O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Avaliado em cerca de R$ 6 bilhões, incluindo dívidas, negociação envolvendo a Argo deve atrair pesos-pesados como Brookfield, Taesa e State Grid, gigantes que já estão no Brasil, e fundo de investimentos especializados em infraestrutura
O fundo Pátria vai colocar à venda sua empresa de energia, a Argo, que é dona de 1,1 mil quilômetros de linhas de transmissão que cortam os Estados do Maranhão, Piauí e Ceará, apurou o jornal O Estado de S. Paulo. Avaliado em cerca de R$ 6 bilhões, incluindo dívidas, o negócio deverá atrair pesos-pesados como Brookfield, Taesa e State Grid, gigantes que já estão no Brasil, e fundo de investimentos especializados em infraestrutura, segundo fontes a par do assunto.
Um dos maiores fundos de investimentos do País, o Pátria tem concentrado suas apostas em energia e infraestrutura no Brasil. O projeto Argo foi arrematado em leilão promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em abril de 2016. À época, os investimentos previstos no projeto eram da ordem de R$ 2 bilhões para a construção dos 1,1 mil km de linhas de transmissão de energia, além de quatro subestações. As obras do projeto devem ser encerradas no próximo mês de julho, dois anos antes do calendário previsto.
O projeto tem a missão de ajudar a distribuir a energia gerada pelos parques eólicos da região Nordeste. O contrato de concessão tem duração de 30 anos. No ano passado, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou financiamento de R$ 1,5 bilhão para instalação das linhas de transmissão da Argo.
O processo de venda da Argo começou há poucas semanas e está sendo apresentado para investidores estratégicos e financeiros, segundo pessoas familiarizadas com o tema. Apontadas por fontes como potenciais compradoras da Argo, a gestora canadense Brookfield e a empresa de energia Taesa não se manifestaram. Outra potencial compradora, a State Grid, não retornou os pedidos de entrevista. Procurado, o Pátria também não quis comentar o assunto.
Apesar de tentar vender especificamente este ativo, a gestora brasileira continuará no setor de infraestrutura e com participação relevante em vários projetos de energia na América Latina. Atualmente, o Pátria é sócio da CPFL Renováveis, maior plataforma de energia renovável da América Latina, e tem participação na LAP - Latin America Power, plataforma de energia hídrica e eólica no Chile e no Peru. Além disso, controla a Tecnogera, empresa que fornece soluções de energia temporária.
Recentemente, o fundo chegou a analisar a compra de um grande ativo de infraestrutura. O Pátria foi apontado como um dos interessados em de participar, por meio de um consórcio, da compra do gasoduto TAG, que foi arrematado pela companhia francesa Engie, que pagou US$ 8,6 bilhões à Petrobrás.
Leia Também
A busca por bons ativos de infraestrutura no Brasil está disputada, com a participação de investidores e empresas tanto nacionais quanto internacionais.No fim do ano passado, por exemplo, o grupo Votorantim, em parceria com o fundo canadense Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB), arrematou o controle da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), por quase R$ 2 bilhões. O Pátria também chegou a avaliar participar desse leilão, de acordo com fontes de mercado.
A atenção dos investidores se volta também para os leilões de infraestrutura programados pelo governo federal. Entre os ativos a ser ofertados nos próximos meses estão ativos das estatais de energia Eletrobrás e Cemig. Além disso, também está sendo preparado um pacote de concessões rodoviárias.
Com informações do jornal O Estado de S. Paulo.
Enquanto o Nubank avança em seus investimentos, o mercado aguarda os resultados para entender se essa expansão virá acompanhada de mais riscos
A Embassair oferece uma plataforma completa de serviços para a aviação executiva, incluindo abastecimento de aeronaves e atendimento a passageiros, com operação 24 horas por dia
A companhia tem 37 concessões em rodovias, aeroportos e trilhos e pode mudar de mãos para pagar dívida entre Bradesco e Grupo Mover
A companhia tenta levantar até R$ 5 bilhões em novo capital e negocia alternativas com credores, que pressionam por mudanças na governança e discutem conversão de dívida em participação acionária
A empresa teve três CFOs em menos de três meses. Camille Loyo Faria, ex-Americanas e ex-Oi, durou pouco mais de um mês no cargo, e deu espaço à Vieira, agora substituído por Quintino
Inadimplência, provisões e pressão no lucro devem dominar os balanços do 1T26; veja o que esperar dos resultados dos grandes bancos
Bancos e indústria chegam com projeções otimistas para o 1T26, enquanto o mercado monitora sinais sobre demanda e rentabilidade
As partes envolvidas, Ecopetrol e demais acionistas, estruturaram a operação como formação de controle, e não como transferência de controle
A Sabesp afirmou que avalia incorporar a totalidade das ações da EMAE por meio de uma relação de troca
Mesmo com execução melhor que o esperado e recuperação operacional em curso, analistas avaliam que juros altos, competição e upside limitado justificam recomendação neutra para BBDC4
Novo acordo prevê paridade no conselho e decisões conjuntas; analistas destacam maior influência da estatal em meio à fragilidade financeira da Braskem
Banco eleva preço-alvo de ABEV3 para R$ 16, mas avalia que mercado ignora pressão de margens e já precifica cenário positivo
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen