O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Documento divulgado agora pela manhã reforça cautela, serenidade e perseverança e Roberto Campos Neto deve fazer o mesmo em entrevista logo mais
O Relatório de Inflação do Banco Central (BC) mantém o aceno de que a manutenção da Selic em 6,5% ao ano é o cenário mais provável enquanto o Comitê de Política Monetária (Copom) aguarda uma redução das incertezas e dos choques que afetam a economia desde o ano passado.
“O Copom considera que esta avaliação demanda tempo e não deverá ser concluída a curto prazo”, diz o documento, repetindo a decisão da semana passada e ata divulgada na terça-feira.
Está lá também as mensagens de que a economia segue em processo de recuperação gradual, mesmo com resultados recentes aquém do esperado.
Para o BC, o Produto Interno Bruto (PIB) de 2019 crescerá 2%, ante projeção anterior de 2,4%. No mercado, as projeções já caíram de cerca de 2,5% para 2% e devem continuar recuando.
Essa revisão para baixo, enquanto as projeções de inflação seguem ao redor das metas deve dar algum fôlego para a alta do mercado e da academia que defendem uma redução da Selic como forma de dar um impulso a retomada da atividade.
O BC, no entanto, se mantém firme, reafirmando “cautela, serenidade e perseverança” na condução da política monetária, indicando que não se pautará por mudanças de curto prazo no cenário, mas sim por mudança de tendência.
Leia Também
Tal postura deve ser reforçada pelo presidente Roberto Campos Neto que concede sua primeira entrevista coletiva logo mais, por volta das 11 horas.
A grande mudança de tendência, que virá acompanhada de redução de incerteza, é a implementação da agenda de reformas, notadamente a da Previdência. Faz tempo o BC vem indicando que precisar de sinais mais claros sobre essa agenda.
Ontem, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou em audiência no Senado, que com a reforma da Previdência os juros caem até 2 pontos percentuais, mas que se o BC quiser empurrar na força as taxas para baixo, poderemos repetir a experiência de Dilma Rousseff e do ex-presidente Alexandre Tombini, quando o juro caiu a 7,25%, mas logo teve de subir, indo aos 14,25% do ciclo anterior.
Guedes tem claro que sem ajuda da política fiscal, o uso da política monetária fica restringido e que o descasamento dessas políticas ao longo das últimas décadas relegou uma enorme conta de juros.
Com a recente disparada do dólar, algumas projeções parecem “vencidas” dentro do relatório, mas servem para indicar a ainda grande sensibilidade dos preços locais aos fatores externos.
No cenário com taxa Selic constante a 6,50% e taxa de câmbio a R$ 3,85, as projeções situam-se em torno de 4,1% para 2019 e 4,0% para 2020. Na reunião de fevereiro, com dólar a R$ 3,70, a projeção era de 3,9% para este ano.
A meta é de 4,25% para 2019 e de 4% para 2020. Cabe lembrar que 2020 tem peso crescente nas decisões do BC em função dos efeitos cumulativos e defasados das ações de política monetária. Com dólar a R$ 4 praticamente, não é exagero dizer que as projeções escapam no centro da meta.
No cenário com trajetórias para as taxas de juros e câmbio extraídas da pesquisa Focus, as projeções situam-se em torno de 3,9% para 2019 e 3,8% para 2020.
Esse cenário supõe trajetória de taxa Selic que encerra 2019 em 6,50% e se eleva a 7,75% em 2020. Também supõe trajetória para a taxa de câmbio que termina 2019 em R$ 3,70 e 2020 em R$ 3,75.
O BC já projeta inflação mais elevada entre os meses março e maio, refletindo o comportamento de preços administrados (gasolina e energia elétrica).
O BC reafirma que o cenário externo permanece desafiador. Por um lado, os riscos associados à normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas recuaram. Por outro lado, os riscos associados a uma desaceleração da economia global, em função de diversas incertezas, mostram-se mais elevados.
Concorrência deve aumentar após quebra de exclusividade, mas novas versões ainda dependem de aprovação da Anvisa
“O cenário global atravessa um dos choques mais severos da história recente, elevando preços e intensificando a disputa internacional por suprimentos”, disse o Sindicom em nota
Banco se baseia em análises políticas que indicam um limite para a participação dos Estados Unidos no conflito
“Emergência Radioativa” resgata acidente com césio-137 em 1987 e mostra como a contaminação se espalhou rapidamente
Com o país em alerta para uma possível nova paralisação, lembrança de 2018 volta ao radar; preços já se aproximam de níveis críticos em algumas regiões
Mesmo sem estar acumulada, a Lotofácil promete prêmio de R$ 7 milhões nesta quinta-feira. Isso porque o número do concurso tem final zero. Mega-Sena só paga mais que a Quina hoje.
Mesmo sem feriados nacionais, março garante folgas regionais. Dia 19 de março permite descanso em dois estados e algumas cidades
Diretores do Banco Central optaram por seguir a sinalização anterior, mas o corte de hoje não significa o início do ciclo de afrouxamento monetário
Paralisação de dez dias causou desabastecimento generalizado e ainda serve de alerta em meio ao aumento do diesel
Enquanto a inflação projetada para o ano é de 3,9%, a tarifa de energia deve subir muito mais
Medida proposta nesta quarta-feira (18) busca segurar preços diante da alta do petróleo e evitar paralisações
A estatal ressaltou ainda que, mesmo após o reajuste, os preços do diesel A acumulam queda de R$ 0,84 por litro desde dezembro de 2022 — uma redução de 29,6%, considerando a inflação do período
Alta de custos, queda na qualidade e mudanças climáticas redesenham a indústria do chocolate e desafiam produtores
Bilhões de imagens capturadas por jogadores do Pokémon Go agora estão sendo usadas para treinar robôs de entrega nos EUA
Enquanto três apostas dividiram o prêmio principal da Mega-Sena, os vencedores da Quina e da Lotofácil ganharam sozinhos. Dia de Sorte e Timemania acumularam. +Milionária pode pagar R$ 31 milhões hoje (18).
Apesar da possível pressão inflacionária, o juro real elevado e a estratégia de “calibração” do BC sustentam a aposta em um primeiro corte hoje
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e inclui adicionais para famílias com crianças, gestantes e adolescentes
A estratégia inicial, segundo a Abrava, é promover uma paralisação voluntária, com caminhoneiros deixando de aceitar cargas
Imprevisibilidade da guerra impõe novos desafios ao Banco Central, que se vê diante de um corte já antecipado ou uma manutenção pelo novo risco inflacionário
Fraudes e golpes em concursos públicos acontecem com certa frequência; veja como se proteger