Menu
2019-08-06T14:06:39-03:00
Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
Pedido das montadoras

Anfavea defende que acúmulo de crédito de ICMS não pagos seja revisto na reforma tributária

Segundo a associação, a empresa com saldo credor de R$ 100 milhõe acaba por arcar com uma perda da ordem de 20%

6 de agosto de 2019
14:06
Dinheiro; notas e moedas de real
Imagem: Shutterstock

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Carlos Moraes, apresentou nesta terça-feira, 6, cálculo mostrando que o acúmulo de créditos de ICMS não pagos às montadoras é uma distorção que precisa ser corrigida na reforma tributária.

De acordo com as contas da Anfavea, se uma empresa tem saldo credor de R$ 100 milhões, por exemplo, ela acaba por arcar com uma perda da ordem de 20%.

Isso porque, de acordo com Moraes, esta empresa precisa manter o pagamento da sua folha de salário e, para tanto, acaba recorrendo a empréstimos no mercado para capital de giro a uma taxa de 1,25% ao mês que, ao final de 12 meses, remontará R$ 86 milhões.

Para o presidente da Anfavea, esta é uma parte do custo Brasil decorrente do sistema tributário brasileiro que impede o setor de fazer investimentos. "Esse é um custo tributário que faz com que não sejamos competitivos fora do Brasil e da Argentina."

Por isso, de acordo com Moraes, as propostas de reforma tributária do ex-deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) e do economista Bernard Appy não podem manter o saldo credor sem data para pagamento.

"A cada R$ 100 milhões de crédito acumulado, perde-se 20%", disse o executivo.

Ele diz entender a situação financeira dos Estados, mas diz que setor e governadores precisam conversar para não deixarem os créditos acumularem.

Comentários
Leia também
UMA OPÇÃO PARA SUA RESERVA DE EMERGÊNCIA

Um ‘Tesouro Direto’ melhor que o Tesouro Direto

Você sabia que existe outro jeito de investir a partir de R$ 30 em títulos públicos e com um retorno maior? Fiz as contas e te mostro o caminho

ficou para esta quinta

Para privatizar Eletrobras, governo aceita mais 19 emendas à MP

Por acordo entre os senadores, o texto da MP será votado apenas amanhã, 17, a partir das 10h, e até lá, eles poderão apresentar sugestões de destaques, que podem alterar o teor do parecer

seu dinheiro na sua noite

A Selic subiu mais um pouco – e na próxima reunião tem mais

Esta “Super Quarta” terminou com os bancos centrais brasileiro e americano apertando um pouquinho mais a torneirinha dos juros. A inflação pressiona, aqui e na terra do Tio Sam, e as autoridades monetárias querem mostrar que permanecem vigilantes. O Federal Reserve ainda não elevou propriamente as taxas de juros, que foram mantidas entre zero e […]

Entrevista

Sinais do Copom apontam para Selic a 7% no fim do ano, diz Padovani, do banco BV

Economista-chefe do banco BV, Roberto Padovani destacou o tom mais ríspido do Banco Central e a indicação de que a Selic continuará em alta

MUDANÇA NOS JUROS

COMPARATIVO: Veja o que mudou no novo comunicado do Copom

Veja o que ficou igual e o que mudou no comunicado da decisão do Copom a respeito da taxa Selic, elevada ao patamar de 4,25% ao ano

Subiu de novo

Como ficam os seus investimentos em renda fixa com a Selic em 4,25% ao ano

Veja como fica o retorno das aplicações conservadoras de renda fixa agora que o Banco Central elevou a Selic mais uma vez

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies