O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Representação contra a Caixa foi elaborada com base em reportagens publicadas pelo jornal O Estado de S. Paulo mostrando que só 2,2% dos novos empréstimos concedidos de janeiro a julho deste ano foram para governadores e prefeitos nordestinos
O Tribunal de Contas da União (TCU) iniciou uma inspeção na Caixa para apurar se Estados e municípios do Nordeste foram discriminados na concessão de empréstimos e financiamentos pelo banco desde a posse do presidente Jair Bolsonaro.
A representação contra a Caixa foi elaborada pelo Ministério Público junto ao TCU, com base em reportagens publicadas pelo jornal O Estado de S. Paulo mostrando que só 2,2% dos novos empréstimos concedidos de janeiro a julho deste ano foram para governadores e prefeitos nordestinos - R$ 89 milhões, de um total de R$ 4 bilhões. A região é governada, em sua maioria, por políticos de oposição a Bolsonaro.
A inspeção foi autorizada na segunda-feira pelo ministro relator do caso, Walton Alencar Rodrigues, após a equipe de auditores do tribunal apontar que as informações repassadas pela Caixa até o momento são insuficientes.
A unidade técnica vai demandar documentos e outras informações envolvendo as operações de crédito entre Caixa, Estados e municípios nos últimos anos, para então se posicionar sobre se houve irregularidade.
O caso está sob análise da Secretaria de Controle Externo do Sistema Financeiro Nacional e dos Fundos de Pensão, comandada por Rafael Jardim Cavalcante. O auditor já atuou em processos no tribunal ligados à Operação Lava Jato.
"A Caixa não apresentou informações acerca das operações de crédito que se encontravam pendentes de aprovação desde o início de 2019 que possibilitassem a verificação da veracidade ou não dos fatos narrados nessa representação", registra o parecer da secretaria. O documento também questiona o argumento de que empréstimos a governadores e prefeitos do Nordeste tinham diminuído por uma questão sazonal.
Leia Também
Em nota, a Caixa afirma que a inspeção "faz parte da rotina de trabalho do órgão de controle após o recebimento de uma denúncia". O banco afirma ter prestado os esclarecimentos antes mesmo da sua autuação no processo. A vice-presidente de Governo, Tatiana Thomé de Oliveira, esteve no TCU para explicar conceitos de governança, quantidade e volume das operações de crédito da instituição. A Caixa informou que entregará os dados ao TCU no início do próximo ano, quando já vai ter os números consolidados de 2019.
Mesmo após a publicação de reportagem do jornal O Estado de S. Paulo e uma subsequente corrida na Caixa para aprovar novas operações com prefeituras e governos do Nordeste, o saldo atual dos financiamentos e empréstimos no ano ainda coloca a região abaixo do Sudeste, do Sul e do Centro-Oeste e acima apenas da Região Norte.
Segundo a Caixa, foram firmadas 37 operações com prefeituras e governos nordestinos, o equivalente a R$ 778,8 milhões. Os valores representam 8,85% do total de R$ 8,8 bilhões em operações fechadas em 2019.
A região recordista é a Sudeste, com R$ 3 bilhões em 177 operações (34% do total). Em seguida, vêm Sul, com R$ 2,9 bilhões em 363 operações (33%); e Centro-Oeste, com R$ 1,4 bilhão em 51 operações (16%). A Região Norte teve o pior porcentual de repasses, 8,2% - foram R$ 725,8 milhões, em 13 operações.
Além desse procedimento do MP de Contas, há requerimentos dos senadores Alessandro Vieira (Cidadania) e Rogério Carvalho (PT), ambos de Sergipe, cobrando auditoria. O de Vieira chegou ao tribunal em novembro.
Internamente na área econômica, a auditoria é vista como de extrema importância, principalmente, depois do fortalecimento da área do TCU que acompanha os bancos públicos federais. Essa área teve reforço em 2019 para fiscalizar a atuação dos bancos, inclusive a Caixa. O TCU deve ouvir nessa fase a área do Tesouro Nacional que acompanha os empréstimos de Estados e municípios com e sem garantia da União.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027