🔴 CONHEÇA A TESE QUE PODE MULTIPLICAR O INVESTIMENTO POR 42X EM 12 MESES – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Decisão do Cade

Disney vai ter de ‘abrir mão’ de canal de esportes se quiser comprar Fox

Empresa anunciou a compra da Fox em dezembro do ano passado em um negócio avaliado em mais de US$ 50 bilhões

Imagem: Andrei Morais/Seu Dinheiro

Para aprovar a compra da Fox pela Disney, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) exige que a empresa se desfaça de canais esportivos por aqui.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A venda está em negociação entre o conselho e a Disney e a tendência é que seja firmado um acordo entre as partes. A informação é do Broadcast, do Estadão, desta quarta-feira, 30.

A Disney anunciou a compra da Fox em dezembro do ano passado em um negócio avaliado em mais de US$ 50 bilhões. No Brasil, a fusão deixa com um mesmo dono dois dos principais canais esportivos da TV por assinatura, a ESPN e a Fox Sports - apenas a SporTV, da Globosat, não seria do grupo.

O Cade tem até março para analisar o negócio. Havia expectativa de que o processo entrasse na pauta de julgamento desta quarta, 30, mas as negociações não foram concluídas e o caso só deve ser julgado em fevereiro. O conselho pode exigir que a empresa se desfaça de todos ou de apenas parte dos canais de esporte.

Restrições

Em dezembro, a superintendência geral do Cade recomendou ao tribunal do órgão que imponha restrições ao negócio por entender que a operação causa um aumento significativo na concentração no mercado de canais esportivos, e que não poderá ser aprovada da forma como foi apresentada ao conselho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A superintendência considerou que tal concentração seria preocupante, com potencial de reduzir a qualidade e diversidade do conteúdo esportivo disponível, além de aumentar custos que poderiam ser repassados aos consumidores. "Hoje, só um concorrente de grande audiência é capaz de rivalizar com esses canais", afirmou o parecer.

Leia Também

ONDE INVESTIR NO VAREJO?

Juros mais altos por mais tempo: Citi rebaixa Magazine Luiza (MGLU3), eleva Alpargatas (ALPA4) e muda apostas no varejo

AMBIÇÃO RENOVADA

Revolut chega a US$ 115 bilhões e já vale mais que o dobro do Nubank; o que está por trás da aposta dos investidores

Apesar disso, os técnicos consideraram que não há aumento na concentração significativo em outros mercados analisados e que há concorrentes capazes de rivalizar com a nova empresa em áreas como distribuição de filmes - assim, reprovar a operação seria desproporcional.

*Com Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fachada de agência do Itaú Unibanco (ITUB4). 3 de novembro de 2026 - 18:37
Fachada de escritório do Nubank (ROXO34). 3 de novembro de 2026 - 17:47
Pessoas usando headsets em cabines com computadores em um escritório de atendimento. 2 de novembro de 2026 - 14:00
vale vale3 ação varejo 31 de outubro de 2026 - 16:11
CSN Cimentos IPO CSNA3 CMIN3 recompra de ações 30 de outubro de 2026 - 10:26
Vale 29 de outubro de 2026 - 20:27
Petrobras (PETR4). 29 de outubro de 2026 - 18:50
microsoft msft34 acao internacional bdr inteligencia artificial copilot 29 de outubro de 2026 - 11:53
Celular com logo Nubank 29 de outubro de 2026 - 11:22
Mina da Vale em Ouro Preto (MG) 29 de outubro de 2026 - 6:30
Gilson Finkelsztain, novo CEO do Santander Brasil (SANB11). 28 de outubro de 2026 - 14:32
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar