Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

A Bolsa está subindo?

Como todos nós sabemos, a Bolsa, enquanto ambiente de negociação, ou seja, um lugar, não cai ou sobe. Ou você já viu algum prédio levitando por aí? 

10 de setembro de 2019
10:44 - atualizado às 9:41
B3 - Bolsa
Imagem: Shutterstock

“Bolsa sobe 0,24 por cento e se mantém acima de 103 mil pontos.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Talvez você tenha visto a manchete acima, nessas palavras ou em outras muito parecidas, descrevendo o comportamento agregado das ações brasileira na última segunda-feira.

Como todos nós sabemos, a Bolsa, enquanto ambiente de negociação, ou seja, um lugar, não cai ou sobe. Ou você já viu algum prédio levitando por aí?

Antes, nos tempos do pregão viva-voz, se fosse o segundo palácio construído pela Sersan, do Sérgio Naya, talvez até pudesse cair. Agora, subir, ao menos aqui na Terra-de-meu-Deus, onde, ao que me consta, ainda impera a gravidade, não seria razoável. E, com o fim das icônicas jaquetas amarelas e a difusão da negociação eletrônica, aí já era. Nem subir, nem cair; ponto-final. A Bolsa fica mesmo é parada.

O termo “Bolsa”, também como todos nós sabemos, é empregado como metonímia para o Ibovespa, o índice que mede o desempenho da média das principais ações brasileiras, ponderadas por critérios de negociabilidade e volume financeiro. Mais precisamente, talvez fosse o caso da sinédoque, considerada por vezes apenas uma variação da metonímia, na atribuição da parte (Ibovespa) pelo todo (Bolsa, todas as ações brasileiras).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nada contra a opção pela ênfase na comunicação, típica das figuras de linguagem. Entendo a escolha de substituir uma palavra por outra, para dar simplicidade e, por vezes, aproximar o leitor. Por mim, tálquei. “Vou ler Guimarães Rosa” pode transmitir mais facilmente toda uma ideia do que “Vou ler A Terceira Margem do Rio”, ainda que a segunda construção seja mais precisa e rigorosa.

Leia Também

Mas isto aqui não é um texto sobre semântica, fonologia ou sintaxe. O problema da frase inicial é que ela esconde certas nuances. Observe as duas imagens a seguir.

A primeira descreve o comportamento das maiores altas e baixas do Ibovespa ontem. Já o segundo gráfico aponta a performance do BOVV11 (um ETF que basicamente replica a carteira teórica do Ibovespa) e do SMAL11 (que acompanha um portfólio de mid e small caps fundamentalmente ligadas ao ciclo doméstico).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que se infere daí?

Há algo muito curioso acontecendo com as ações brasileiras. Primeiro, notamos que as ações que mais subiram ontem (e esse tem sido um comportamento mais geral em setembro) foram justamente aquelas que vinham de desempenho muito ruim em 2019, as que ficaram para trás, fundamentalmente nos setores de bancos e commodities — fora uma ou outra exceção que confirma a regra. E, depois, observamos uma notável melhor performance nas últimas semanas do Ibovespa contra a média de mid e small caps ligadas ao mercado doméstico.

Não há essa história de “Bolsa está subindo há quatro pregões”. Existe apenas uma alta bastante concentrada em poucas ações de grande peso no índice (bancos e commodities). É o problema clássico da média, muito sensível a observações extremas de peso elevado. Ontem mesmo, apenas 26 papéis do Ibovespa terminaram em alta, contra 42 quedas — há mais desvalorizações do que apreciações, e a desproporção é grande.

Não se trata de exclusividade brasileira. Ao contrário. Também observamos em Wall Street (e pelo mundo todo para sermos precisos) uma grande rotação, das chamadas “growth stocks” para as “value stocks.” Ações de bancos e commodities subindo muito, enquanto os demais setores apanham.

É algo capcioso e, por que não dizer, traiçoeiro até, pegando boa parte do smart money de surpresa. Quem ganhou dinheiro até agosto estava justamente na ponta contrária — os fundos locais estavam todos no mesmo call; a maioria underweight em bancos (alguns, que historicamente sempre foram expostos ao setor, inclusive zeraram tudo, com medo das ameaças das fintechs e notando pouca capacidade de reação diante de um sistema legado difícil de ajustar) e commodities, sob o receio de recessão global ou grande desaceleração afetar o preço das matérias-primas e, por conseguinte, o preço das ações das empresas subjacentes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou seja, se você vinha ganhando dinheiro em 2019, provavelmente está perdendo neste início de setembro. E aqueles que estavam na lanterna agora encontram algum alívio. Essa dinâmica transbordou inclusive para outros mercados além da renda variável — os rendimentos dos Treasuries, dos bunds e dos gilts subiram ontem, enquanto o ouro caiu com algum vigor, também invertendo a tendência do ano.

Evidentemente, são poucos dias. Ações são empresas e, portanto, obedecem a ciclos empresariais. Um comportamento de horizontes temporais inferiores a uma quinzena pode ser mero ruído, sem qualquer significância estatística. Qualquer análise mais embasada exigiria estender os horizontes temporais. A impaciência é talvez a maior inimiga do investidor.

De todo modo, a intensidade e a rapidez da rotação setorial chamam a atenção e gente séria e competente começa a questionar se não seria a hora de aumentar commodity e banco.

Duas explicações

Há, majoritariamente, duas explicações possíveis para isso. Sem contar é claro a já ventilada: mero fluxo e ruído aleatório, que, naturalmente, ocorrem em ambientes de incerteza e aleatoriedade, magnificados por questões técnicas ligadas a atuações de fundos passivos, trend followers, momentum traders, cobertura de short e por aí vai. O mercado nem sempre é racional — o que não quer dizer necessariamente que você possa bater o mercado; os preços podem ficar irracionais por mais tempo que você pode se manter ilíquido.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O primeiro ponto seria um eventual desconto excessivo alcançado por bancos e commodities, depois de terem ficado muito em desvantagem no ano frente à valorização das growth stocks (ações de crescimento). Estando muito baratas e distantes de seus respectivos valores intrínsecos, seria a hora de comprá-las, esperando a natural convergência entre preço e valor, típica da análise fundamentalista clássica.

O segundo elemento se ligaria à capacidade dos bancos centrais em endereçar a atual desaceleração da economia global, sem destruir o balanço das instituições financeiras e sem causar recessão. De um lado, a impressão de moeda valorizaria as commodities (com efeito, há correlação histórica positiva entre as coisas, o que não necessariamente significa relação de causa e efeito). De outro, teríamos, segundo se diz, apenas mais dois cortes de juro nos EUA, sem que a economia por lá fosse para o buraco. Ou seja, não teríamos juros negativos na terra do Tio Sam — e juros negativos são os principais destruidores dos balanços dos bancos (veja os retornos dos bancos europeus). Então, os bancos norte-americanos conseguiriam transitar razoavelmente bem. Negociando a cerca de 0,8 vez book, dando 12 por cento de ROE e pagando 3 por cento de dividend yield, teriam ficado um tanto baratos, atraindo comprador.

Confesso certa dificuldade em comprar o primeiro argumento. De repente, alguém acorda e resolve: “Hmm... a diferença de valuation ficou grande demais. Soca tudo de growth e compra value”. Da noite para o dia, alguma coisa realmente mudou no fundamento? Parece algo mais técnico do que propriamente estrutural e fundamentalista.

Em paralelo, até concordo com a provável expansão monetária adicional a caminho impetrada pelos principais bancos centrais do mundo. Isso pode ensejar alguma valorização das commodities, espraiando para as ações das empresas do setor. Contudo, há ponderações importantes aqui: pela aplicação mais elementar da teoria monetária, isso não seria exclusividade das commodities.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Moedas e coisas

Temos, na economia, o mercado monetário e o mercado de bens e serviços. Mais grosseiramente, moedas e coisas. Se aumenta a oferta de moeda e permanece igual a oferta de coisas (essa é a premissa), troca-se moeda por coisas numa relação mais favorável às coisas. Em outras palavras, as coisas, como um todo, não só as commodities, ficam mais caras. Temos uma moeda para uma coisa inicialmente. Ou seja, custa 1 moeda para comprar 1 coisa. Depois, temos 2 moedas para uma coisa. Ou seja, custa 2 moedas para comprar 1 coisa. A coisa (todos os bens e serviços) fica mais cara.

O ponto central aqui é: tudo bem as commodities subirem com perspectiva de juros menores e mais afrouxamento quantitativo (impressão de moeda). Mas todo o resto deveria subir também. Não faz muito sentido, por esse argumento, o resto ser dizimado, como foi ontem com consumo e real estate, por exemplo — aliás, setores bem sensíveis a juro.

Reforço: com boa parte das empresas de commodities ainda alavancadas (notadamente, papel e celulose) e com risco de recessão global, faz mesmo sentido estarmos overweight em matérias-primas?

O que fazer então diante da potencial mudança na dinâmica de alocação dos últimos dias? Ainda prefiro correr o risco de cíclicos domésticos locais, em especial de small e midcaps com valuations razoáveis, mesmo que no curtíssimo prazo movimentações de fluxo possam ferir-lhes circunstancialmente — se assim for, paciência. Não somos traders, mas investidores. E tentativas de fazer timing do mercado costumam ser muito mal sucedidas. O cenário doméstico é muito mais claro do que o global — estamos num “early cycle” aqui (estágio inicial do ciclo econômico) frente a um grande “late cycle” lá fora (estágio avançado do ciclo).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A única adequação que me parece razoável no momento, para tentar capturar esse eventual “catch-up” de valuation no ano, é adicionar um pouco mais de banco no portfólio, justamente aquelas de múltiplos mais comprimidos. Estamos com o dedo no gatilho. Novidades saindo do forno. Acompanhe tudo na Carteira Empiricus.

Mercados

Mercados iniciam a terça-feira em clima marginalmente negativo, em compasso de espera pela reunião do BCE nesta semana e do Fed na próxima. Não há grandes drivers previstos para hoje, de tal sorte que a cautela predomina.

Agenda é razoavelmente fraca, tanto aqui quanto lá fora. Nos EUA, destaque para relatório Jolts sobre o mercado de trabalho. Aqui, prévia do IGP-M apontou deflação de 0,60 por cento, bem maior do que as expectativas. Roberto Campos Neto fala em Londres com discurso mais dovish, referendando corte de 50 pontos-base na Selic. Senado tem PLC 79, muito importante para o setor telecom, como primeiro item da pauta.

Ibovespa abre em queda de 0,25 por cento, dólar e juros futuros estão perto da estabilidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

 

 

 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
OPERAÇÃO BILIONÁRIA

O mercado parou para ler: carta de Bill Ackman detalha a estratégia por trás do IPO duplo da Pershing Square

17 de abril de 2026 - 17:31

Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis

MERCADOS

Petrobras (PETR4) no olho do furacão: a trégua que virou pesadelo para as petroleiras, drenou o Ibovespa e fez o dólar flertar com os R$ 5,00 

17 de abril de 2026 - 12:54

O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora

ENCHEU O CARRINHO

Vai cair na conta? FII da XP compra 6 galpões logísticos por R$ 919 milhões; veja como ficam os dividendos

17 de abril de 2026 - 11:22

Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos

EXPANSÃO DO PORTFÓLIO

Patria Malls (PMLL11) abocanha fatias de 5 shoppings enquanto tenta destravar fusão com outro FII; entenda o que está em jogo

17 de abril de 2026 - 10:55

O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII

FIIS HOJE

BTG Pactual Logística (BTLG11) aumenta dividendos em maior nível em 15 meses; confira quando o dinheiro cai na conta dos cotistas

16 de abril de 2026 - 14:41

O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados

UMA NOVA MARCA PARA A B3

Bolsa ‘quebra a banca’ com R$ 120 bilhões e bate recorde em cinco anos — e uma ação rouba a cena

16 de abril de 2026 - 12:44

O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional

SD ENTREVISTA

Dólar a R$ 4,90? Os dois motivos que explicam a queda da moeda — e por que isso não deve durar, segundo gestor especialista em câmbio

16 de abril de 2026 - 6:30

Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim

NOVO TETO?

Ibovespa acima dos 220 mil pontos? O que dizem gestores com US$ 72 bilhões sob gestão

15 de abril de 2026 - 19:10

Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA

LUCROS COM ESG

Figurinha carimbada: B3 (B3SA3) é a favorita das carteiras recomendadas de ESG (de novo) – o que chama a atenção na ‘dona da bolsa’?

15 de abril de 2026 - 15:02

Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%

MOVIMENTAÇÃO

MBRF (MBRF3) tomba quase 10% na bolsa após venda de ações em bloco por fundo árabe; entenda

15 de abril de 2026 - 14:48

No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal

DOS FIIS AOS ETFS

O gringo também gosta de FIIs: fluxo estrangeiro chega aos fundos imobiliários, e isso é bom para os cotistas; saiba quais ativos estão na mira

15 de abril de 2026 - 6:03

Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários

MERCADOS HOJE

200 mil pontos logo ali: Ibovespa se aproxima de novo recorde, mas Petrobras (PETR4) joga contra

14 de abril de 2026 - 16:01

Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua

NOVO PREÇO-ALVO

Não tem mais potencial? BofA e Safra rebaixam recomendação de Usiminas (USIM5) e ação recua até 3%; confira o que dizem os analistas

13 de abril de 2026 - 18:42

Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos

GANHOS PARA O BOLSO

Dividendos de 12%: BTG reforça compra para Allos (ALOS3) após acordo com a Kinea

13 de abril de 2026 - 18:10

O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas

FIIS HOJE

Este FII vende imóvel alugado à Caixa Econômica e coloca R$ 3,6 milhões no bolso do cotista; saiba qual e entenda a operação

13 de abril de 2026 - 17:32

Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira

RETORNO TURBINADO

Petrobras (PETR4) dobrou o capital do acionista em 5 anos — mas quadruplicou o dinheiro de quem reinvestiu os dividendos

13 de abril de 2026 - 16:39

Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%

CÂMBIO E BOLSA

Dólar ladeira abaixo: moeda fecha a R$ 4,99 pela 1ª vez em dois anos; Ibovespa supera inéditos 198 mil pontos

13 de abril de 2026 - 15:50

Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra

RENDA PASSIVA

FII, FI-Infra e Fiagros: onde investir para garantir dividendos mensais, com isenção de imposto de renda, segundo o BTG

13 de abril de 2026 - 11:54

Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio

SOB NOVA PRESSÃO

Petróleo sobe, dólar avança, e Petrobras (PETR4) pega carona após Trump ameaçar Estreito de Ormuz; veja como os mercados reagem

13 de abril de 2026 - 10:45

A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade

PAPEL NA CARTEIRA

Esse fundo imobiliário é o favorito da XP para se proteger da inflação — e ainda conta com dividendo de 11,5%

12 de abril de 2026 - 13:09

A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia