O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Como já é tradição, consultoria Economatica divulga ranking das ações com mais potencial de pagar bons proventos neste ano, com base em alguns critérios quantitativos
A consultoria Economatica divulgou nesta quarta (2) a lista das ações com mais potencial de pagar bons dividendos e/ou Juros sobre Capital Próprio (JCP) em 2019, com base em alguns critérios quantitativos. No topo do ranking, estão as ações da ISA CTEEP (Transmissão Paulista - TRPL4), da QGEP (Queiroz Galvão Exploração e Produção - QGEP3) e as units da Taesa (TAEE11).
Para levantar a lista, composta por 23 papéis, a Economatica utilizou os seguintes critérios:
O levantamento considerou ainda que a política de distribuição de proventos da empresa em 2019 será equivalente ou superior à do ano de 2018.
Para o cálculo do dividend yield projetado para o final do ano de 2019, a Economatica considerou o preço da ação no último dia de 2018 e o mesmo volume de dividendos e Juros sobre Capital Próprio distribuídos pela ação no ano de 2018.
O dividend yield é o percentual que representa a rentabilidade dos dividendos em relação ao preço da ação.
Para montar o ranking, foram escolhidas as ações que podem pagar um dividend yield superior a 6% no ano de 2019, com base nas estimativas da consultoria.
Leia Também
Assim, o levantamento deve ser considerado apenas como um ponto de partida, mas o ideal é fazer uma análise qualitativa das empresas antes de comprar suas ações.

Os segmentos da B3 com maior representatividade na lista são o de bancos, com cinco ações, e o de energia elétrica, com quatro ações - três delas entre as cinco primeiras colocações.
A ISA CTEEP (TRPL4), cuja ação lidera o ranking, teve lucro de R$ 1,36 bilhão em 2017, e de R$ 1,17 bilhão nos nove primeiros meses de 2018, o equivalente a 86% do lucro de 2017.
No ano passado, a companhia deu um retorno de 18,78% em dividendos e Juros sobre Capital Próprio para seus acionistas.
Caso a empresa tenha lucro em 2018 igual ou superior ao de 2017 e mantiver sua política de distribuição de dividendos neste ano, o dividend yield projetado para 2019 é de 18,17%.
A Economatica divulga o ranking das ações com mais potencial de pagar bons dividendos e Juros sobre Capital Próprio todos os anos. E como se saíram, no ano passado, as ações do ranking de 2018?
Na lista anterior, a consultoria havia selecionado 16 ações que atendiam aos seus critérios na época: volume médio diário superior a R$ 500 mil e dividend yield projetado superior a 5%.
Ao final de 2018, somente quatro desses papéis tiveram um retorno de dividendos e JCP inferior aos 5% projetados. Outras quatro ações tiveram desvalorização, apesar de terem pago proventos acima da linha de corte de 5%.
A ação que deu o maior retorno com seus proventos entre as 16 selecionadas pela Economatica foi a do BB Seguridade (BBSE3), com 11,22% de dividend yield.
No ranking da consultoria, a ação que havia sido apontada como a mais promissora foi a da Eztec (EZTC3), que, no entanto, registrou o menor retorno ao acionista da lista, com dividend yield de 2,06%.
Na tabela a seguir você confere as projeções da Economatica para essas 16 ações no início de 2018 e seu desempenho real no final do ano. As ações que tiveram desvalorização ou dividend yield inferior ao projetado tiveram seus desempenhos sublinhados.

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano