🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Bruna Furlani

Bruna Furlani

Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB). Fez curso de jornalismo econômico oferecido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Tem passagem pelas editorias de economia, política e negócios de veículos como O Estado de S.Paulo, SBT e Correio Braziliense.

Boas referências

De olho no ‘premium’: onde os clientes VIP dos grandes bancos estão investindo

Conversei com os diretores globais do private banking do Banco do Brasil e do Itaú para saber onde os seus clientes de private banking estão investindo; saiba o que também pode valer para você

Bruna Furlani
Bruna Furlani
13 de setembro de 2019
5:30 - atualizado às 9:41
Imagem mostra miniaturas de bonecos ao lado de moedas
Imagem: Shutterstock

Entre profissionais de ternos bem desenhados e feitos sob medida para atender os clientes "premium" dos bancos, o assunto era um só: a mudança no perfil dos investidores de alta renda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O motivo? Nem mesmo os mais endinheirados estão dispostos a receber apenas os retornos hoje minguados da renda fixa. O cenário de juros baixos forçou todo mundo a buscar ativos que trouxessem rentabilidades mais gordas.

Para entender melhor onde estão alocados os portfólios de clientes com investimento mínimo de R$ 3 milhões, aproveitei um evento em São Paulo voltado para profissionais de private banking para ir atrás de quem mais entende do assunto.

Em uma entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Luiz Severiano e Francisco Lassalvia - diretores globais de private banking dos bancos Itaú e Banco do Brasil, respectivamente -, foram unânimes: estão de olho na diversificação dos investimentos por meio de uma exposição no exterior, especialmente por conta do dólar mais valorizado.

Um olhar para o exterior

A recomendação não vale apenas para os clientes de altíssima renda, já que também há opções acessíveis para os investidores de varejo. Na visão de Lassalvia, há muito mais do que um conflito comercial lá fora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Para mim, a guerra é tecnológica e todo choque externo vai levar a um movimento de fly to quality [em que investidores buscam ativos livres de risco diante das incertezas]. Com isso, o investimento externo deixa de entrar no Brasil, e o dólar tende a se fortalecer", destaca o diretor global de private banking do BB.

Leia Também

Segundo ele, a economia norte-americana tem sido menos afetada pelo fenômeno da desaceleração porque depende menos do setor industrial e de manufaturas, como Europa e China.

Não é à toa que a expectativa pessoal de Lassalvia é que o dólar termine este ano em R$ 4, ainda que a previsão do Banco do Brasil seja de R$ 3,80 para o fim de 2019. Em sua justificativa, ele cita que há muita "água turbulenta" que pode fazer com que a moeda se mantenha valorizada.

Aumentando a exposição

Diante perspectiva de dólar forte, o diretor global de private banking do BB vem aumentando a exposição externa para quem estiver disposto a tomar mais risco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para os mais arrojados, a recomendação de exposição ao exterior é entre 20% e 27%. Já para os moderados - que correspondem à maioria dos clientes private do banco - a sugestão é alocar até 5% da carteira.

Entre as opções sugeridas, o diretor recomenda fundos que misturam ativos de renda fixa brasileiros com até 40% do seu patrimônio líquido focado em ações no exterior, e que possuem hedge (proteção) cambial.

Outra opção são fundos que mesclam investimentos em várias classes de ativos, como renda fixa global, títulos públicos brasileiros, multimercados e ações globais. Nesse caso, há sugestões com ou sem hedge cambial.

E não é só ele que está apostando alto nos investimentos no exterior. Severiano, do Itaú, também está de olho lá fora. Segundo ele, a recomendação para os clientes mais dispostos a correr risco é alocar entre 20% e 30% da carteira no exterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para ele, o investimento tem como foco a diversificação e até mesmo a proteção da carteira, já que o investidor fica protegido no câmbio, se o real sofrer mais desvalorizações.

Severiano destaca que, entre as preferências, estão hedge funds e multimercados brasileiros que vêm aumentando a exposição fora.

Luiz Severiano, diretor global do private banking do Itaú, discursa durante Seminário de Private da Anbima - Imagem: Divulgação/ Anbima

Bolsa: visões um pouco diferentes

Apesar de concordar que é necessário ter um pé no exterior, o quesito bolsa divide a opinião dos dois especialistas. Isso porque há quem acredite que ela ainda possa subir bastante e há quem não veja uma alta tão forte nos próximos meses.

No time dos mais otimistas, Severiano segue a linha da corretora do Itaú de que o Ibovespa pode chegar aos 170 mil pontos até o fim de 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar das quedas recentes da bolsa brasileira e do cenário externo mais complexo, o diretor global de private banking do Itaú justifica que a aposta se baseia mais no cenário interno.

"A gente acha que a bolsa andou, mas não o suficiente para refletir as melhorias que tivemos no ambiente macro, com juros mais baixos e andamento da Reforma da Previdência. Se você olhar quanto o CDS do Brasil melhorou [Credit Default Swap, espécie de seguro contra calotes cujo valor indica o nível de risco de inadimplência de um país], além do fato de as empresas terem reduzido custos e alongado dívidas, achamos que tudo isso ainda não impactou 100% nos preços", destaca o diretor global de private banking do Itaú.

Severiano espera que a bolsa tenha um rendimento superior a taxa de juros e compense o prêmio de risco nos próximos 18 meses. Para ele, o Ibovespa pode ter uma valorização de 20% ao longo desse período.

Ainda que tenha visão positiva para o Ibovespa, Severiano sugere cautela na hora de alocar o capital. "Estamos recomendando algo entre 5% e 30% da carteira, mas claro, respeitando o perfil de investimento do cliente".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já Lassalvia adota uma visão um pouco mais conservadora quanto ao potencial do índice. Diz que as reformas já estão de certa forma precificadas e que outros projetos importantes como o fiscal e tributário não devem sair até o fim do ano.

"Não estamos precificando uma bolsa muito longe do que ela está hoje. Acreditamos que teremos um ano equilibrado e positivo em matéria de reformas, mas há a questão global da guerra comercial, que pode trazer consequências e afastar o investimento daqui", afirma o diretor global de private banking do BB.

Consumo é a bola da vez para o BB

Apesar da postura mais conservadora para a bolsa, Lassalvia diz que a maior aposta dentro da renda variável está no setor de consumo.

Segundo ele, além dos estímulos federais para aumentar o consumo com a liberação do FGTS, o setor conta com outros atrativos. Por exemplo, com a redução do retorno da renda fixa, diminuiu também o custo de oportunidade de consumir bens de luxo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O consumidor não pensa que está abrindo mão de investir e opta por consumir bens mais selecionados, como os de luxo. Um reflexo disso é o aumento da nossa carteira de crédito para a compra desses tipos de produtos", diz Lassalvia.

Renda fixa não ficou esquecida

Apesar dos retornos mais "magrinhos", a renda fixa não foi completamente esquecida. Quem ainda vê um lugar ao sol para ela é Severiano, do Itaú.

Ele me contou que está bastante otimista com o que ele chama de títulos híbridos, que possuem uma parte prefixada e outra que é ajustada por algum indexador, que costuma ser a inflação.

Entre as sugestões do diretor global de private banking do Itaú estão os títulos públicos de longo prazo indexados ao IPCA, que estão oferecendo retornos a partir de 3,5% ao ano acima da inflação. No Tesouro Direto, eles são negociados como Tesouro IPCA+ (NTN-B e NTN-B Principal).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na visão de Severiano, esses títulos são boas oportunidades porque conseguem garantir a perpetuação do poder de compra ao longo do tempo, já que estão atrelados à inflação.

Quer aprender a investir no Tesouro Direto e escolher o melhor título para você? Baixe aqui nosso guia completo de como ganhar dinheiro com essa aplicação. 

Lassalvia também está apostando nesses títulos. Sua sugestão, para clientes moderados, é alocar até 20% da carteira em títulos híbridos, além daqueles que são puramente prefixados.

Mas os ativos que têm seu retorno atrelado ao DI também têm vez. O diretor global do private banking do BB sugere que os investidores moderados apliquem até 50% da carteira nesses títulos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre os exemplos estão as debêntures, as debêntures incentivadas (que possuem isenção de IR), além de CRIs, CRAs, LCIs, LCAs e fundos DI. Saiba como investir nesses ativos de renda fixa e conheça os fundos DI ideais para a sua reserva de emergência.

Lassalvia, porém, alerta que a renda fixa privada têm risco de crédito, que é o risco de o emissor do papel ter problemas financeiros e acabar dando um calote. Esse risco é mais alto no caso dos papéis que não contam com garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), caso das debêntures, CRIs e CRAs.

De um perfil para outro

Mas antes de pensar se é hora de fazer alterações na sua carteira, o melhor é avaliar o seu perfil de investidor.

Não adianta sair por aí pensando em aplicar no exterior ou na bolsa sem antes verificar sua tolerância a risco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Afinal, no sobe e desce do mercado da renda variável, é preciso ter estômago e disposição para não retirar o dinheiro antes da hora e acabar amargando perdas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar