O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Paper Excellence depositou o valor de R$ 11,2 bilhões referente à compra dos 50,59% que hoje estão nas mãos da família Batista; J&F também fez a transferência
Em um novo passo na disputa judicial que envolve a compra de controle da Eldorado Brasil, os dois acionistas da gigante de celulose - a J&F, holding dos irmãos Batista, e a Paper Excellence, que pertence à família indonésia Widjaya, fizeram nesta quarta-feira, 27, depósitos de garantia em dinheiro e ações pelo negócio.
A Paper Excellence depositou na quarta-feira no Itaú Unibanco o valor de R$ 11,2 bilhões referente à compra dos 50,59% que hoje estão nas mãos da família Batista, que também é dona da gigante JBS. A J&F, por sua vez, também fez a transferência, no mesmo banco, das ações que correspondem ao capital detido pela companhia na empresa de celulose.
Os dois acionistas da Eldorado estão em pé de guerra desde setembro de 2017, quando a Eldorado Brasil foi colocada à venda pelos irmãos Batista, também donos da gigante de carnes JBS. Desentendimentos entre comprador e vendedor levaram a negociação para arbitragem - o caso está sob sigilo e só deve ter um desfecho em setembro do próximo ano.
Hoje, os Batistas têm 50,6% e, os Widjaya, os 49,4% restantes da Eldorado Celulose. Quando fechou o negócio, a Paper Excellence desembolsou R$ 3,8 bilhões por 49,4% das ações, mas o negócio não foi concluído porque os Batistas alegaram que os asiáticos não liberaram as garantias que tinham sido comprometidas para a holding pagar os credores da Eldorado.
Já a Paper Excellence acusou a J&F de ter dificultado a liberação dessas garantias por causa da recuperação dos preços da celulose após o negócio ter sido fechado.
Desde então, os acionistas da empresa só se comunicam por meio de seus advogados. Em junho passado, o tribunal arbitral determinou que o valor das ações da empresa teria de ser depositado na Justiça. Caso o tribunal decida que o controle vá para o grupo de Widaya, o dinheiro já estará separado e será repassado aos Batistas.
Leia Também
Ontem, em uma página criada pela CA Investments, veículo de investimento que representa a Paper Excellence, a companhia informou que, dos R$ 11,2 bilhões depositados ontem, R$ 10,2 bilhões têm origem em recursos próprios da empresa. O R$ 1 bilhão restante foi levantado por meio de emisssão de debêntures (títulos da dívida).
Procurada, a J&F não comenta o assunto.
Com capacidade para produzir 1,7 milhão de toneladas por ano, a Eldorado tornou-se uma das maiores empresas de celulose do Brasil, chegando a incomodar as gigantes do setor, Fibria e Suzano, que se fundiram no ano passado. A Paper chegou a fazer uma proposta para comprar a Fibria, mas a família Feffer (dona da Suzano) acabou levando o negócio. O setor, desde então, tem passado por um amplo processo de consolidação. A Lwarcel, por exemplo, foi comprada pela gigante asiática RGE. A Jari Celulose foi colocada à venda, mas problemas envolvendo seus acionistas afugentaram os investidores interessados no negócio.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro