🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Olivia Bulla

Olivia Bulla

Olívia Bulla é jornalista, formada pela PUC Minas, e especialista em mercado financeiro e Economia, com mais de 10 anos de experiência e longa passagem pela Agência Estado/Broadcast. É mestre em Comunicação pela ECA-USP e tem conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado).

A Bula do Mercado

Semana com feriado divide expectativa por reforma e guerra comercial

Mês de abril vai chegando ao fim com reforma da Previdência e guerra comercial ainda dominando a pauta do mercado financeiro

Olivia Bulla
Olivia Bulla
29 de abril de 2019
5:34 - atualizado às 9:52
Brasília deve ficar esvaziada nesta semana por causa do feriado na quarta-feira

Os últimos de abril seguem com velhos temas ainda dominando a pauta do mercado financeiro. Enquanto lá fora é grande a expectativa por novidades em torno da guerra comercial, com uma nova visita da delegação dos Estados Unidos à China nesta semana; por aqui, as atenções seguem concentradas em Brasília.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante o fim de semana, o presidente Jair Bolsonaro recebeu o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, no Palácio da Alvorada, para tratar da reforma da Previdência. Foram dois encontros, um no sábado, durante uma festa de aniversário, e outro no domingo, em um compromisso fora da agenda oficial.

No entanto, foi a primeira vez que Bolsonaro e Maia estiveram juntos desde a aprovação do texto de novas regras para aposentadoria, com alterações, na CCJ. O encontro também ocorreu após recados públicos de Maia ao presidente sobre a articulação política e de críticas aos filhos de Bolsonaro - as quais o presidente classificou de “fake news”.

Cronograma apertado

Ainda assim, nenhuma sessão deliberativa ou debate sobre a reforma da Previdência são esperados para esta semana na Câmara. O feriado na quarta-feira esvazia o Congresso e o calendário com um cronograma de trabalhos na comissão especial deve ser definido amanhã. A previsão é de que a pauta chegue ao plenário da Casa para análise até julho.

Segundo líderes do Centrão, a tramitação da reforma não irá ocorrer dentro do prazo estipulado pelo governo. A intenção dos partidos de centro e de direita é de promover as discussões, com a ajuda da equipe econômica para afinar o discurso, de modo a angariar os votos necessários durante o processo para aprovar a reforma, em dois turnos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto os deputados não têm pressa, as centrais sindicais querem aproveitar o 1º de Maio para protestar contra a reforma da Previdência. O tema motivou uma união inédita na história do sindicalismo nacional. Ao todo, dez centrais sindicais irão se reunir no Dia do Trabalhador sobre o mesmo palanque, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo.

Leia Também

Ou seja, a reforma da Previdência pode ter contratempos nos próximos dias, deixando o mercado doméstico mais vulnerável à cena política local. A volatilidade tende a prevalecer nos ativos locais, deixando o Ibovespa e o dólar sem tendência definida no curto prazo. Afinal, o investidor esperava um cenário mais otimista do que esse que a realidade mostra.

Exterior em espera

Já nos mercados internacionais, os ativos têm um desempenho misto, em uma semana repleta de feriados. A Bolsa do Japão permaneceu fechada hoje e ficará assim pelos próximos dez dias para celebrar a ascensão do príncipe herdeiro Naruhito, que se tornará imperado em 1º de Maio.

Nos demais mercados asiáticos, houve alta em Hong Kong (+1%), Índia (+0,9%) e Cingapura (+1,6%), enquanto Xangai caiu 0,8%. Na Oceania, a Bolsa de Sydney também recuou 0,4%. As atenções nos negócios ficarão divididas entre os indicadores econômicos conhecidos na semana passada e os eventos previstos para os próximos dias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto os números robustos sobre o crescimento da economia norte-americana no primeiro trimestre deste ano tentam animar os mercados, os investidores monitoram uma nova rodada de negociações entre Estados Unidos e China sobre a questão comercial, a partir de amanhã, em Pequim. No dia seguinte, o Federal Reserve decide sobre os juros nos EUA.

Os índices futuros das bolsas de Nova York ensaiam ganhos nesta manhã, ainda embalados pela expansão de 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA nos três primeiros meses de 2019. O número ficou acima das expectativas, mas pode ser revisado nas próximas leituras, já que houve um aumento dos estoques e queda nas importações.

Aliás, é grande a expectativa pelo novo encontro entre EUA e China para tratar da questão comercial. É a décima vez, desde que a trégua tarifária foi assinada, em dezembro, que as delegações dos dois países se reúnem. Temas relacionados à tecnologia e ao protecionismo continuam travando as negociações.

Embora ambos os lados estejam ansiosos para chegar a um consenso, existe a possibilidade de o presidente norte-americano, Donald Trump, abandonar as conversas, caso ele não esteja satisfeito com o andamento das negociações. Por outro lado, há a expectativa de que um acordo final seja assinado na virada de maio para junho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já na Europa, as principais bolsas tentam acompanhar o sinal positivo vindo de Wall Street. A exceção fica com Madri, que tem leves perdas, após a vitória do partido do atual governo da Espanha, que conseguiu o maior número de cadeiras no Parlamento, mas que precisará formar uma coalizão para governar.

Em reação, o euro está de lado, ao passo que o dólar se mantém firme, em meio ao otimismo com a economia dos EUA e às apostas em relação ao Fed. Nos demais mercados, o petróleo é negociado no menor nível em mais de três semanas, diante das pressões de Washington sobre o preço do barril da commodity.

Feriado não impede agenda forte

Nem mesmo o feriado pelo Dia do Trabalho na quarta-feira no Brasil e em vários países do mundo impede uma agenda econômica carregada nesta semana. Até porque a data não é celebrada nos EUA e será marcada pela decisão de juros do Fed. O evento será seguido de uma entrevista coletiva do presidente da autoridade monetária, Jerome Powell.

No dia seguinte, na quinta-feira, é a vez do Banco Central da Inglaterra decidir sobre a política monetária, mas o imbróglio sobre a saída do Reino Unido da União Europeia (UE) deve deixar o BoE de mãos atadas. Já na sexta-feira, os EUA divulgam o relatório oficial sobre o emprego (payroll). Na quarta-feira, saem as vagas no setor privado do país (ADP).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dados de atividade também estão em destaque ao longo da semana. Amanhã, a zona do euro publica a leitura preliminar do Produto Interno Bruto (PIB) na região no início desta ano. Na China, será conhecido o desempenho dos setores industrial e de serviços em abril, hoje à noite e quinta-feira, enquanto no Brasil o resultado da indústria sai na sexta-feira.

Outro ponto de relevo na agenda doméstica é os dados atualizados sobre o desemprego no país até março, amanhã. Hoje, merecem atenção a inflação pelo IGP-M neste mês (8h) e o boletim Focus (8h25), que pode trazer revisões do mercado financeiro para os preços ao consumidor e a atividade econômica neste ano.

Na safra brasileira de balanços, os bancos Santader e Itaú publicam seus resultados financeiros nos três primeiros meses de 2019, amanhã e quinta-feira, respectivamente.

No exterior, hoje saem dados dos EUA sobre a renda pessoal e os gastos com consumo em março, às 9h30, além do índice de preços PCE. Qualquer leitura fraca sobre a inflação pode levar os investidores a apostarem em uma queda na taxa de juros norte-americano neste ano. A curva implícita já projeta 50% de chance de corte em setembro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se essa possibilidade ganhar força, pode ser o ingrediente que o mercado financeiro precisa para engatar um novo rali, apesar das incertezas em relação à reforma da Previdência e à guerra comercial. Nesse caso, é a liquidez global que irá, mais uma vez, ditar o rumo dos ativos de risco. A conferir.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
GIGANTE DO E-COMMERCE NO JOGO

Após novela com os Correios, fundo imobiliário TRBL11 dispara 12% com a locação de galpão logístico para a Shopee

19 de fevereiro de 2026 - 18:30

O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%

MAIS DILUIÇÃO

Azul (AZUL53): depois de emitir mais 45 trilhões de ações para sair da RJ o quanto antes, aérea desaba 50% na bolsa; entenda

19 de fevereiro de 2026 - 17:53

Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição

SUSTENTABILIDADE NA BOLSA

Investimento em ESG: C&A (CEAB3) e Allos (ALOS3) entram nas ações sustentáveis recomendadas pelo BTG em fevereiro

19 de fevereiro de 2026 - 15:40

As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)

O GRUPAMENTO ESTÁ VALENDO

Simpar (SIMH3) corta pela metade ações em circulação e amplia teto para novas emissões; veja o que muda para o acionista

18 de fevereiro de 2026 - 15:21

A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado

PORTFÓLIO EM EXPANSÃO

TRXF11 adiciona mais um galpão logístico ao carrinho, que será ocupado por gigante do e-commerce

18 de fevereiro de 2026 - 11:06

Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados

VOLATILIDADE NOS MERCADOS

De ressaca? O que esperar dos papéis da Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3) hoje, depois de perderem valor em Wall Street no feriado

18 de fevereiro de 2026 - 10:48

ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas

SD ENTREVISTA

O gringo quer Brasil, mas começa pelo Ibovespa. A vez das small caps ainda deve chegar, mas não para todas; veja 10 ações para comprar

18 de fevereiro de 2026 - 6:10

Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso

MERCADO DÁ ADEUS À FOLIA

Xô ressaca! O ajuste de contas entre o confete e a bolsa brasileira depois dos ganhos tímidos de Nova York

17 de fevereiro de 2026 - 18:24

Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.

ALTA TENSÃO

Todo mundo de olho na Petrobras (PETR4): petróleo fecha em queda com sinal de acordo entre Irã e EUA

17 de fevereiro de 2026 - 16:52

Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz

ALAVANCAGEM OCULTA

Ouro cai quase 3% em um dia com onda geopolítica mais calma. Mas só isso explica a baixa recente do metal precioso?

17 de fevereiro de 2026 - 16:27

Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações

APOSTA MANTIDA

Portfólio robusto e dividendos previsíveis: este fundo imobiliário segue como compra para a XP

17 de fevereiro de 2026 - 13:07

Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora

QUEM TEM MEDO DA IA

Como uma ex-fabricante de máquinas de karaokê derrubou o valor de empresas de transporte e logística em todo o mundo

17 de fevereiro de 2026 - 11:32

Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística

INOVAÇÕES

Novos lançamentos, mercado internacional: o que esperar do mercado de ETFs para este ano

16 de fevereiro de 2026 - 11:15

Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável

CLIMA DE FOLIA?

Vai ter pregão na bolsa hoje? Veja o que funciona — e o que não — na B3 nesta semana de Carnaval

16 de fevereiro de 2026 - 9:52

Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações

FORA DO ÓBVIO

Energia nuclear, games, bilionários: conheça os ETFs mais curiosos da bolsa brasileira e veja como investir nessas tendências

16 de fevereiro de 2026 - 6:06

Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo

FUNDOS IMOBILIÁRIOS

FIIs disparam no início de 2026 e retornos chegam a 13% — fundos de papel se destacam entre os campeões

15 de fevereiro de 2026 - 13:05

Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX

JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) pagará R$ 325 milhões em proventos aos acionistas; veja quem recebe

13 de fevereiro de 2026 - 13:11

Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio

IMPULSO INTERNO E EXTERNO

Usiminas (USIM5) reverte prejuízo no 4T25, mas ação está entre as maiores altas do Ibovespa também por outro motivo

13 de fevereiro de 2026 - 12:41

Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Dólar cai a R$ 5,18 e volta a fechar no menor nível em quase 2 anos; na bolsa, o dia foi de recordes

11 de fevereiro de 2026 - 18:50

A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.

CEO CONFERENCE 2026

“Upsides pornográficos”: derrota de Lula nas eleições pode fazer a bolsa deslanchar, diz André Lion, da Ibiuna

11 de fevereiro de 2026 - 13:32

Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar