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fala ministro

Guedes defende acabar com imposto sobre folha de pagamentos

Em evento, ministro da Economia destacou que a aprovação da reforma da Previdência derrubou a primeira torre de descontrole de gastos no País

Brasil está no caminho certo com a ajuda de um Congresso que abraçou a pauta de reformas como a da Previdência e com redução de juros, afirmou Guedes. Imagem: Marcos Corrêa/PR

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu nesta sexta-feira (22) o fim dos encargos sobre a folha de pagamento de empregados, durante discurso no Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), no Rio.

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"Vamos acabar com o imposto mais cruel que existe no Brasil, o imposto sobre folha de pagamento. Você tira da informalidade. Você tem, de um lado, o ganho de produtividade do trabalho, o emprego, o salário e contribuições para a Previdência. (Se) Está todo mundo empregado, todo mundo pode pagar", disse.

Durante o evento, o ministro lembrou a situação de turbulência enfrentada por países vizinhos, como Venezuela e Chile. "O caminho do partido único, o caminho do confronto social, do fechamento econômico, não é o caminho", defendeu.

Relação com o Congresso

O Brasil está no caminho certo com a ajuda de um Congresso que abraçou a pauta de reformas como a da Previdência e com redução de juros, afirmou o ministro da Economia. "Estamos no caminho certo, tenho cada vez mais convicção de que vai dar tudo certo", disse a um plateia de empresários no Rio.

Ao fazer uma retrospectiva do primeiro ano à frente da pasta, Guedes destacou que a aprovação da reforma da Previdência derrubou a primeira torre de descontrole de gastos no País.

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Outro ponto importante, destacou, foi a redução das despesas com juros, na casa dos R$ 100 bilhões. "O juro já caiu para 5% (ao ano) e vai continuar caindo mais pra frente", disse. "O juro real está descendo, vai continuar descendo, não sabemos onde vai parar", complementou.

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A terceira fonte de gastos públicos a ser atacada é o salário do funcionalismo, disse, destacando a reforma administrativa como o próximo capítulo da agenda de reformas.

O ministro considera que a reforma administrativa está andando também, que não se pode deixar "contaminar pelo barulho" e que a disputa entre poderes é normal em uma democracia.

*Com Estadão Conteúdo 

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