Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Olivia Bulla

Olivia Bulla

Olívia Bulla é jornalista, formada pela PUC Minas, e especialista em mercado financeiro e Economia, com mais de 10 anos de experiência e longa passagem pela Agência Estado/Broadcast. É mestre em Comunicação pela ECA-USP e tem conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado).

A Bula do Mercado

Mercado tenta acalmar os nervos

Olivia Bulla
Olivia Bulla
7 de janeiro de 2019
5:37 - atualizado às 13:46
Fala do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, e estímulo monetário na China animam os mercados -

A primeira semana cheia de 2019 começa com muitas expectativas no mercado financeiro, que ainda não sabe exatamente o que esperar para o ano novo, mas tenta acalmar os nervos, buscando se amparar no noticiário recente. Os dados fortes sobre o emprego nos Estados Unidos (payroll) ao final de 2018 mostram que, talvez, sejam necessários ajustes na taxa de juros norte-americana, o que tende a reduzir ainda mais a liquidez global.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas o tom suave (“dovish”) na fala do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, mantém dúvidas em relação a novas altas neste ano. Se por um lado o Fed tem destacado o mercado de trabalho saudável nos EUA como uma razão para continuar apertando a política monetária; por outro, o Banco Central norte-americano ressalta que não irá hesitar em mudar a estratégia, ouvindo atentamente” ao mercado financeiro.

Seja como for, os dados do payroll parecem zombar do recente temor dos investidores quanto à possibilidade de uma recessão nos EUA à frente. A criação de mais de 100 mil vagas acima do esperado em dezembro e o aumento da taxa de desemprego porque mais pessoas estão procurando trabalho indicam que economia norte-americana segue robusta.

Com isso, a desaceleração da atividade global parece ser ex-EUA, com sinais mais firmes de perda de tração na China e na zona do euro. Até por isso, trouxe certo alento a decisão do BC chinês (PBoC) ao final da semana passada de reduzir o compulsório bancário. Porém, ninguém se iludiu, pois a medida visa mais suavizar o aperto de liquidez às vésperas do Ano Novo Lunar do que estimular a economia.

Ainda assim, o mercado internacional iniciou a segunda-feira no positivo, ainda ecoando o tom suave na fala de Powell e os estímulos monetários na China. Juntos, esses fatores renovam o apetite por ativos de risco. Com isso, houve ganhos na sessão asiática - onde Tóquio liderou a alta (+2,4%), mas Xangai e Hong Kong subiram ao redor de 0,7%, cada. Os índices futuros das bolsas de Nova York também estão no positivo, sinalizando que o rali da última sexta-feira pode se estender para hoje, o que embala a abertura do pregão europeu nesta manhã.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos demais mercados, o dólar perde terreno para as moedas rivais e de países emergentes, após a fala de Powell minar a demanda pela moeda norte-americana. Esse comportamento do dólar favorece uma recuperação das commodities, com o petróleo tipo WTI se aproximando da faixa de US$ 50, em alta de mais de 1%. Já o juro projetado pelo título norte-americano de 10 anos (T-note) está estável em 2,67%, com os investidores monitorando as negociações entre EUA e China sobre o comércio.

Leia Também

É a política!

Diante de tantas dúvidas, é o noticiário político que tende a definir o rumo dos ativos, com os investidores tentando encontrar uma saída da forte volatilidade recente, cientes de que o movimento no curto prazo pode ser apenas uma oportunidade para comprar “pechinchas”. Por isso, os o mercado financeiro internacional acompanha atentamente a visita da delegação dos EUA a Pequim, hoje e amanhã, para tratar da questão comercial.

A expectativa é por sinais de desfecho da disputa, após a trégua de 90 dias assinada entre os líderes dos dois países, durante o encontro do G-20, ao final de novembro. Se houver o fim da sobretaxa de produtos chineses importados aos EUA, com interrupção das retaliações por parte da China, os investidores podem respirar mais aliviados sobre o ritmo da economia global.

