🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Subindo

Após as quedas recentes, o Ibovespa se recuperou e escalou de volta aos 101 mil pontos

Sinais de avanço nas negociações comerciais entre EUA e China, somados ao acordo no Congresso para destravar a tramitação da Previdência no Senado, deram forças ao Ibovespa

Victor Aguiar
Victor Aguiar
9 de outubro de 2019
10:30 - atualizado às 10:53
Escalada
Ibovespa recuperou o ânimo e escalou de volta ao nível dos 101 mil pontosImagem: Shutterstock

Recentemente, eu comecei a praticar escalada esportiva. E, nas poucas aulas que tive até agora, já aprendi que chegar ao topo é bem mais difícil do que parece — é melhor se acostumar com escorregões, quedas e pisadas em falso. Mas, caso você fracasse e não consiga subir até o fim, há um consolo: sempre é possível tentar novamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Ibovespa sofreu um tombo feio nos últimos dias, indo parar abaixo do nível dos 100 mil pontos na última terça-feira (9). Mas, como um bom escalador, não desistiu: prendeu seus equipamentos de segurança, passou pó de magnésio nas mãos e começou a subir a parede mais uma vez.

E, nesta quarta-feira (9), o principal índice da bolsa brasileira conseguiu atingir novamente um ponto elevado — mais precisamente, 101.248,78 pontos, uma alta de 1,27% em relação ao pregão de ontem. Assim, a perda do patamar dos três dígitos pelo Ibovespa durou apenas uma sessão.

É verdade que o mercado acionário local teve parceiros importantes na escalada de hoje: as bolsas americanas, que também subiram com vigor — o Dow Jones fechou em alta de 0,70%, o S&P 500 avançou 0,91% e o Nasdaq terminou o dia com ganho de 1,02%. Mas fatores domésticos também ajudaram a dar impulso ao Ibovespa.

Por aqui, o noticiário político foi um fator importante para incentivar o índice brasileiro. O fechamento de um acordo no Congresso para destravar a tramitação da reforma da Previdência no Senado teve papel importante para melhorar o ânimo do Ibovespa, que vinha de duas baixas consecutivas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No mercado de câmbio, o dólar à vista até chegou a operar em baixa no início do dia, mas terminou a sessão em alta de 0,27%, a R$ 4,1028, na contramão do exterior — na mínima, foi a R$4,0715 (-0,49%). Lá fora, a moeda americana teve um ligeiro viés de queda em relação às divisas fortes e as de países emergentes.

Leia Também

Um caminho mais fácil

O tom mais otimista visto nas bolsas se deve aos sinais de avanço nas negociações entre americanos e chineses, às vésperas do encontro oficial entre autoridades de alto escalão dos dois países. Por mais que as sanções impostas pelo governo dos EUA a uma lista de empresas de tecnologia da China tragam desconforto, há indícios de que as potências tentam criar bases mais amigáveis para o diálogo.

Mais cedo, a Bloomberg noticiou que a delegação de Pequim estaria aberta a fechar algum tipo de acordo caso o presidente dos EUA, Donald Trump, alivie as ameaças de elevação de tarifas às importações do país. Além disso, o Financial Times afirmou que os chineses propuseram um aumento nas compras anuais de soja americana.

Essas duas informações elevaram o otimismo dos mercados quanto a um potencial desfecho positivo para as negociações da guerra comercial, o que justificou a menor aversão ao risco nas operações globais. Como resultado, as bolsas ganharam força nesta quarta-feira e escalaram para níveis mais altos, inclusive o Ibovespa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A China parece estar se encaminhando para um acordo com os EUA, mesmo depois das últimas restrições", diz Rafael Passos, analista da Guide Investimentos, ressaltando, contudo, que o noticiário de hoje trouxe apenas um alívio momentâneo ao cenário externo, já que ainda há preocupação quanto à desaceleração da economia global.

Visão do topo

Por aqui, também foi motivo de comemoração o fechamento de um acordo no Congresso em torno da distribuição de recursos do megaleilão do petróleo para Estados e municípios. Com isso, há a expectativa de que a tramitação da reforma da Previdência no Senado volte a andar — o texto, agora, deverá ser votado em segundo turno no dia 22.

A pauta da Previdência voltou ao radar dos mercados nos últimos dias, dadas as dificuldades encontradas pela proposta no Senado. O texto-base foi aprovado em primeiro turno pelos senadores, mas sofreu com uma desidratação adicional que não estava precificada pelos agentes financeiros.

Além disso, o cronograma da tramitação foi adiado — originalmente, a Previdência seria votada em segundo turno até o dia 10. E, com os novos atritos entre governo e Congresso a respeito da partilha dos recursos do leilão, havia o temor de que o impasse travaria a pauta por ainda mais tempo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, o acerto entre os parlamentares abre caminho para a votação definitiva do texto das novas regras da aposentadoria — o que permitirá que outros itens da pauta econômica defendida pelo governo, como a reforma tributária, comecem a ser discutidos com maior firmeza.

"O cenário externo é o principal influenciador do movimento do Ibovespa hoje, mas, aqui dentro, a política também não atrapalha", diz Passos, lembrando que, há pouco, o Congresso aprovou o texto-base da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020.

Por fim, analistas e operadores ressaltaram que o noticiário a respeito do possível rompimento entre o presidente Jair Bolsonaro e seu partido, o PSL, foi monitorado de perto pelo mercado. "Traz um ruído, já que há pouco alinhamento entre o Bolsonaro e os parlamentares, e a saída dele do PSL poderia diminuir mais o capital político dele".

Juros descendo a parede

As curvas de juros fecharam em baixa nesta quarta-feira, tanto na ponta curta quanto na longa, reagindo ao recuo de 0,04% na inflação medida pelo IPCA em setembro — o menor resultado para o mês desde 1998. E, com a inflação sob controle, cresce a percepção de que o Banco Central tem espaço para promover mais cortes na Selic.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, os DIs para janeiro de 2021 caíram de 4,81% para 4,71%; no vértice mais extenso, as curvas com vencimento em janeiro de 2023 recuaram de 5,97% para 5,83%, enquanto as para janeiro de 2025 foram de 6,61% para 6,48%.

Saltos e quedas

As ações da Petrobras e do setor bancário tiveram altas firmes nesta quarta-feira, dando força ao Ibovespa como um todo. Os papéis PN da estatal (PETR4) subiram 1,92% e as ONs (PETR3) avançaram 2,52%, com o mercado reagindo bem à aprovação, pelo TCU, do edital do megaleilão da cessão onerosa, a ser realizado em 6 de novembro.

Entre os bancos, destaque para Itaú Unibanco PN (ITUB4), com ganho de 1,59%; Bradesco ON (BBDC3), em alta de 3,99%; Bradesco PN (BBDC4), com valorização de 2,85%; e Banco do Brasil ON (BBAS3), com avanço de 2,77%.

Na ponta negativa, o setor de frigoríficos despontou com as maiores quedas do índice: JBS ON (JBSS3) caiu 3,92% e BRF ON (BRFS3) recuou 1,64%, em meio à notícia de que senadores dos EUA estariam solicitando uma revisão dos negócios feitos pela JBS nos últimos anos, dado o envolvimento da empresa em escândalos de corrupção.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar