O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ele defendeu que, se o governo efetivamente quisesse os recursos da Eletrobras, seria mais fácil realizar diretamente a capitalização dos cerca de R$ 4 bilhões de Adiantamentos para Futuro Aumento de Capital (AFACs) e com esse recurso pagar os dividendos, alternativa em que a União receberia um volume maior de recursos
O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior, rechaçou a informação de que tenha havido qualquer pressão do governo para capitalizar a estatal, por meio da operação do aumento de capital anunciada na terça-feira, 15, para gerar recursos à União por meio do pagamento de dividendos, para o fechamento das contas do ano. "Houve total independência da companhia na proposição para o Conselho de Administração e na aprovação pelo Conselho", disse o executivo, durante teleconferência com analistas e investidores.
Ele defendeu que, se o governo efetivamente quisesse os recursos da Eletrobras, seria mais fácil realizar diretamente a capitalização dos cerca de R$ 4 bilhões de Adiantamentos para Futuro Aumento de Capital (AFACs) e com esse recurso pagar os dividendos, alternativa em que a União receberia um volume maior de recursos.
"Vamos limpar o balanço, é uma obrigação pendente há muito tempo, em um momento que precisa ser feita, dada a decisão de privatização", disse, referindo-se à obrigação de capitalizar os AFACs transferidos para a Eletrobras até 2016 e dos custos que envolvem a manutenção do passivo. Além disso, ele destacou que a oportunidade para avaliar pagamento da reserva especial de dividendos, de R$ 2,3 bilhões, refere-se a 2020.
Ferreira Junior também negou informações que circularam na imprensa de que a União tenha desistido de injetar recursos na Eletrobras, tendo em vista a caducidade da Medida Provisória 879, que não foi votada pela Câmara e resolvia um imbróglio sobre créditos originalmente detidos pelas distribuidoras privatizadas e que foram repassados à holding para viabilizar a venda dos ativos.
Segundo o executivo, a companhia faz jus ao crédito, conforme previsto na lei 13.299. "A expectativa é que essa questão seja tratada no projeto de lei da privatização", comentou.
O presidente da Eletrobras ainda afirmou que a companhia não vai recalcular o valor por ação proposto na operação de aumento de capital anunciada pela companhia. O preço indicado para a emissão de novas ações é de R$ 35,72 por ação ordinária e R$ 37,50 por ação preferencial classe "B", o que tem sido questionado por analistas e investidores.
Leia Também
A companhia justificou que o valor foi definido com base em uma média ponderada das respectivas cotações das ações de emissão da Companhia verificadas no fechamento dos últimos 30 pregões da B3 anteriores à 7 de outubro de 2019 (inclusive), em relação ao preço médio ponderado pelo volume de ações negociadas no período, e considerando-se o deságio aplicado de 15%.
Ferreira Junior salientou que notícias sobre resistência à privatização e outras também negativas para a empresa pesaram nos papéis desde meados de setembro, e comentou que algumas medidas positivas para a companhia ainda não tinham sido devidamente precificadas pelo mercado, como o novo plano de demissão consensual (PDC), que tem economia estimada de R$ 510 milhões por ano, o acordo sobre o desligamento de tercerizados de Furnas, com economia estimada de R$ 280 milhões anuais, e recentes avanços em projetos da companhia.
O presidente da Eletrobras destacou que somente o Termo de Liberação Definitiva dos bipolos 1 e 2 do Complexo do Madeira adicionará receita anual de R$ 71 milhões por ano. "Esse aumento vira diretamente Ebitda", comentou. Além disso, ele salientou que, entre o terceiro e quarto trimestres, entram em operação novos projetos que agregarão cerca de R$ 3,16 bilhões por ano, com impacto nos resultados a partir do ano que vem. Dentre esses projetos estão as hidrelétricas de Belo Monte, Sinop, o projeto eólico de Fortim, o empreendimento de transmissão Mata de Santa Genebra, entre outros.
Ele também comentou que a companhia deve divulgar o balanço do terceiro trimestre antes da assembleia de acionistas que avaliará a operação, marcada para o dia 14. Isso, segundo Ferreira, também deve contribuir para a melhor avaliação da operação.
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores
Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores