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Confissões de uma ex-“foca”

20 de setembro de 2019
10:58
Selo O Melhor do Seu Dinheiro; investimentos
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Quando você chega a uma redação como “foca” (que é como os jornalistas chamam o repórter iniciante), ninguém te explica nem mesmo onde fica o cafezinho. É como cair de paraquedas num campo minado.

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Você não entende nada sobre o assunto que vai cobrir ou, se entende, não sabe fazer o trabalho direito. E estão todos ocupados demais para te dar atenção. Vão jogar a matéria no seu colo ou simplesmente esperar que você sugira uma boa pauta, mesmo que você não tenha nem ideia de por onde começar.

Quando eu comecei a cobrir finanças, eu nunca havia ouvido falar de home broker e tinha apenas uma vaga noção da função da taxa Selic. Meu editor me ensinou muita coisa, mas eu também tive a sensibilidade de não o sobrecarregar com as minhas dúvidas “bobas”.

Eu as distribuí harmonicamente entre os meus amigos economistas, o Google e as fontes mais pacientes - você talvez se surpreendesse com a quantidade de gente no mercado financeiro e nas universidades disposta a ficar um tempão ensinando para um jornalista como os títulos públicos são precificados. Eu também estudei, né? Porque às vezes você precisa de um livro-texto e umas aulas de verdade.

Para mim, a grande dificuldade era dar aquele passo atrás e entender a parte mais conceitual. É difícil perceber a notícia quando você não sabe o básico. Aqui no Seu Dinheiro, muitos leitores acompanham o noticiário, mas ainda não sabem direito o que fazer com aquelas informações. Nada mais normal.

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Eles sabem, por exemplo, que os grandes gestores andam apostando pesado na bolsa brasileira, que a remuneração das aplicações conservadoras está ínfima com os juros baixos e que, para ganhar mais, vão ter que correr mais risco. Mas muitos ainda se veem perdidos diante da dúvida aparentemente mais óbvia: “legal, mas como é que eu começo a investir em ações, afinal?” E é claro que isso não é nada óbvio.

Leia Também

É por isso que nós aqui no Seu Dinheiro queremos responder a essa pergunta de vez. Hoje eu trago para você duas matérias onde eu explico o beabá da coisa: o que são ações e quais as vantagens e riscos deste investimento, porque acredito que a primeira coisa que a gente deve saber são os conceitos; e o passo a passo para você começar a investir em ações. É agora que você dá o pontapé inicial para sofisticar a sua carteira!

Que ação comprar?

No meu primeiro emprego efetivo como repórter, eu tive que escrever duas matérias “cabeludas” sobre os métodos de avaliação de ativos utilizados por quem investe em ações: a análise técnica e a análise fundamentalista. Elas ajudam o investidor a descobrir boas oportunidades no mercado e estimar os melhores momentos para se comprar e vender ações. Confesso que, naquela época, eu nunca tinha ouvido falar de nenhuma das duas. Se este também é o seu caso, ou se você não entende bem a diferença entre elas, aperta o play que eu te explico tudo neste vídeo.

Questão de tempo

Um dos especialistas que eu tive o privilégio de entrevistar quando ainda estava aprendendo sobre análise técnica foi justamente o Fausto Botelho, um dos maiores especialistas deste tema no Brasil e colunista do Seu Dinheiro. No vídeo a seguir, ele fala da importância dos gráficos (e do tempo) para a definição dos níveis de suporte e resistência dos preços das ações. Confira.

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Otimismo renovado

Depois de uma semana recheada de medidas de alívio monetário, patrocinada pelos bancos centrais ao redor do mundo, os mercados chegam à sexta-feira com o apetite para risco renovado. Hoje, por exemplo, foi a vez do BC chinês anunciar a redução de uma de suas taxas de juros de curto prazo.

E não é só a atuação dos bancos centrais que tem deixado os investidores mais otimistas. A retomada das negociações entre Estados Unidos e China também tem um impacto positivo nos mercados. Na expectativa de avanços nos termos de um acordo, as principais bolsas asiáticas fecharam em alta, tendência também vista na Europa e nos índices futuros de Nova York.

Ontem, o Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,18%, aos 104.339,16 pontos. O dólar fechou a sessão com alta de 1,44%, a R$ 4,1628. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.

Vai ficar no papel?

A venda da Eletrobras para a iniciativa privada é um dos carros-chefes do governo quando o assunto é privatização, mas agora corre risco de não sair do papel - ou, pelo menos, de ficar para depois. O problema está justamente no Congresso, onde uma parte considerável dos parlamentares ainda não abraçou a causa. Para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a equipe econômica de Bolsonaro está errando nas prioridades. Ele sinalizou outros projetos que têm mais chance de sucesso dentro do Legislativo. Entenda.

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Pan, pan, pan, pan!

A abertura da Quinta Sinfonia de Beethoven (eu sei que você leu “cantando” na sua cabeça) serve para sinalizar o fim do suspense com o follow-on do Banco Pan. A instituição anunciou ontem (19) que captou R$ 1,04 bilhões na sua nova oferta de ações. A informação veio no fim da noite do mesmo dia em que o Banrisul avisou que a sua própria oferta foi para o “brejo”. Mas nem tudo são flores para o Banco Pan. O preço por ação estipulado ficou com um desconto de 9,1% em relação à cotação da ação no pregão da última quinta-feira. Saiba todos os detalhes da oferta nesta matéria.

Um grande abraço e ótima sexta-feira!

Agenda

Indicadores 
- Ministério da Economia anuncia o desbloqueio de recursos do orçamento;
- Anfavea anuncia o lançamento de programas do Rota 2030

Bancos Centrais
- Banco Central faz leilão de até US$ 580 milhões, 11.600 em contratos de swap cambial reverso
- BC faz leilão de venda à vista de até US$ 580 milhões
- BC faz leilão de swap cambial tradicional em montante equivalente ao que não for vendido no leilão à vista. Caso o BC venda tudo no leilão mais cedo, esta operação não ocorrerá. Mas se vender mais de US$ 555,0 milhões na operação à vista, o restante será negociado, via swap cambial, no dia útil seguinte
- BC oferta até R$ 3 bilhões em títulos públicos em operação compromissada de três meses
- Nos Estados Unidos, discurso do presidente do Federal Reserve (Fed) de Nova York, John Williams, ganha atenção

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