🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Carteira cheia

O conglomerado administrado por Warren Buffett tem US$ 122 bilhões para gastar

A Berkshire Hathaway, holding adnimistrada pelo megainvestidor Warren Buffett, encerrou o segundo trimestre deste ano com uma enorme posição de caixa

Victor Aguiar
Victor Aguiar
3 de agosto de 2019
16:00 - atualizado às 11:00
O megainvestidor Warren Buffett
O megainvestidor Warren Buffett. - Imagem: Shutterstock

Em fevereiro deste ano, o bilionário Warren Buffett escreveu uma carta aberta endereçada aos acionistas da Berkshire Hathaway — o conglomerado de investimentos que é administrado por ele. No texto, o veterano do mercado financeiro diz que a companhia passava por uma situação de "excesso de liquidez" e que esperava usar parte dos recursos disponíveis em caixa para adquirir participação em outras empresas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"No entanto, as projeções imediatas para esse plano não são animadoras: os preços de negócios que possuem prospectos razoáveis no longo prazo estão estratosféricos", disse Buffett, na ocasião. E, a julgar pelo balanço da Berkshire Hathaway no segundo trimestre deste ano, divulgado neste sábado (3), esse panorama não mudou.

Afinal, Buffett e sua companhia não fizeram nenhuma compra relevante neste ano — e, com isso, a posição de caixa do conglomerado subiu ainda mais, passando de US$ 114,2 bilhões em março para US$ 122 bilhões ao fim de junho.

A Berkshire Hathaway é famosa por suas aquisições volumosas e de grande porte. Atualmente, a empresa administra e gere uma série de subsidiárias que atuam em diversos setores, em especial os de seguros, energia e varejo. Além disso, também possui investimentos em diversas empresas, como Apple e Coca-Cola.

No entanto, a última vez que o conglomerado foi ao mercado para fazer compras foi no longínquo 2015, quando adquiriu a Precision Castparts, uma fabricante de bens industriais e peças para o setor aeroespacial. De lá para cá, Buffett tem caçado novas oportunidades — mas sem sucesso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto mantém a carteira fechada, a Berkshire Hathaway tem se dedicado a administrar seu amplo portfólio — e os resultados foram mistos no segundo trimestre deste ano: por um lado, a receita líquida do conglomerado subiu 2,2% na base anual, para US$ 63,6 bilhões, e o lucro líquido avançou 17,1%, para US$ 14 bilhões.

Leia Também

Mas, por outro, o lucro operacional — métrica que é acompanhada de perto pelo mercado como um indicativo da saúde financeira da companhia — caiu 10,9% na mesma base de comparação, para US$ 6,14 bilhões. O resultado foi afetado pelo pior desempenho da Geico, seguradora de automóveis pertencente à Berkshire Hathaway.

Ações estáveis

O conglomerado gerido por Warren Buffett possui dois tipos de ações: as de classe A (BRK-A) e B (BRK-B). Há diversas diferenças entre os dois ativos, mas a mais chamativa é o preço: enquanto os primeiros estão cotados acima dos US$ 300 mil, os segundos são negociados a valores mais acessíveis, de cerca de US$ 200.

Segundo o bilionário, os papéis do tipo B são voltados ao investidor de varejo, enquanto os do tipo A são desenhados para quem deseja fazer um aporte de longo prazo na Berkshire Hathaway, sem buscar retornos rápidos. Assim, há uma quantia muito maior de ações classe B no mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, um ponto que conecta os dois ativos é o desempenho tímido em 2019. As ações do tipo B, por exemplo, fecharam o pregão da última sexta-feira (2) em alta de 0,48%, a US$ 202,67 — no ano, contudo, os papéis acumulam baixa de 0,7%.

Já os papéis tipo A encerraram a última sessão com ganho de 0,77%, a US$ 306 mil — o exato mesmo preço visto em 31 de dezembro do ano passado.

Carteira cheia

Com as bolsas americanas dos Estados Unidos muito perto das máximas históricas, Warren Buffett e seus sócios na Berkshire Hathaway têm encontrado dificuldades para encontrar boas oportunidades para a compra de empresas e ativos. No entanto, o caixa de US$ 122 bilhões disponível para aquisições deixa o mercado alerta.

"Essa realidade decepcionante significa que, em 2019, provavelmente vamos continuar expandindo nossas posições em ações de empresas interessantes", escreveu Buffett, na carta de fevereiro. E, de fato, a Berkshire Hathaway possui investimentos volumosos em diversas companhias de capital aberto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao fim de junho, o valor justo dos investimentos em ações do conglomerado era de pouco mais de US$ 200 bilhões. A maior parte desse montante está concentrado em cinco empresas: Apple (US$ 50,5 bilhões), Bank of America Corp. (US$ 27,6 bilhões), Wells Fargo (US$ 20,5 bilhões), Coca-Cola (US$ 20,4 bilhões) e American Express (US$ 18,7 bilhões).

"Nós continuamos, no entanto, a torcer por uma aquisição 'do tamanho de um elefante'", ponderou o megainvestidor, a respeito dos prospectos para 2019, afirmando que o mero pensamento de uma transação de grande porte fazia seu coração disparar.

Bom, ao menos na primeira metade de 2019, essa grande aquisição não aconteceu. Mas, com US$ 122 bilhões na carteira, Buffett e a Berkshire Hathaway certamente têm capacidade para comprar alguns elefantes no mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar