semestre de 2020, disse o presidente da estatal,brigadeiro Hélio Paes de Barros, durante inspeção das obras no Aeroporto Santos Dumont, no Rio. A empresa é detentora de 49% desses aeroportos, concedidos durante o governo Dilma Rousseff.
A companhia está em fase de contratação da consultoria que fará a avaliação dos ativos para colocá-los no mercado. Depois disso, terá que ser definida a modelagem dessa venda, que faz parte do Programa de Parcerias de Investimento (PPI). Os atuais sócios majoritários dessas concessões são tidos como os principais candidatos à compra dessas fatias, mas Paes de Barros avalia que tudo dependerá da modelagem adotada.
"O 'valuation' vai me dizer, por exemplo, se vale a pena abrir o capital, como os acionistas vão se comportar, se vão permitir que o outro tenha direito a voto também. Coisas dessa natureza que podem valorizar mais o ativo, inclusive quem tem os 51%, e faça com que o negócio possa ser melhor para todas as partes", afirmou.
Hoje, Guarulhos tem entre os sócios as empresas Invepar e a Airports Company South Africa. No Galeão, a Changi é majoritária após comprar a fatia da Odebrecht Transport. Em Brasília, o sócio privado é a Inframerica e, em Confins, o consórcio é formado por CCR e Zurich AG.
O brigadeiro assumiu o comando da Infraero em julho e diz que um dos pilares de sua gestão é cumprir o cronograma de concessões estabelecido pelo governo Bolsonaro. O governo pretende conceder ao setor privado toda a rede de aeroportos que ainda está sob a responsabilidade da Infraero.
A sexta rodada de concessões está em fase de estruturação. A previsão é que serão leiloados no segundo semestre de 2020 mais 22 aeroportos, divididos em três blocos regionais. Já a sétima e última rodada, prevista para o primeiro trimestre de 2022 incluirá, entre outros, os dois terminais considerados "a joia da coroa" da Infraero: Congonhas e Santos Dumont.
Leia Também
O aeroporto do Rio de Janeiro está em obras de manutenção desde o dia 24 de agosto. O cronograma de entrega das obras está mantido para o dia 21 de setembro, quando os voos redirecionados para o Galeão retornam ao Santos Dumont. Paes de Barros falou em outras possíveis "ampliações cirúrgicas" para valorizar o ativo para a futura concessão.
Paes de Barros destacou que a Infraero deverá se tornar a mola mestra dos aeroportos regionais do País, mas que para isso será preciso haver uma política de governo que dê sustentabilidade ao negócio. Boa parte desses aeroportos são deficitários e, portanto, a ideia seria usar o Fundo Nacional de Aviação Civil para sua operação. "A Infraero como empresa não vai poder entrar num negócio em que só vai tomar prejuízo", disse.
Sobre a possibilidade de liquidação da Infraero, o executivo disse acreditar na capacidade da companhia de se manter como uma grande prestadora de serviços, com grande expertise no setor de aeroportos. "Se não conseguirmos manter a estabilidade entre o que a gente tem que pagar de folha de pagamento e o que a gente pode fazer em termos de serviço, pode até acontecer isso, mas eu acredito que não. A empresa tem bons serviços, experiência nesse negócio e tem condições de prosseguir", afirmou.
Laudo da Laspro libera avanço da recuperação, mas identifica números conflitantes, dependência de aportes internos e confusão patrimonial entre as empresas
Genial Investimentos revisa tese e aponta riscos que colocam em xeque a percepção de estabilidade da transmissora
Em reunião com analistas, CEO diz que transição foi planejada e que modelo atual veio para ficar; veja o que esperar do bancão agora
Liminar judicial dá 60 dias de fôlego à antiga Alliar, enquanto empresa tenta negociar dívidas e evitar um desfecho mais duro
A ação, no entanto, está em queda, com o arrefecimento da guerra no Oriente Médio, após o anúncio de Donald Trump, e a queda do petróleo tipo brent
Presidente da Amazon Brasil defende que a parceria une a tecnologia da plataforma norte-americana com o portfólio e a tradição da Casas Bahia
A CSN pretende utilizar os recursos do empréstimo para refinanciar dívidas existentes no curto e médio prazo; venda da CSN Cimentos foi dada como garantia
Operação envolve transferência de ativos e dívidas para nova empresa sob controle dos investidores; saiba o que esperar do potencial negócio
Depois que a operação for fechada, a Claro será obrigada a abrir um registro de uma oferta pública para a aquisição das ações restantes da Desktop, em função da alienação de controle da empresa
Com recuperação extrajudicial, o real problema do GPA é bem maior. Veja quais as chances de isso vir a pesar de fato para a empresa e quais são os principais entraves para a reestruturação da companhia
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal recomendada pela Terra Investimentos subiu 68,44%, contra 36,04% do Ibovespa
Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela
A criação de uma reserva de petróleo ou de um fundo de estabilização voltam a circular; entenda o que realmente funcionaria neste momento
Os benefícios para a indústria petroquímica vieram menores que o esperado, o que pode comprometer ainda mais a recuperação da Braskem, que já vem em dificuldades com sua dívida e troca de controle
Levantamento do Ethisphere Institute reúne 138 empresas em 17 países e aponta desempenho superior e maior resiliência em momentos de crise
No cenário internacional, o barril do Brent acelerou os ganhos e passou de US$ 110 sob temores de uma crise energética global
A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios
Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira