Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Bruna Furlani

Bruna Furlani

Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB). Fez curso de jornalismo econômico oferecido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Tem passagem pelas editorias de economia, política e negócios de veículos como O Estado de S.Paulo, SBT e Correio Braziliense.

Mudanças à vista

Agora é a hora! Governo disponibiliza lista das estatais federais que estão em avaliação para serem privatizadas ou capitalizadas

Os dois setores de atuação em que há maior número de empresas que vão passar por tais mudanças são o setor energético, seguido por óleo e gás. Na sequência, vem o setor financeiro

Bruna Furlani
Bruna Furlani
14 de fevereiro de 2019
5:00 - atualizado às 16:57
Privatização
Imagem: Andrei Morais/Montagem

Depois de anunciar a privatização de várias empresas estatais federais durante evento em São Paulo no fim de janeiro deste ano, a secretaria especial de desestatização e desinvestimento disponibilizou, no início deste mês, os nomes das empresas que estão em avaliação do governo para serem privatizadas ou capitalizadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A lista de nomes é extensa e poderia impactar 131 companhias, como eu havia falado antes aqui. A meta é obter US$ 20 bilhões ainda neste ano com a negociação de estatais. Segundo os dados divulgados pela secretaria, as duas áreas que devem ter o maior número de empresas impactadas são a energética com 39 empresas, seguida por óleo e gás com 19 empresas.

Na sequência, vem o setor financeiro com 16 companhias e depois comércio e serviços com 14 estatais a serem privatizadas ou capitalizadas. O documento mostra também que, atualmente, o país possui 134 estatais federais, sendo que 88 são empresas de controle indireto (subsidiárias).

Já as 46 companhias restantes são de controle direto da União e 18 delas são dependentes do Tesouro Nacional para atividades operacionais, o que complica a situação fiscal brasileira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Figurinhas repetidas

Os nomes apresentados estão em linha com o que o secretário especial de desestatização e desinvestimento, Salim Mattar, falou ontem (13) durante o Seminário de Abertura do Ano de 2019, pela Revista Voto, em Brasília.

Leia Também

Na ocasião, ele deu a entender que, sem dúvidas, estatais como Casa da Moeda (CMB), Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Dataprev e Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), - que abriu capital em 2017 -, serão privatizadas porque estão sob o comando do Ministério da Economia.

Ele reiterou também que BB, Caixa e Petrobras permanecem de fora da privatização, mas que as suas subsidiárias devem ser vendidas. Hoje, a Petrobras possui 36 e Caixa tem duas.

Já o BB possui 16 e dentre elas está a BB Seguridade, que divulgou um balanço fraco nesta semana, como mostrou o Vini nesta matéria.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na lista, há também companhias em que algumas das suas subsidiárias já foram para as mãos da iniciativa privada, como é o caso da Telebras. Em 1998, todas as 12 subsidiárias do sistema Telebras foram privatizadas.

Segundo informações da assessoria de imprensa da empresa, na época, o Estado arrecadou cerca de R$ 22,5 bilhões com a venda de ações que detinha da companhia. Porém, ainda manteve certa quantidade. Hoje, o percentual total que o governo detém da empresa corresponde a 87,3% do capital.

Além dela, há outros nomes como a Eletrobras, que deve ser capitalizada. A tendência é que seja uma operação de aumento de capital para atrair novos investidores privados, o que diluiria a participação do governo.

Energia

Dentre os setores com o maior número de empresas que estão na mira da privatização ou capitalização está o setor energético. Nele, constam nomes como Eletrobras, Eletrobras Participações (Eletropar), assim como das geradoras eólicas Arara Azul, Ventos de Angelim, Ventos de Santa Rosa e Ventos de Uirapuru, Bentevi, além de Ouro Verde I, II e III.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há também os nomes de Brasil Ventos, Furnas, Amazonia Geração e Transmissão de Energia S.A (Amgt), Breitener, Breitener Jaraqui, Breitener Tambaqui, Baixada Santista Energia Ltda (BSE) e Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (Cgtee).

A lista ainda possui empresas como a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) e a Energia dos Ventos (EDV) números IX, V, VI, VII, VIII.

Outros nomes que estão na lista são Eletronorte, Eletronuclear, Eletrosul, Eólica Chuí IX, Eólica Hermenegildo I, II e III; Fronteira Oeste Transmissões de Energia (Fote), Eólica Mangue Seco 2, Termobahia, Termomacaé Comercializadora e Termomacaé, assim como Transenergia Goiás (TGO), Transmissora Sul Brasileira de Energia (Tsbe) e Transmissora Sul Litorânea de Energia (Tsle).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Óleo e gás

Na lista do setor de óleo e gás, os destaques ficam por conta de nomes como BR Distribuidora, Transpetro, Braspetro Oil Services Company (Brasoil), Petrobras Gás S.A (Gaspetro), Gas Brasiliano Distribuidora (GasBrasiliano), Liquigás, Petrobras Logística de Gás (Logigas), Petrobras America Inc (PAI), Petrobras Logística de Exploração e Produção (PB-Log), Petrobras Bolivia Inversiones y Servicios (Pebis).

Além disso, há companhias como Petrobras Middle East B.V (Pemid), Petrobras International Braspetro B.V Sucursal Colombia, Petrobras México (PM) e da Petrobras Biocombustível (Pbio).

Há também a Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural (Ppsa), Stratura Asfaltos, Transportadora Associada de Gás (TAG), Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG) e Bear Insurance Company Limited (Bear).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Área financeira

Na sequência, o terceiro setor que mais seria mais impactado pelas privatizações e pela redução no número de estatais seria o financeiro. Nele, estão nomes como o Banco do Nordeste (BNB), Banco do Brasil Ag Viena (BB AG), BB Consórcio, BB Investimentos, BB DTVM e BB Leasing (BB Lam).

Na sequência, há também o Banco da Amazônia (Basa), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), BNDES Participações (BNDESPar), BNDES PLC, assim como a Empresa Gestora de Ativos (Emgea), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e a Agência Especial de Financiamento Industrial (Finame), além de empresas como a Besc Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (Bescval), Ativos S.A e da Brazilian American Merchant Bank (Bamb).

Comércio e serviços

Em seguida, está o ramo de comércio e serviços. Nele, há empresas como a BB cartões, BB Turismo e BB Tecnologias e Serviços, assim como a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev), o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e Ativos Gestão S.A.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, há a E-Petro, Petrobras Comercializadora de Energia Ltda (Pcel), a Petrobras International Braspetro B.V (PIB BV), Petrobras Netherlands B.V (Pnbv), Petrobras Singapore Private Limited (Pspl), Petrobras Europe Limited (PEL) e Petrobras Finance Limited (PFL) e a Transpetro International B.V. (TI B.V.).

Indústria de transformação

Na área de indústria da transformação, há companhias como a Casa da Moeda do Brasil (CMB), a Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás), Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep), Indústrias Nucleares do Brasil (INB), Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel), Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec) e Araucária Nitrogenados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mais setores

No ramo portuário, a lista de possíveis privatizações começa com a Companhia Docas do Ceará (CDC), Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Companhia Docas do Pará (CDP), Companhia Docas do Rio de Janeiro (Cdrj), Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern) e Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba).

Em seguida, vem a lista das empresas relacionadas à pesquisa, desenvolvimento e planejamento. Na lista estão grandes companhias como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (Cprm).

Há também companhias como a Amazônia Azul Tecnologias de Defesa (Amazul), Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Empresa de Planejamento e Logística (EPL) e a Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron).

No quesito seguros, a lista possui nomes como a Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (Abgf), BB Corretora, BB Seguridade e BB Seguros. Outra que entra na lista é a Caixa Seguridade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na sequência, vem as empresas da área de transportes. Nos destaques estão a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (Cbtu), a Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre (Trensurb), a Valec e a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

Em seguida, no ramo de participações estão a Caixapar, Correiospar, BB Elo Cartões e a 5283 Participações. Já no ramo de comunicações, as três companhias que estão no radar da secretaria são a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), os Correios e a Telebras. Essa última, já teve uma parte dela privatizada em 1998 quando o governo arrecadou R$ 22 bilhões ao vender 20% das ações que detinha.

Na parte de abastecimento, estão a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) e as Centrais de Abastecimento de Minas Gerais (Ceasaminas).

Em seguida, vêm algumas empresas importantes na área de saúde. Na lista, há três: Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Hospital de Clínicas de Porto Alegre (Hcpa) e Hospital Nossa Senhora da Conceição (GHC).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, por último, está a área de desenvolvimento regional em que consta apenas a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) na lista de possíveis privatizações.

Raio-x da privatização

A ideia do governo de retirar do controle do estado mais da metade das empresas estatais que o Brasil possui hoje pode ser uma grande mudança. Isso porque segundo dados do último Boletim das Empresas Estatais Federais, desde 2016 até o último dia do ano passado, o número de empresas estatais federais passou de 154 para 134. Ou seja, 20 empresas em dois anos.

A venda mais recente foi da Companhia Energética de Alagoas (Ceal), última das seis distribuidoras da Eletrobras. O leilão foi feito em 28 de dezembro do ano passado. A companhia foi arrematada pela Equatorial Energia S.A.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De qualquer forma, a ideia do governo de tirar do controle do estado aquelas empresas que poderiam ser mais eficientes nas mãos da iniciativa privada pode ser uma opção válida para diminuir o número de companhias que dependem do Tesouro Nacional, por exemplo, assim como para reduzir a dívida bruta do governo.

Mas a tarefa não será fácil e uma boa parte das discussões deve ficar para o próximo governo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
TENDÊNCIA GLOBAL

BTG Pactual entra na disputa pelos mercados de previsão com nova plataforma; veja como vai funcionar

27 de março de 2026 - 16:08

BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado

CHECK-UP AMARGO

Dasa (DASA3) tem prejuízo de quase R$ 1 bilhão e ações vão para a UTI na maior queda da bolsa; papéis chegam a recuar 19%

27 de março de 2026 - 13:02

A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil

FINAL DOS RUMORES?

Petrobras (PETR4) afasta ruído político e diz que não há fato novo sobre recompra da Refinaria de Mataripe

27 de março de 2026 - 12:31

Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa

SKINS EM CRISE

A conta chegou para a Epic Games, criadora de um dos games mais jogados do mundo; por que a empresa que inventou o Fortnite demitiu mais de mil funcionários

27 de março de 2026 - 12:06

Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa

INCERTEZA SOBRE CONTINUIDADE

Braskem (BRKM5) tem prejuízo de R$ 10,28 bilhões no 4T25, alta de 82%, alavancagem dobra, e auditoria expressa preocupação

27 de março de 2026 - 9:10

O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.

NO RASTRO DA CRISE

Mais uma peça cai: Banco Central decreta liquidação extrajudicial do conglomerado Entrepay em meio à crise do Banco Master

27 de março de 2026 - 8:44

Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações

RETORNO AO ACIONISTA

Dividendos à vista: Hypera (HYPE3) anuncia R$ 185 milhões em JCP e conclui aumento de capital

26 de março de 2026 - 19:47

Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica

PROVENTOS NO RADAR

Acionista da Copel (CPLE3) vai encher o bolso? BTG calcula bolada em dividendos e diz o que fazer com as ações

26 de março de 2026 - 19:36

Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor

NOVA ESTRUTURA

A nova aposta do Bradesco (BBDC4): como nasce a BradSaúde e o que muda no grupo segurador

26 de março de 2026 - 17:44

Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática

RESULTADOS PRESSIONADOS

JBS (JBSS32) encara custos altos no gado e no milho, mas ainda é preferida do BTG no setor; entenda o que move a ação

26 de março de 2026 - 17:01

A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário

MENOR E MAIS LEVE

Americanas (AMER3) sai da recuperação menor e com foco em lojas físicas; ela tem forças para correr atrás da concorrência?

26 de março de 2026 - 15:03

No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro

IMERSÃO MONEY TIMES

Como o Magazine Luiza (MGLU3) conseguiu lucrar mais com IA do que a dona do ChatGPT e o próprio Google?

26 de março de 2026 - 11:54

Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista

VAI DECOLAR PARA LONGE

Adeus, Gol (GOLL54): empresa vai sair da bolsa nesta sexta-feira e tem data para ser extinta; relembre a ‘novela’ da companhia

26 de março de 2026 - 11:26

Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa

ADEUS, PENNY STOCK

Marisa (AMAR3) recebe enquadro da B3 por ação abaixo de R$ 1, e avalia fazer grupamento; presidente do conselho renuncia

26 de março de 2026 - 10:14

Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão

REESTRUTURAÇÃO EM CURSO

Casas Bahia (BHIA3) dá novo passo na virada financeira e levanta R$ 200 milhões com FIDC de risco sacado

26 de março de 2026 - 9:33

Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda

SAIU DO FUNDO DO POÇO?

Americanas (AMER3) pede fim da recuperação judicial, vende Uni.Co e reduz prejuízo em mais de 90%

26 de março de 2026 - 8:57

A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos

AINDA PRECISA VOTAR

A torneira dos dividendos vai fechar? A proposta da Equatorial (EQTL3) que pode mudar a distribuição aos acionistas

25 de março de 2026 - 19:59

Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações

ATENÇÃO, ACIONISTA

Dividendos e JCP: Bradesco (BBDC4) anuncia R$ 3 bilhões em proventos; veja quem mais paga aos acionistas

25 de março de 2026 - 19:25

Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios

BARATA OU ARMADILHA?

Mesmo a R$ 1, Oncoclínicas (ONCO3) ainda tem espaço para cair mais: o alerta do JP Morgan para as ações

25 de março de 2026 - 17:02

Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda

O QUE FAZER COM AS AÇÕES?

Não é hora de colocar a mão no fogo pela Hapvida (HAPV3): por que o Citi ainda não comprou o discurso de virada da empresa

25 de março de 2026 - 16:09

Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia