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Criado pela empresa israelense Eviation, ele é capaz de fazer viagens com distância de 650 milhas ou 1046,07 quilômetros com apenas uma única carga. O foco dele é a aviação regional e ele é o primeiro avião comercial do tipo
Com um formato que lembra um foguete, o avião elétrico apelidado de Alice chamou a atenção em um dos principais eventos da aviação mundial, o Paris Airshow, nesta semana. Ele roubou a cena até mesmo de gigantes como Boeing e Airbus. Ele é o primeiro avião comercial elétrico.. As informações são da Reuters.
Criado pela empresa israelense Eviation, ele é capaz de fazer viagens com distância de 650 milhas ou 1046,07 quilômetros com apenas uma única carga. O avião alcança uma velocidade de aproximadamente 445 km/h, ou 240 nós. A ideia é que ele seja usado para rotas regionais como, entre a capital paulista, São Paulo e a cidade de Campinas, no interior do Estado.
Créditos: YouTube Eviation
A aeronave possui capacidade de transportar nove pessoas e, segundo a empresa, consegue fazer com que os custos operacionais fiquem cerca de 70% mais baixos para as aéreas.
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O avião utiliza um propulsor em sua cauda e mais dois nas pontas de suas asas. Cada um deles é carregado por meio de baterias. Além disso, ele pode alcançar até 10 mil pés de altura.
E ele já conseguiu o primeiro cliente comercial, uma das maiores companhias independentes de vôos regionais nos Estados Unidos, Cape Air. A aérea possui rotas em 35 cidades norte-americanas e no Caribe. O anúncio do acordo foi feito na última terça-feira (18).
De acordo com a dona da companhia, Eviation, a aeronave Alice representa uma mudança radical ao repensar custos, fornecer uma experiência diferenciada para o consumidor e gerar menor impacto ambiental.
“Ao operar com uma fração dos custos convencionais que as áreas costumam ter, a nossa Alice irá redefinir a forma com que as pessoas viajam regionalmente, e mostrar uma nova era em que a aviação é mais silenciosa, limpa e eficiente", disse Omer Bar-Yohay, CEO da Eviation.
A ideia da companhia é fazer com que a aeronave seja usada principalmente em rotas de grande tráfego como entre Paris e a cidade de Toulouse, no Sul da França, e entre as cidades americanas de San Jose e San Diego. Mas quem sabe a novidade não vem parar no Brasil, não é mesmo?
A expectativa da companhia é começar o envio para uso comercial em 2022, já que os testes devem continuar durante este ano e a certificação deve ser feita no ano que vem.
Segundo um estudo da empresa de consultoria Roland Berger, o número de empresas desenvolvedoras de aeronaves elétricas aumentou cerca de 50% em 2018 e ficou em 170. Para este ano, a expectativa é ainda maior e a consultoria acredita que o número de empresas será de 190.
A pesquisa aponta ainda que há dois grandes fatores responsáveis pelo aumento dessas companhias: a indústria da aviação produz cerca de 3% de toda a emissão de dióxido de carbono no mundo e isso pode aumentar nos próximos anos.
O outro ponto é o custo alto. De acordo com o estudo, as aéreas podem gastar cerca de US$ 180 bilhões por ano com combustível para as aeronaves, o que pode impactar bastante em suas receitas.
E não é só a Eviation que está se preocupando com o tema. A própria Airbus, gigante do setor, está querendo colocar em teste um modelo de aeronave híbrida em 2022.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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