O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Só na quinta-feira da semana passada, a empresa abriu 4 pontos de venda, chegando a 31 inaugurações em 2019. Ao cumprir a meta de 2019, a companhia estabeleceu um alvo mais ousado para o ano que vem
A rede de joalherias Vivara ganhou os holofotes desde que abriu o capital, no início de outubro. A operação injetou R$ 500 milhões no caixa da companhia, permitindo que ela acelerasse - e muito - seu ritmo de abertura de lojas. Só na quinta-feira da semana passada, abriu 4 pontos de venda, chegando a 31 inaugurações em 2019. Ao cumprir a meta de 2019, a companhia estabeleceu um alvo mais ousado para o ano que vem: abrir 50 unidades em todo o País.
A rede teve origem em 1962 na loja aberta pelo ourives romeno David Kaufman, no centro de São Paulo. O engenheiro civil Nelson, seu filho, chegou a criar uma pequena construtora, mas voltou para a empresa nos anos 80 e foi o responsável pela consolidação e expansão da marca pelo Brasil, na década seguinte. "Meu pai é meu mentor e foi o grande empreendedor da Vivara", diz Marcio Kaufman, o neto, que entrou na rede aos 24 anos, em 2004, e comanda o negócio desde 2010. A família também é controladora da rede de lojas de móveis e decoração Etna.
Há pelo menos 15 anos, Marcio traçou a meta de ampliar o alcance das lojas, anteriormente dedicadas apenas ao nicho dos que podem pagar por joias de ouro. Aos poucos, a rede cresceu para produtos de prata, óculos, relógios, perfumes e acessórios de couro. Tudo embalado por uma marca aspiracional, nos moldes de Bulgari e Tiffany. Só que com preços adequados à realidade do brasileiro.
Para apoiar essa estratégia, a empresa quer fazer sua presença em shoppings saltar dos atuais 33% para 70% até 2024. "Falávamos havia pelo menos quatro anos dessa abertura de capital, para conseguirmos levar adiante a estratégia de expansão", conta Marcio. "Temos testado nossa entrada em cidades e shoppings menores, com resultados promissores."
A oferta inicial de ações da Vivara foi um sucesso entre as pessoas físicas, que têm buscado rentabilidade em ações e identificaram a marca conhecida. Pouco tempo após o lançamento dos papéis, analistas de mercado disseram gostar do projeto de crescimento, apesar de enxergarem entraves no caminho. Entre as vantagens está uma líder de mercado que pode ser um consolidador via crescimento orgânico ou aquisições.
Também há a verticalização da produção, concentrada em Manaus, e o portfólio variado. E ainda uma operação de comércio eletrônico com tendência de crescimento. Por isso, os analistas viram potencial de valorização dos papéis. Cotada no lançamento a R$ 24, as ações teriam potencial de valorizar entre 23% a 25,4%, segundo diferentes casas.
Leia Também
"De maneira geral, gostamos de teses de varejistas com planos de expansão", diz Thiago Macruz, analista do Itaú BBA. "A Vivara monta lojas simples e pequenas, com um investimento não muito alto, tem um tíquete médio (de gasto dos consumidores) maior do que as lojas de shopping em geral e, portanto, fácil de se pagar."
O problema, escrevem diversos analistas, começa pelo fato de a marca não ter registros anteriores de uma expansão tão agressiva. Varejistas de outras áreas tentaram a mesma estratégia, sem sucesso. "A Restoque (dona da Le Lis Blanc) é um exemplo", escreveu Joseph Giordano, analista do JP Morgan, em relatório. Os analistas mencionam o risco de que as joias já não são mais objeto de desejo do público jovem.
Para gerar recorrência de compra, a Vivara lança nada menos do que 30 coleções por ano, que chegam às lojas dois meses depois da criação do protótipo. "Não é uma prática comum no setor, que trabalha apenas com datas como Natal, Dia das Mães e dos Namorados", afirma o presidente da joalheria.
Membro de uma família que prima pela discrição, Marcio tem tentado se acostumar ao holofote exigido por uma empresa de capital aberto. Ele não está pronto, no entanto, para falar em troca de bastão. "Em algum momento vamos falar em sucessão, mas pelas próximas décadas pretendo estar aqui."
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Perícia aponta fluxo financeiro pulverizado entre subsidiárias; juiz fala em confusão patrimonial e não descarta novas inclusões no processo.
Segundo a agência de notícias, a Shell ainda pretende prosseguir com a injeção de capital e apoiar a Raízen nas discussões contínuas com bancos e credores
Segundo o GPA, a reestruturação das dívidas não tem relação com as operações do dia a dia de sua rede de supermercados, ou ainda suas relações com fornecedores, clientes ou parceiros.
Proposta busca elevar o valor individual das ações para acima de R$ 1 e encerrar negociações em lotes de 1 milhão de papéis após a reestruturação financeira da companhia
Captação ficou abaixo do potencial estimado pelo Pine; controlador absorveu fatia relevante da oferta
Com apoio do iFood e da Embraer, a startup Speedbird Aero se prepara para expandir as operações e chegar na maior metrópole do país
Após reestruturação e mudança de fase, empresa lidera ranking de recomendações de 10 corretoras; veja quem aposta no papel e por quê
Com a nova resolução, o BC atende a um pleito do setor e permite que os bancos utilizem esse capital para financiar o FGC sem sacrificar o próprio caixa operacional
Holding, assets e principais fundos do grupo retornaram com bloqueio zerado; recursos identificados somam R$ 360 mil e foram classificados como insuficientes
Agência corta notas de papéis emitidos por securitizadora que tem a rede de oncologia como devedora; entenda o rebaixamento
Com 25% da energia descontratada até 2028, elétrica pode capturar preços mais altos e ampliar crescimento
Com licença do Ibama em mãos, petroleira conclui última etapa regulatória para iniciar produção no campo da Bacia de Campos; mercado agora volta os olhos para o impacto na geração de caixa e no potencial pagamento de dividendos
A Raízen, maior produtora global de açúcar e etanol de cana, está em dificuldades financeiras e precisa de uma injeção de capital de seus sócios para se manter de pé, avaliam especialistas
A operação envolve a aquisição pela holding dos irmãos Joesley e Wesley Batista de 90% das ações do capital social da Logás, que leva combustível a locais sem acesso a gasodutos
Venda da subsidiária marca reavaliação estratégica: empresa abre mão de negócio bilionário em receita para fortalecer caixa, reduzir despesas financeiras e elevar o retorno sobre o capital
Em fato relevante divulgado hoje (3), a companhia disse que os requisitos para a transação não foram cumpridos, em especial a assinatura do compromisso de voto entre a GPT e a gestora Trígono Capital, que tem 15,3% do capital da empresa.
O economista Adriano Pires, sócio fundador do CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura), explica o que esperar da Petrobras em meio à alta dos preços do petróleo
Varejista tenta congelar a venda da participação de 22,5% do Casino enquanto discute na arbitragem quem deve pagar passivo tributário de R$ 2,5 bilhões; em paralelo, Fitch corta rating para faixa de alto risco
Parte dos recursos vai para o caixa da companhia, enquanto acionistas aproveitam a janela para vender participação; veja os destaques da oferta
Temporada do 4T25 deve reforçar a força das construtoras de baixa renda, enquanto empresas como Eztec e Tenda ainda enfrentam desafios específicos