🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Nova máxima no ano

Com medo da tensão na América Latina, o dólar voou para longe e foi aos R$ 4,19

As tensões sociais em diversos vizinhos do Brasil geraram um quadro de aversão ao risco em relação à região, o que fez o dólar se aproximar das máximas históricas por aqui

Victor Aguiar
Victor Aguiar
14 de novembro de 2019
10:33 - atualizado às 10:49
Dólar subindo
Imagem: Shutterstock

A América Latina está num momento turbulento — você certamente leu a respeito dos protestos sociais no Chile ou da instabilidade política na Bolívia. E se, por acaso, você acha que essa tensão está distante da nossa realidade, saiba que está errado: basta ver o que aconteceu com o dólar à vista nessa semana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde segunda-feira (11), a divisa acumulou uma alta de 0,64%, terminando a sessão desta quinta-feira (14) com um leve ganho de 0,18%, a R$ 4,1932. Pode não parecer muito, mas há um detalhe importante: essa cotação representa uma nova máxima de fechamento em 2019 e o segundo patamar mais alto da história, em termos nominais.

Os R$ 4,1932 vistos hoje só ficam atrás do nível visto em 13 de setembro de 2018 — o dólar à vista terminou aquela sessão cotado a R$ 4,1998. Em termos intradiários, o recorde é de R$ 4,2158, registrado em 30 de agosto do ano passado.

Essa onda de pressão no mercado de câmbio se deve, justamente, ao atual panorama da América Latina. Por mais que o Brasil não esteja enfrentando turbulências sociais como as vistas em muitos de seus vizinhos, fato é que muitos investidores estrangeiros colocam os ativos da região numa mesma cesta.

Sendo assim, pouco importa se o Brasil mostra-se mais estável que seus pares regionais. Para esses investidores, há uma maior percepção de risco em relação aos ativos da América Latina como um todo — e, sendo assim, todos os itens do pacote acabam sendo afetados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É claro que essa postura mais cautelosa não afeta todos os membros da cesta na mesma magnitude. Basta ver o comportamento da moeda do Chile, país que apresenta uma das situações mais instáveis da região. Na segunda-feira, o dólar valia cerca de 740 pesos chilenos; hoje, a cotação já estava próxima a 800 pesos, uma alta de 8,1%.

Leia Também

Essa situação se repetiu em diversas outras moedas do continente. Desde segunda-feira, o dólar acumulou ganhos de cerca de 3,5% em relação ao peso colombiano e de 1,15% na comparação com o peso mexicano. O real, assim, sofreu com o contexto regional, mas em menor escala que seus pares latinos.

E o Ibovespa? O principal índice da bolsa brasileira também foi afetado pelo turbilhão que atinge a América Latina: na semana, as perdas acumuladas chegaram a 1%, apesar da alta de 0,47% registrada hoje, para os 106.556,88 pontos.

Vale lembrar que, no caso da bolsa, também é importante lembrar que o Ibovespa estava perto das máximas históricas no início da semana — o índice atingiu o recorde de fechamento no último dia 7, aso 109.580,57 pontos. Com o mercado em níveis tão altos, e considerando a instabilidade regional, ficou fácil para os agentes financeiros embolsarem os ganhos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E olha que, nesta quinta-feira, os investidores até tinham boas notícias para repercutir: o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) teve alta de 0,44% em setembro e, com isso, fechou o trimestre com uma variação positiva de 0,91%.

O indicador sinalizou que a economia brasileira finalmente começa a dar sinais de recuperação mais firme, o que elevou o otimismo dos mercados quanto ao desempenho da atividade do país em 2020 — e consequentemente, cooperou para melhorar um pouco o humor dos investidores.

Uma segunda leitura é a de que os sinais de reaquecimento econômico no Brasil podem fazer com que, aos olhos dos investidores estrangeiros, o país acabe se dissociando de seus vizinhos latinoamericanos, que atravessam uma fase de intensas turbulências políticas e sociais. Assim, o mercado brasileiro seria uma espécie de 'oásis' na região.

Outro foco de alívio veio do front da guerra comercial entre Estados Unidos e China: segundo a Bloomberg, o governo chinês concordou em remover as barreiras de importação de carne de frango americana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A notícia aumentou a percepção de que as potências estariam caminhado para a assinatura da primeira fase de um acordo comercial, conforme sinalizado na última rodada de negociações formais entre os países. Esse desdobramento também serviu para amenizar os dados decepcionantes do varejo e da indústria chinesa em outubro.

Juros em alta

A recuperação indicada pelo IBC-Br, em conjunto com os ganhos do dólar, fez com que as curvas de juros fechassem em alta nesta quinta-feira, especialmente as mais curtas. Com a economia brasileira ganhando tração, o Banco Central pode optar por promover cortes menos intensos na Selic, o que estimula esse ajuste positivo nos juros.

Os DIs para janeiro de 2021, por exemplo, subiram de 4,61% para 4,64%. No vértice mais longo, as curvas com vencimento em janeiro de 2023 foram de 5,73% para 5,75%, enquanto as para janeiro de 2025 recuaram de 6,34% para 6,33%.

Subidas e descidas

No Ibovespa, as ações do setor de varejo estiveram entre os destaques positivos, impulsionadas pelo bom resultado do IBC-Br — uma retomada da economia implica num reaquecimento do consumo doméstico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, Via Varejo ON (VVAR3) disparou 8,26%, Lojas Renner ON (LREN3) teve ganho de 4,89%, B2W ON (BTWO3) avançou 4,27% e Magazine Luiza ON (MGLU3) subiu 4,12%. O mercado ainda reagiu positivamente ao balanço da Via Varejo, como você pode ver nesta matéria.

Na ponta negativa, Braskem PNA (BRKM5) caiu 5,51% — os números trimestrais da petroquímica serão reportados ainda hoje. MRV ON (MRVE3) e Suzano ON (SUZB3) completam a ponta vermelha do índice, com baixas de 3,69% e 2,63%, respectivamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar