O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Companhia britânica Merlin Entertainment é responsável por atrações turísticas como os museus de cera Madame Tussaud’s, a London Eye e os parques Legoland
A fundação familiar dinamarquesa Kirkbi, acionista majoritária da marca de brinquedos Lego, anunciou ontem (28) que vai adquirir por US$ 7,5 bilhões a companhia britânica Merlin Entertainment, responsável por atrações turísticas como os museus de cera Madame Tussaud's, a roda gigante London Eye e os parques de diversões Legoland.
Participarão também do negócio os fundos Blackstone, dos EUA, e o CCPIB, do Canadá, que terão juntas 50% da Merlin.
A outra metade ficará com a Kirkbi, que já detinha participação de 30% na britânica, resultantes do acordo referente à marca Legoland, em 2005. A Kirkbi é a fundação da família de Kirk Kristiansen, neto do criador da Lego e responsável por sua expansão global.
Hoje, a Merlin recebe anualmente 67 milhões de pessoas em suas 120 atrações, espalhadas por 25 países - é a segunda maior empresa de parques turísticos do mundo, ficando atrás da Disney.
Na alta temporada, emprega cerca de 28 mil pessoas no mundo e teve receita anual equivalente a US$ 2,1 bilhões. Com a compra, a Merlin será retirada do mercado de capitais - hoje, a empresa negocia suas ações na bolsa de valores de Londres.
"Acreditamos que este grupo de investidores tem os recursos necessários para levar a Merlin ao próximo passo de crescimento", disse Soren Thorup Sorensen, presidente executivo da Kirkbi, em comunicado.
Leia Também
Na mesma nota, a britânica Merlin informou que o acordo lhe dará novo escopo e "investimento de longo prazo", num momento no qual a fabricante dinamarquesa de brinquedos busca sua expansão na China.
Conhecida por seus bloquinhos de plásticos coloridos, a Lego planeja dobrar o número de lojas no país asiático, para 140 estabelecimentos.
"Lojas físicas são importantes para dar às crianças a experiência mágica de brincar", disse, em março, o presidente executivo da Lego, Niels B. Christiansen, ao anunciar o plano de expansão. Além disso, segundo ele, são espaços importantes para reforçar a marca da empresa.
Hoje, a China tem menos de 10% das vendas da fabricante dinamarquesa. Já a Merlin, com três museus do Madame Tussaud's no país, disse, em janeiro, que estava em conversas avançadas para construir diversos parques Legoland chineses, em parceria com empresas locais.
O investimento no mercado chinês é apenas uma das estratégias da Lego para estabilizar seus negócios depois de ter visto, em 2017, suas receitas caírem pela primeira vez em uma década. O revés é atribuído à competição com brinquedos digitais.
Em março, ao anunciar seus resultados globais, a empresa disse ter planos para começar a se expandir no Oriente Médio, na África do Norte e também na Índia. "Em três anos, estaremos investindo pesado no mercado indiano", disse Christiansen.
Hoje, além de vender bloquinhos, a Lego também realiza jogos e filmes com sua identidade visual, em parceria com a americana Warner. No ano passado, a Lego faturou US$ 5,5 bilhões, impulsionada por brinquedos de marcas como Star Wars e Harry Potter.
Outro investimento realizado pela dinamarquesa para se tornar uma empresa mais digital é a criação de aplicativos de realidade aumentada - a tecnologia, popularizada pelo jogo Pokémon Go, adiciona uma camada virtual ao mundo real, por meio de dispositivos como celulares e óculos especiais. No caso da Lego, a intenção é criar aplicativos nos quais seja possível brincar com os bloquinhos a partir da tela dos smartphones.
*Com o jornal O Estado de S. Paulo.
As mudanças na estatal ocorrem por conta das eleições de outubro, já que quem for se candidatar precisa deixar os cargos no Executivo até hoje (4)
Gestora carioca escreveu carta aberta à operadora de saúde, com críticas à reeleição do Conselho e sua alta remuneração ante os maus resultados da empresa
Montadora de carros elétricos do bilionário Elon Musk têm números abaixo das expectativas em meio a redirecionamento de negócios
Mineradora mais que dobra reservas e segue entregando, mas banco afirma que boa parte da história já está no preço
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”