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2019-10-14T16:23:52-03:00
Jasmine Olga
Jasmine Olga
Cursando jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
Vem fusão por aí?

Controladora da bolsa de Hong Kong faz oferta bilionária pela bolsa de Londres

Hong Kong Exchanges é uma das líderes mundiais no mercado de bolsas de valores, alternando a primeira posição com a New York Stock Exchange nos últimos 10 anos

11 de setembro de 2019
9:07 - atualizado às 16:23
Tela mostra cotações de bolsa de valores e gráficos de mercado
Imagem: Shutterstock

Em uma oferta surpresa, a Hong Kong Exchanges and Clearing Limited (HKEx), controladora das bolsas de Hong Kong anunciou nesta terça-feira (11) que realizou uma proposta para a aquisição da controladora da bolsa de Londres, a London Stock Exchange Group.

A oferta, baseada no preço de fechamento das ações do LSE Group no dia 10 de setembro, é de aproximadamente US$ 36,5 bilhões (29,6 bilhões de libras). O custo total da operação pode chegar ao valor de 31,6 bilhões de libras. Essa é a segunda aquisição internacional da HKEx. Em 2012, a controladora já havia comprado a London Metal Exchange, a bolsa de metais de Londres.

Por volta das 08h40, os papéis da LSEG subiam cerca de 5% em Londres. Confira nossa cobertura completa dos mercados. 

A proposta acontece em um momento crítico para o Reino Unido, quando especialistas acreditam que sua saída da União Europeia pode enfraquecer o mercado financeiro local, um dos mais importantes do continente.

Segundo a Reuters, a Hong Kong Exchanges é uma das líderes mundiais no mercado de bolsas de valores, alternando a primeira posição com a New York Stock Exchange nos últimos 10 anos. No entanto, a operadora sofreu o impacto da instabilidade política da região no último ano.

Em comunicado, a empresa disse acreditar que uma fusão entre a HKEx e a LSEG pode representar uma oportunidade estratégica para criar um líder global de infraestrutura de mercado ao aproximar os principais centros financeiros da Europa e Ásia.

Para o chefe executivo da companhia, Charles Li, a fusão entre as gigantes do mercado pode redefinir o mercado de capitais pelas próximas décadas e oferecer maior inovação, controle de riscos e oportunidades aos seus clientes.

 

 

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