No entanto, o embate ganha cada vez mais contornos de que o objetivo final de Washington é impedir o progresso chinês rumo a uma superpotência global, desafiando o atual status da Casa Branca. Já Pequim invocou o mantra maoísta de “autossuficiência” para mostrar que está preparado para um conflito mais longo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dessa forma, por mais que hajam avanços nas conversações entre os dois países, capazes de aliviar parte da tensão no mercado financeiro, os efeitos nos resultados das empresas, no desempenho da atividade e nos preços aos consumidores são imediatos. Tudo isso, tende a manter os negócios voláteis.

Ainda mais diante do combate político entre a Casa Branca e a Câmara dos Representantes, agora sob o controle dos democratas. O presidente Donald Trump diz que não vai assinar um projeto de lei para interromper a paralisação do governo (shutdown), enquanto não tiver a verba para a construção de um muro na fronteira com o México.

Mas a presidente da Casa, Nancy Pelosi, está confiante de que os democratas não podem perder essa batalha. Mas o republicano tampouco está disposto a recuar, prolongando o shutdown por tempo indeterminado. Trump sabe que, se ceder agora, será o fim do seu mandato, cerca de dois anos antes do prazo.

Aliás, o que está mesmo em jogo é as eleições nos EUA, em 2020. Até lá, pode crescer a pressão que Trump já enfrenta nas investigações da campanha de 2016, envolvendo seus negócios e sua família. Isso pode levar republicanos a se distanciarem do presidente, diminuindo o tamanho da base política. Ao mesmo tempo, devem surgir nomes de democratas para disputar a presidência no ano que vem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto isso, por aqui...

No Brasil, depois do ruído na primeira entrevista do novo presidente, Jair Bolsonaro, sobre a reforma da Previdência e medidas tributárias, o mercado brasileiro ainda dá o benefício da dúvida ao governo recém-empossado e ignora os mal-entendidos. Por ora, avalia-se, é natural que haja uma “curva de aprendizado”.

Mais que isso, os negócios locais mantém o voto de confiança na equipe econômica e acompanham esclarecimentos sobre os temas. Por mais que haja a percepção de que Bolsonaro está “batendo cabeça” com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o entendimento é de que é importante dar mais de tempo para que o “time dos sonhos” comece a trabalhar - e ver quais decisões, polêmicas ou não, devem ser tomadas.

O mercado financeiro avalia que é preciso verificar se a fala de Bolsonaro está alinhada às propostas da equipe econômica e parece ser mais crível do ponto de vista político, visando a aprovação das medidas. Afinal, questões como idade mínima menor para aposentadoria e mudanças em tributos (IRPF e IOF) podem ter sido colocadas em pauta e o presidente aproveitou a ocasião para externar essas possibilidades. Porém, se saiu “do nada”, a sinalização pode ser bem negativa.

Aos olhos dos investidores, o apoio do PSL à reeleição de Rodrigo Maia para a presidência da Câmara reforça as chances de aprovação da agenda liberal-reformista. Ainda mais após o afago aos deputados, antecipando a verba para o auxílio-mudança. Mas os protagonistas dessa pauta só entram em cena em fevereiro...

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Semana de agenda cheia

Já no front econômico, a agenda de indicadores desta semana traz como destaque dados de atividade e inflação no Brasil. Os números da produção industrial em novembro serão conhecidos amanhã e devem seguir fracos, com o setor limitando o crescimento da economia no último trimestre de 2018.

No mesmo dia, sai o resultado do IGP-DI em dezembro e no acumulado no ano passado, além do desempenho do setor automotivo (Anfavea) no mesmo período. Na quinta-feira, é a vez dos dados atualizados sobre a safra nacional de grãos. No dia seguinte, merece atenção o resultado oficial da inflação ao consumidor.

A previsão é de que o IPCA fica ao redor da estabilidade, encerrando 2018 abaixo de 4%, distante do alvo perseguido pelo Banco Central, de 4,5%. Os números tendem a reforçar que o cenário benigno dos preços não será um problema para o governo Bolsonaro, com a taxa de juros podendo ser mantida no piso histórico por mais tempo.

Aliás, o relatório Focus do BC será divulgado logo cedo (8h25) e pode trazer novas revisões, para baixo, nas expectativas do mercado financeiro para a inflação e a Selic neste ano. No front político, o presidente Bolsonaro dá posse hoje a presidentes de bancos públicos. Entre eles, o ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy assume o comando do BNDES. A intenção do governo é de que essas instituições ajudem a reforçar os cofres da União, vendendo empresas controladas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já no exterior, merece atenção hoje o índice ISM de atividade no setor de serviços dos EUA (13h) em dezembro. Mas o destaque do calendário norte-americano é a divulgação da inflação ao consumidor em dezembro (CPI), também na sexta-feira. Antes, na quarta-feira, o Fed divulga a ata da reunião de dezembro, quando frustrou a expectativa do mercado financeiro e manteve a previsão de mais dois aumentos na taxa de juros neste ano.

No dia seguinte, o presidente do Fed volta a discursar, durante um evento em Washington. Números de inflação ao consumidor e ao produtor também serão conhecidos na China, na quarta-feira. Ainda sem previsão de data, devem ser anunciados os dados de crédito e da balança comercial chinesa ao longo da semana.

Na Europa, merece atenção a retomada da discussão do chamado Brexit pelo Parlamento britânico, a partir de quarta-feira. O prazo final para a saída do Reino Unido da União Europeia (UE) está previsto para 29 de março, mas se a primeira-ministra, Theresa May, ganhar apoio político, ela poderá pedir mais tempo. Nesse caso, o Reino Unido pode até convocar um segundo referendo, cancelando o Brexit. Para May, se isso acontecer, o Reino Unido entrará em um “território desconhecido” e é fundamental conquistar o apoio da maioria parlamentar para a votação que acontece na terceira semana deste mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ENTRE A CRUZ E A ESPADA

Selic com freio de mão puxado? A mensagem do IPCA-15 e das projeções de inflação do BC sobre o corte de juros

26 de março de 2026 - 13:04

O IPCA-15 de março, o relatório trimestral do BC e o conflito no Oriente Médio dão sinais aos investidores sobre o que esperar na próxima reunião do Copom; confira

IMPARÁVEL

Ninguém segura a Lotofácil: concurso 3645 faz mais um milionário; Mega-Sena 2989 retoma o topo do pódio dos prêmios mais altos do dia

26 de março de 2026 - 6:55

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na quarta-feira (25). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Em contrapartida, os prêmios em jogo em cada uma delas aumentaram.

RALI COM CONTORNO ESTRUTURAL

Após a disparada do petróleo, as commodities agrícolas são o próximo front da guerra — saiba como surfar o novo ciclo

25 de março de 2026 - 19:36

Escalada no Oriente Médio pressiona insumos, eleva custos do agro e pode marcar início de novo ciclo de commodities, que abre oportunidade de ganhos para quem quer se expor ao segmento

Mudanças na CNH

CNH se adapta à era dos carros elétricos: projeto de lei autoriza habilitados na categoria B a conduzirem automóveis mais pesados do que antes

25 de março de 2026 - 15:20

Proposta eleva o limite de peso dos automóveis conduzidos por motoristas habilitados na categoria B da CNH

ISSO NUNCA ACONTECEU

‘Pix suspenso’ é fake news; o que acontece quando você não consegue transferir ou pagar pelo seu banco

25 de março de 2026 - 15:05

Banco Central (BC) esclarece em nota enviada à redação do Seu Dinheiro que, desde que a plataforma entrou no ar em 2020, o pix nunca foi suspenso

TOUROS E URSOS #264

Tinha uma guerra no meio do caminho: é hora de adequar a carteira ao ciclo de queda da Selic?

25 de março de 2026 - 14:30

Martin Iglesias, líder em recomendação de investimentos no Itaú, conta no novo episódio do Touros e Ursos sobre como o banco ajustou sua estratégia de alocação diante das incertezas atuais

DINHEIRO PARA EXPORTAR

R$ 15 bilhões na mesa: governo reforça crédito para empresas exportadoras em meio à tensão global e guerra no Irã

25 de março de 2026 - 11:28

Nova etapa do Plano Brasil Soberano tem um impacto potencial sobre indústria e pequenas e médias empresas (PMEs)

NA MIRA

Fraudes de até R$ 500 milhões: PF mira CEO da Fictor em operação contra esquemas milionários — e ligação com Comando Vermelho entra no radar

25 de março de 2026 - 10:33

Investigação aponta uso de empresas de fachada, funcionários de bancos e conversão em criptoativos para ocultar recursos

PRESSÃO DE LULA?

Petrobras (PETR4; PETR3) avalia recomprar refinaria de Mataripe do fundo árabe Mubadala; entenda o que está em jogo

25 de março de 2026 - 10:13

A refinaria foi privatizada durante o governo de Jair Bolsonaro. Desde a troca de comando da Petrobras, em 2023, a estatal manifesta o desejo de recomprar o ativo

SÓ DEU ELA

Lotofácil 3644 paga prêmio milionário na unidade da federação de maior renda do país; Mega-Sena puxa a fila das loterias acumuladas

25 de março de 2026 - 6:59

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira (24). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar R$ 32 milhões hoje.

POLÍTICA MONETÁRIA

Sinal verde para a Selic: o segredo escondido na ata do Copom que abre as portas para cortes de 0,50 pp nos juros

24 de março de 2026 - 13:30

A guerra no Oriente Médio é a principal pedra no caminho de uma política monetária mais flexível daqui para a frente

Remédio no carrinho

Nimesulida, dipirona, tadalafila e outros remédios ao lado do leite, da carne e do café? Campeões de vendas nas farmácias agora chegam aos supermercados, mas com regras claras

24 de março de 2026 - 13:27

Consumidor poderá comprar medicamentos no supermercado, desde que os remédios estejam dentro de farmácias estruturadas no estabelecimento

COPOM

Não é só inflação: veja por que o BC continua cauteloso com os juros e para onde olhará agora

24 de março de 2026 - 10:42

Agora, o BC incluiu uma nova variável na análise da conjuntura: além de acompanhar as decisões de outros Bancos Centrais, o comitê avalia os desdobramentos do conflito do Oriente Médio, algo que influencia no preço do barril do petróleo e, consequentemente, da inflação

MELHOROU OU PIOROU?

Haddad diz que vai estudar os efeitos da privatização da Sabesp (SBSP3) e chama debate sobre serviços de ‘natural’

24 de março de 2026 - 10:11

O pré-candidato citou o aumento de reclamações por qualidade do serviço e também afirmou ter verificado que houve reestatização desses serviços em outros países

BRILHOU SOZINHA

Lotofácil 3643 faz o primeiro milionário da semana nas loterias da Caixa; concurso 2371 da Timemania promete prêmio maior que o da Mega-Sena 2988 hoje

24 de março de 2026 - 6:51

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira (23). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Em contrapartida, os prêmios em jogo em cada uma delas aumentaram.

COMBUSTÍVEIS

Petrobras (PETR4): diesel fica onde está — pelo menos por enquanto, dizem fontes da estatal a agência

23 de março de 2026 - 15:43

Enquanto importadores pressionam por reajuste, fontes da Reuters dizem que estatal não pretende mexer nos preços agora

OPORTUNIDADE

Correios abrem inscrições para concurso com centenas de vagas em Programa Jovem Aprendiz em todo o Brasil

23 de março de 2026 - 14:24

As inscrições para o Programa Jovem Aprendiz 2026 da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos são gratuitas; confira os detalhes

BOBEOU NA CURVA

Mega-Sena desbancada: Dupla de Páscoa, +Milionária e Timemania iniciam semana prometendo os maiores prêmios entre as loterias da Caixa

23 de março de 2026 - 7:23

Mega-Sena pode não pagar o maior prêmio da semana, mas valor em jogo não é desprezível. Dupla de Páscoa ainda demora para acontecer. Lotofácil e Quina têm sorteios diários.

LOTERIAS

Alô, Goiás: dupla leva R$ 1,4 milhão na Lotofácil 3642; Mega-Sena e Quina acumulam

22 de março de 2026 - 9:35

Veja os resultados da Mega-Sena, Quina, Lotofácil, Timemania e Dia de Sorte neste fim de semana

AS MAIS LIDAS DO SEU DINHEIRO

Greve dos caminhoneiros: o dia que parou o Brasil; a coincidência na Lotofácil e o ‘prêmio de consolação’ do Wagner Moura. As mais lidas do Seu Dinheiro

21 de março de 2026 - 17:30

Greve dos caminhoneiros e incertezas sobre o diesel dominam o noticiário, enquanto coincidência rara na Lotofácil e “prêmio de consolação” milionário no Oscar completam a lista das mais lidas da semana no SD

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia