O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Pausa no mercado doméstico amanhã redobra postura defensiva, em meio a incertezas com guerra comercial e turbulência política na América Latina
A véspera de feriado no Brasil deve ser marcada pela cautela, com os investidores redobrando a postura defensiva e evitando a exposição ao risco, uma vez que o mercado financeiro doméstico estará fechado amanhã, enquanto o mundo funciona normalmente. O receio com nova turbulência no ambiente político na América Latina e com a escalada da guerra comercial entre Estados Unidos e China deve ditar o movimento dos negócios locais.
Lá fora, a quinta-feira começa com dados fracos sobre a atividade na China em outubro. A produção industrial teve alta de 4,7%, menos que a previsão de +5,2%, enquanto as vendas no varejo aumentaram 7,2%, abaixo da estimativa de +7,8%. Já os investimentos em ativos fixos cresceram no ritmo mais lento desde 1998, em +5,2% no acumulado do ano. Dados também mostraram que a economia (PIB) do Japão teve uma expansão menor que a esperada no terceiro trimestre deste ano, de +0,2%, ante previsão de +0,8%.
Em reação, as bolsas asiáticas encerraram a sessão em baixa, exceto Xangai, que oscilou em alta de 0,2%. Hong Kong novamente liderou as perdas, com -1%, enquanto Tóquio caiu 0,8%. O noticiário em torno da guerra comercial também pesa nos mercados, embutindo um sinal negativo entre os índices futuros das bolsas de Nova York e deixando indefinida a abertura do pregão europeu. Ainda assim, o petróleo avança, enquanto o dólar cai.
Após o discurso ambíguo do presidente norte-americano, Donald Trump, sobre um acordo comercial com a China, os investidores começam a pensar que a assinatura de um termo parcial, referente à primeira fase, não é mais uma coisa certa. Por mais que pareça estratégica [e teatral] a postura de Trump, o impasse sobre a remoção das tarifas existentes e suspensão das programadas segue como principal obstáculo para um acerto preliminar.
Também há certa relutância por parte de Pequim sobre um valor específico para a compra de produtos agrícolas, além da falta de consenso sobre mecanismos de fiscalização dos pontos a serem acordados. Portanto, os investidores estão notando a ausência de notícias sobre a questão comercial, ainda que Trump afirme, reiteradamente, que há progresso e as negociações estão avançando rapidamente.
O menor otimismo no exterior em relação a um acordo comercial no curto prazo entre EUA e China e as preocupações com a situação política nos países vizinhos ao Brasil podem ampliar a realização de lucros nos ativos locais vista nos últimos dias. O destaque ontem ficou com o dólar, que encerrou colado à faixa de R$ 4,20, no segundo maior nível da história, em meio à desvalorização das moedas latinas, principalmente o peso chileno.
Leia Também
A intervenção do Banco Central chileno influenciou os negócios com câmbio na região. Já o Ibovespa encerrou o pregão no limiar dos 106 mil pontos, com a retirada de recursos externos voltando a pesar nos negócios. No acumulado de 2019, a saída de capital estrangeiro do mercado secundário da Bolsa brasileira soma mais de R$ 30 bilhões. Os juros futuros, por sua vez, recompuseram prêmios, diante de dados robustos sobre a atividade doméstica.
A agenda econômica desta quinta-feira segue carregada. No Brasil, a temporada de balanços vai chegando ao fim e traz os resultados trimestrais d e JBS, Braskem e Sabesp, entre outros. Entre os indicadores, saem o primeiro IGP do mês, o IGP-10 (8h), e o índice de atividade econômica do Banco Central (IBC-Br), às 9h.
O indicador deve apontar reforçar a percepção de retomada da economia brasileira, o que reacendeu a discussão sobre o fim do ciclo de cortes no juro básico neste ano, após a queda já esperada de mais 0,50 ponto na Selic em dezembro. Com a taxa de 4,50% de volta ao radar, perdem força as chances de quedas adicionais pelo BC em 2020.
Já no exterior, destaque para a leitura revisada do Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro o trimestre passado, que sai logo cedo. Nos EUA, serão conhecidos o índice de preços ao produtor (PPI) em outubro e os pedidos semanais de auxílio-desemprego feitos no país, ambos às 10h30, além dos estoques semanais de petróleo bruto e derivados, às 13h.
Além disso, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, voltar a discursar sobre perspectivas econômicas, a partir das 12h, desta vez, na Câmara dos Deputados. Ontem, ele deu mais uma indicação de que é improvável outro corte na taxa de juros norte-americana em dezembro, salvo uma piora significativa da economia dos EUA.
A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas
Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso
Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.
Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz
Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações
Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora
Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa