O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Mês de abril vai chegando ao fim com reforma da Previdência e guerra comercial ainda dominando a pauta do mercado financeiro
Os últimos de abril seguem com velhos temas ainda dominando a pauta do mercado financeiro. Enquanto lá fora é grande a expectativa por novidades em torno da guerra comercial, com uma nova visita da delegação dos Estados Unidos à China nesta semana; por aqui, as atenções seguem concentradas em Brasília.
Durante o fim de semana, o presidente Jair Bolsonaro recebeu o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, no Palácio da Alvorada, para tratar da reforma da Previdência. Foram dois encontros, um no sábado, durante uma festa de aniversário, e outro no domingo, em um compromisso fora da agenda oficial.
No entanto, foi a primeira vez que Bolsonaro e Maia estiveram juntos desde a aprovação do texto de novas regras para aposentadoria, com alterações, na CCJ. O encontro também ocorreu após recados públicos de Maia ao presidente sobre a articulação política e de críticas aos filhos de Bolsonaro - as quais o presidente classificou de “fake news”.
Ainda assim, nenhuma sessão deliberativa ou debate sobre a reforma da Previdência são esperados para esta semana na Câmara. O feriado na quarta-feira esvazia o Congresso e o calendário com um cronograma de trabalhos na comissão especial deve ser definido amanhã. A previsão é de que a pauta chegue ao plenário da Casa para análise até julho.
Segundo líderes do Centrão, a tramitação da reforma não irá ocorrer dentro do prazo estipulado pelo governo. A intenção dos partidos de centro e de direita é de promover as discussões, com a ajuda da equipe econômica para afinar o discurso, de modo a angariar os votos necessários durante o processo para aprovar a reforma, em dois turnos.
Enquanto os deputados não têm pressa, as centrais sindicais querem aproveitar o 1º de Maio para protestar contra a reforma da Previdência. O tema motivou uma união inédita na história do sindicalismo nacional. Ao todo, dez centrais sindicais irão se reunir no Dia do Trabalhador sobre o mesmo palanque, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo.
Leia Também
Ou seja, a reforma da Previdência pode ter contratempos nos próximos dias, deixando o mercado doméstico mais vulnerável à cena política local. A volatilidade tende a prevalecer nos ativos locais, deixando o Ibovespa e o dólar sem tendência definida no curto prazo. Afinal, o investidor esperava um cenário mais otimista do que esse que a realidade mostra.
Já nos mercados internacionais, os ativos têm um desempenho misto, em uma semana repleta de feriados. A Bolsa do Japão permaneceu fechada hoje e ficará assim pelos próximos dez dias para celebrar a ascensão do príncipe herdeiro Naruhito, que se tornará imperado em 1º de Maio.
Nos demais mercados asiáticos, houve alta em Hong Kong (+1%), Índia (+0,9%) e Cingapura (+1,6%), enquanto Xangai caiu 0,8%. Na Oceania, a Bolsa de Sydney também recuou 0,4%. As atenções nos negócios ficarão divididas entre os indicadores econômicos conhecidos na semana passada e os eventos previstos para os próximos dias.
Enquanto os números robustos sobre o crescimento da economia norte-americana no primeiro trimestre deste ano tentam animar os mercados, os investidores monitoram uma nova rodada de negociações entre Estados Unidos e China sobre a questão comercial, a partir de amanhã, em Pequim. No dia seguinte, o Federal Reserve decide sobre os juros nos EUA.
Os índices futuros das bolsas de Nova York ensaiam ganhos nesta manhã, ainda embalados pela expansão de 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA nos três primeiros meses de 2019. O número ficou acima das expectativas, mas pode ser revisado nas próximas leituras, já que houve um aumento dos estoques e queda nas importações.
Aliás, é grande a expectativa pelo novo encontro entre EUA e China para tratar da questão comercial. É a décima vez, desde que a trégua tarifária foi assinada, em dezembro, que as delegações dos dois países se reúnem. Temas relacionados à tecnologia e ao protecionismo continuam travando as negociações.
Embora ambos os lados estejam ansiosos para chegar a um consenso, existe a possibilidade de o presidente norte-americano, Donald Trump, abandonar as conversas, caso ele não esteja satisfeito com o andamento das negociações. Por outro lado, há a expectativa de que um acordo final seja assinado na virada de maio para junho.
Já na Europa, as principais bolsas tentam acompanhar o sinal positivo vindo de Wall Street. A exceção fica com Madri, que tem leves perdas, após a vitória do partido do atual governo da Espanha, que conseguiu o maior número de cadeiras no Parlamento, mas que precisará formar uma coalizão para governar.
Em reação, o euro está de lado, ao passo que o dólar se mantém firme, em meio ao otimismo com a economia dos EUA e às apostas em relação ao Fed. Nos demais mercados, o petróleo é negociado no menor nível em mais de três semanas, diante das pressões de Washington sobre o preço do barril da commodity.
Nem mesmo o feriado pelo Dia do Trabalho na quarta-feira no Brasil e em vários países do mundo impede uma agenda econômica carregada nesta semana. Até porque a data não é celebrada nos EUA e será marcada pela decisão de juros do Fed. O evento será seguido de uma entrevista coletiva do presidente da autoridade monetária, Jerome Powell.
No dia seguinte, na quinta-feira, é a vez do Banco Central da Inglaterra decidir sobre a política monetária, mas o imbróglio sobre a saída do Reino Unido da União Europeia (UE) deve deixar o BoE de mãos atadas. Já na sexta-feira, os EUA divulgam o relatório oficial sobre o emprego (payroll). Na quarta-feira, saem as vagas no setor privado do país (ADP).
Dados de atividade também estão em destaque ao longo da semana. Amanhã, a zona do euro publica a leitura preliminar do Produto Interno Bruto (PIB) na região no início desta ano. Na China, será conhecido o desempenho dos setores industrial e de serviços em abril, hoje à noite e quinta-feira, enquanto no Brasil o resultado da indústria sai na sexta-feira.
Outro ponto de relevo na agenda doméstica é os dados atualizados sobre o desemprego no país até março, amanhã. Hoje, merecem atenção a inflação pelo IGP-M neste mês (8h) e o boletim Focus (8h25), que pode trazer revisões do mercado financeiro para os preços ao consumidor e a atividade econômica neste ano.
Na safra brasileira de balanços, os bancos Santader e Itaú publicam seus resultados financeiros nos três primeiros meses de 2019, amanhã e quinta-feira, respectivamente.
No exterior, hoje saem dados dos EUA sobre a renda pessoal e os gastos com consumo em março, às 9h30, além do índice de preços PCE. Qualquer leitura fraca sobre a inflação pode levar os investidores a apostarem em uma queda na taxa de juros norte-americano neste ano. A curva implícita já projeta 50% de chance de corte em setembro.
Se essa possibilidade ganhar força, pode ser o ingrediente que o mercado financeiro precisa para engatar um novo rali, apesar das incertezas em relação à reforma da Previdência e à guerra comercial. Nesse caso, é a liquidez global que irá, mais uma vez, ditar o rumo dos ativos de risco. A conferir.
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição
As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)
A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas
Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso
Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.
Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz
Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações
Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora
Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo