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Ali pelo fim dos anos 1990 ficou relativamente popular na região da Baixada Santista uma espécie de “trilha sonora de fim de festa”.
Quando o anfitrião desejava jogar um balde de gelo na animação da galera, pressionado pelos vizinhos em fúria, bastava pôr para tocar Daysleeper, do REM.
A música faz parte do disco Up, de 1998. Ao contrário do que faz pensar o título, trata-se de um dos mais melancólicos (e belos) do grupo liderado por Michael Stipe.
Como não sou mais um frequentador de celebrações nas casas de pais de amigos, não sei quais são os hits atuais de fim de festa.
Mas no mercado financeiro o “DJ” responsável por cortar a empolgação dos investidores se chama Roberto Campos Neto.
No comando do Comitê de Política Monetária (Copom), o presidente do Banco Central trocou a música bem no meio das comemorações dos 100 mil pontos do Ibovespa.
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Junto com os demais diretores, ele decidiu não só manter a taxa de juros nos atuais 6,5% ao ano como ainda bateu o pé ao condicionar a redução da Selic à aprovação das reformas.
De todo modo, os investidores não perderam a fé de que se trata apenas de uma questão de (pouco) tempo para os juros começarem a cair. Ou seja, a festa dos 100 mil tem chances de continuar depois do feriado, como conta o Victor Aguiar nesta reportagem.
O Copom pode ter mudado a música, mas a tensão diplomática entre Estados Unidos e Irã pode tirar a vitrola da tomada. O clima entre os dois países, que já não andava muito cordial, azedou ainda mais depois que a guarda revolucionária iraniana derrubou um drone americano. A notícia fez as cotações do petróleo dispararem nos mercados internacionais nesta quinta-feira. Saiba os detalhes.
Quem fala que o futebol é uma caixinha de surpresas com certeza não conhece o mercado financeiro. A grande sensação da temporada recente é a Beyond Meat, a produtora de comida vegana cujas ações dispararam mais de 660% desde a abertura de capital. O avanço da empresa pode representar uma grande ameaça para empresas como a BRF e JBS, certo? Errado. Gente grande no mercado aposta que a inserção de produtos veganos no menu pode fazer bem à geração de caixa dessas empresas. A Bruna Furlani traz o potencial da onda vegana para os resultados das companhias.
Um novo integrante que se junta a um grupo previamente formado tem o desafio de conquistar seu espaço. E não podia ser diferente com a incursão do Facebook no universo das criptomoedas com a sua Libra. A notícia levou a uma nova onda de euforia com o futuro das moedas virtuais. Mas o nosso colunista André Franco acredita que a Libra pode ser uma jornada sem sucesso para a rede social de Mark Zuckerberg. Saiba por que nesta análise que ele escreveu.
Eu sou conhecido na redação do Seu Dinheiro por ter um “paladar infantil”. Costumo sofrer para me servir de salada no buffet dos restaurantes e se pudesse comeria hambúrguer toda semana. Mas em minha defesa foi de uma dessas iguarias do reino dos fast foods que saiu a estratégia adotada pelo gestor do maior fundo hedge do mundo. Quem conta essa história (e com uma ótima razão para isso) é a nossa colunista Luciana Seabra.
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